Questões de Concurso
Sobre oncologia em medicina
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Essa imagem e esse quadro clínico caracterizam, respectivamente:
Após o estadiamento da lesão cT3cN0, a cirurgia de escolha é:
Segundo a 8ª edição do sistema TNM da American Joint Committee on Cancer (AJCC), o câncer está no estágio:
Seus exames tiveram os seguintes resultados: otoscopia normal; rinoscopia anterior sem alteração; orofaringoscopia normal; videolaringoscopia com paralisia de prega vocal direita em posição de abdução; endoscopia nasal normal; palpação do pescoço evidenciando tireoide aumentada de volume à direita com presença de um nódulo; ultrassonografia cervical com presença de nódulo sólido em lobo tireoidiano direito medindo 3 cm; ausência de linfonodomegalia cervical.
O próximo passo para o esclarecimento diagnóstico dessa paciente é:
A cirurgia indicada para melhora da qualidade vocal nesse caso é:
Um paciente de 67 anos é submetido à punção de massa periférica de 4 cm. Tem história de tabagismo 40 anos-maço. O diagnóstico é adenocarcinoma. Realizado PET CT e posteriormente EBUS, verifica-se que a doença está em estágio II.
Após a ressecção cirúrgica, a droga mais adequada considerando a presença de mutação EGFR, é:
Uma paciente de 77 anos, relata tosse há 6 meses com expectoração branca e piora da dispneia que, no momento, ocorre aos pequenos esforços. Nega febre. Refere emagrecimento de 3kg nesse período, perda do apetite e dor em região costal E. Ex-tabagista há 10 anos. CT 50 anos-maço. Trouxe TC de tórax, que evidenciou: enfisema parasseptal e centrolobular difuso mais extenso em lobos superiores. Havia também uma opacidade de contorno irregular medindo 3,1 x 3,0 x 3,5 cm, localizada em língula com extensão pleural. Nódulo subpleural em LID de contorno lobulado de 8,0 mm. Linfonodos mais evidentes que o habitual no mediastino de 7,0 mm, situados no espaço pré-vascular. A parede torácica apresentava irregularidade da cortical no 4º e 5º arcos costais à esquerda. Em uma segunda consulta, trouxe o resultado do exame de função pulmonar com estudo da difusão de monóxido de carbono (DLCO). Esse exame mostrava distúrbio ventilatório obstrutivo evidenciado pela redução VEF1/CVF (50% do previsto) pós BD e VEF1 de 48%, com CVF normal. Prova broncodilatadora negativa. A difusão de CO estava acentuadamente reduzida (DLCO hb) = 19% do previsto; o KCO (Hb) muito baixo (24% do previsto) sugere redução do leito capilar pulmonar por enfisema pulmonar extenso. O VA normal, a despeito da obstrução de vias aéreas, sugere presença de hiperinsuflação pulmonar. Para a lingulectomia (ressecção de 2 dos 19 segmentos pulmonares) VEF1 ppo = 0,84L (45% do previsto) e DLCO (Hb)ppo = 2,54 ml/min/mmHg (16% do previsto). Realizou biópsia por punção transtorácica na língula e o histopatológico revelou carcinoma de pulmão não pequenas células (invasivo) moderadamente diferenciado.
Considerando o caso clínico acima, o planejamento terapêutico mais adequado para essa paciente é realizar:
Em um paciente apresentando compressão medular de alto grau, com ou sem mielopatia por um tumor radiossensível (por exemplo, mieloma múltiplo), a conduta recomendada é:
A intervenção mais apropriada para integrar o plano de tratamento dessa paciente é:
Considerando o entendimento atual sobre a etiologia da anemia relacionada ao câncer, a explicação que melhor descreve a fisiopatologia para a anemia no contexto da paciente apresentada é a seguinte:
Sabendo que essa paciente tem indicação de radioterapia e tratamento sistêmico adjuvantes, é correto afirmar que:
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
Considerando a anatomia cirúrgica do esôfago, o nervo provavelmente lesionado foi o:
A conduta mais adequada nesse caso é:
A conduta mais adequada para essa paciente é: