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I - Como a hepatite C é uma inflamação que causa necrose e fibrose do fígado, mesmo após a cura, há casos em que é necessário acompanhamento contínuo para a identificação precoce de possíveis quadros de descompensação hepática e carcinoma hepatocelular.
II - Todas as pessoas tratadas, mesmo aquelas com escore APRI (AST to platelet ratio index) < 1 antes do tratamento, têm indicação de realizar exames de imagem, como elastografia ou ultrassonografia, para avaliar o grau de fibrose hepática após o início do tratamento.
III - Pacientes com fibrose avançada (estágio F3) ou cirrose (estágio F4) devem ser rastreados para carcinoma hepatocelular pelo menos uma vez a cada seis meses após a cura. O rastreio deve ser feito com ultrassonografia, podendo ser complementado com outros exames, como alfafetoproteína.
IV - Nos casos de cirrose, ainda deve ser feita vigilância adicional para varizes de esôfago com endoscopia a cada um ou dois anos naqueles que já tinham varizes anteriormente, ou que apresentem evidências (ultrassonográficas ou laboratoriais) de piora da doença hepática.
Em relação às afirmativas acima, é CORRETO afirmar que:
Dentre as alternativas a seguir, marque a alternativa que contenha a conduta inicial CORRETA frente ao quadro.
Os resultados foram:
• Anti-HBc total reagente
• IgM anti-HBc não reagente
• Anti-HBs reagente
• HBsAg não reagente
• HBeAg e anti-HBe não reagentes
• Alanina aminotransferase 27 U/L (VR: 7 - 56/L)
• HBV-DNA não detectável
• Ultrassonografia de abdome (20/08/25): hepatomegalia leve e discretas alterações texturais hepáticas
Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Hepatite B e Coinfecções (2023), marque a alternativa CORRETA.
Exames complementares recentes:
HCV-RNA: 1.240.000 UI/mL
Anti-HIV: não reagente
Anti-HBV: não reagente
Segundo a Nota Técnica Nº 5/2025-CGHV/.DATHI/SVSA/MSC, que atualiza os esquemas terapêuticos para hepatite C, marque a alternativa CORRETA quanto à conduta indicada neste caso.
Exames laboratoriais recentes mostram:
HBsAg: reagente; Anti-HBc total: reagente; HBeAg: não reagente; Anti-HBe: reagente; Anti-HBs: não reagente; aspartato aminotransferase 12 U/L (VR: 5 - 40U/L); TGP 22 U/L (VR: 7 - 56/L); Carga viral HBV: 5.400 UI/mL; Anti-HIV: não reagente; TFG: 86mL/min/1,73m²
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas PrEP HIV 2025, marque a alternativa CORRETA quanto ao uso de PrEP para HIV nesta paciente1.
Porta exames laboratoriais recentes: creatinina 0,57 mg/dL (VR: 0,5-1,2mg/dL), aspartato aminotransferase 20 U/L (VR: 5 - 40U/L), alanina aminotransferase 27 U/L (VR: 7 - 56/L), gama-glutamil transferase 17 U/L (VR: < 50U/L) e Interferon Gamma Release Assay (IGRA) positivo.
Radiografia de tórax sem alterações.
Com base na Nota Informativa Nº 4/2023-CGDR/.DCCI/SVS/MS, marque a alternativa CORRETA.
( ) O ácido tricloroacético (ATA) a 80–90% pode ser utilizado durante a gestação, desde que aplicado por profissional treinado.
( ) A podofilina é medicação tópica, sendo o seu uso seguro durante a gestação.
( ) A eletrocauterização é indicada para lesões exofíticas ou volumosas, exigindo anestesia local e equipamento específico.
( ) A exérese cirúrgica permite avaliação histopatológica e é especialmente indicada para lesões volumosas ou pedunculadas.
( ) A crioterapia com nitrogênio líquido é atóxica, bem tolerada e pode ser utilizada em gestantes.
Marque a alternativa que corresponda, na ordem de cima para baixo, à sequência CORRETA.
Com relação às situações em que pode ser encontrado anti-HBc total isolado, analise as afirmativas a seguir:
I - Durante a janela imunológica de HBsAg na infecção aguda em resolução: período entre a soroconversão de HBsAg para anti-HBs. O teste para anti-HBc IgM também deve ser positivo, por ser esta a classe de anticorpos predominante.
II - Por exposição prévia ao vírus, situação mais comum em populações com risco intermediário ou alto para infecção pelo HBV: pode ocorrer após a cura funcional (indetecção de HBsAg) e o declínio dos títulos de anti-HBs; o resultado HBsAg não reagente pode decorrer da produção de HBsAg em níveis abaixo do ponto de corte, caracterizando infecção oculta.
III - Por resultado falso-positivo de anti-HBc, evento frequente, devido à alta sensibilidade dos testes atuais. Essa hipótese é comum mesmo em áreas de alta prevalência de HBV.
IV - Por mutações de HBsAg, levando a resultados falso-negativos para HBsAg. Ocorrem raramente, mas há casos descritos, constituindo diagnóstico de exclusão.
Marque a alternativa CORRETA.