Adolescente do sexo masculino, 15 anos, com diagnóstico clínico de enxaqueca há dois anos, apresenta crises
recorrentes de cefaleia associadas a fotofobia e fonofobia,
com alívio parcial com analgésicos comuns. Relata que
costuma iniciar a medicação apenas quando a dor já está
intensa.
Na anamnese dirigida, informa antecedente documentado de síndrome de Wolff–Parkinson–White (WPW),
sem história prévia de AVC, AIT ou cardiopatia estrutural.
Durante a consulta, solicita prescrição de triptano, referindo que colegas utilizam essa classe com boa resposta.
Segundo, exclusivamente, a diretriz AAN/AHS sobre tratamento agudo da enxaqueca em crianças e adolescentes, qual é a conduta correta nesse cenário? Assinalar
entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao
questionamento.