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Nesse contexto, assinale a alternativa que indica corretamente os critérios de julgamento que podem ser utilizados pela Administração Pública.
No Direito Empresarial, a desconsideração da personalidade jurídica exige pressupostos específicos.
Assinale a alternativa que indica corretamente a teoria adotada como regra geral no ordenamento brasileiro.
No que se refere aos conceitos do Direito Econômico, a intervenção do Estado no domínio econômico pode ocorrer de forma direta ou indireta.
A atuação regulatória, destinada a disciplinar merca dos e corrigir falhas, caracteriza a intervenção:
No âmbito da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018), a governança do tratamento de dados exige a clara definição de papéis entre os agentes envolvidos, especialmente quanto à responsabilidade pelas decisões estratégicas sobre o uso das informações.
Nesse contexto, assinale a alternativa que identifica corretamente o agente que detém a competência para estabelecer as finalidades e os meios do trata mento de dados pessoais, assumindo as decisões centrais sobre sua realização no âmbito da organização.
Assinale a alternativa correta considerando os princípios da LGPD e as regras aplicáveis.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
I. A geração de despesa ou assunção de obrigação para a criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento da despesa acompanhada de estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes e de declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.
II. Os atos que criarem ou aumentarem despesa obrigatória de caráter continuado desacompanhados de estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes e/ou desacompanhados de demonstração da origem dos recursos para seu custeio.
III. Os atos que criarem ou aumentarem despesa obrigatória de caráter continuado, acompanhados de comprovação de que a despesa criada ou aumentada não afetará as metas de resultados fiscais previstas no Anexo de Metas Fiscais, devendo seus efeitos financeiros, nos períodos seguintes, ser compensados pelo aumento permanente de receita ou pela redução permanente de despesa.
Com base nessas proposições, assinale a alternativa correta.