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Q3948504 Medicina
Dois pacientes do sexo masculino, ambos com fibrilação atrial permanente e uso irregular de anticoagulante, são atendidos pelo SAMU em momentos distintos, com diagnóstico clínico de isquemia aguda de membro inferior, ambos com início súbito dos sintomas há menos de 6 horas.

 •     Paciente A


        Dor intensa em membro inferior esquerdo;

        Extremidade fria e pálida;

        Pulsos distais ausentes;

        Sensibilidade tátil discretamente reduzida em pododáctilos;

        Força muscular preservada;

        Dor exacerbada à palpação, sem rigidez muscular.



•      Paciente B


        Dor muito intensa em membro inferior direito;

        Extremidade fria, pálida e marmórea;

        Pulsos distais ausentes;

        Hipoestesia extensa do pé e da perna distal;

        Déficit motor evidente (dificuldade para dorsiflexão do pé);

        Dor espontânea menos intensa no momento da avaliação.



Considerando a classificação de gravidade da isquemia aguda, o prognóstico do membro e a conduta mais adequada no atendimento pré-hospitalar, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3948503 Medicina

Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.


Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.


Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?

Alternativas
Q3948502 Medicina

Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.


Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?

Alternativas
Q3948501 Medicina

Mulher, 29 anos é atendida pelo SAMU em domicílio, 5 dias após tireoidectomia total por bócio multinodular. Refere início súbito de parestesias periorais e em extremidades, seguido de espasmos musculares dolorosos nas mãos. Evoluiu com ansiedade intensa e dificuldade para falar. Ao exame: consciente, ansiosa, mãos em posição de espasmo carpopedal. Sinal de Trousseau positivo. ECG no monitor: QTc prolongado. A acompanhante informa que a paciente recebeu alta hospitalar há 48 horas e não iniciou suplementação prescrita.


Diante do quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada no ambiente pré-hospitalar?

Alternativas
Q3948500 Medicina

Homem, 64 anos, encontrado em domicílio após episódio de síncope. Histórico de doença coronariana e insuficiência cardíaca. Ao atendimento inicial pelo SAMU, apresenta-se consciente, porém confuso. Após estabilização primária, são observados os seguintes parâmetros: Glasgow: 13 (O3 V4 M6); PA: 86 × 52 mmHg (PAM ≈ 63 mmHg), após 500 mL de cristaloide; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 92% com O₂ suplementar a 4 L/min. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Lactato capilar: 4,1 mmol/L. ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST. Durante a avaliação secundária, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica, apesar das medidas iniciais.


Considerando os critérios de gravidade e os princípios do atendimento pré-hospitalar, qual é a conduta MAIS adequada em relação ao transporte?

Alternativas
Q3948499 Medicina

Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU após episódio de rebaixamento agudo do nível de consciência. A cuidadora refere urina turva e com odor fétido há 2 dias, sem febre. Possui antecedentes de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%) e doença renal crônica estágio 3. Faz uso regular de furosemida, carvedilol e losartana. Ao exame: Glasgow: 12 (O3 V4 M5); Temperatura= 36,1 °C; FC= 96 bpm; FR= 30 irpm; PA= 92 × 58 mmHg; SpO₂= 93% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Diurese referida nas últimas 12 horas: mínima. Glicemia capilar: 168 mg/dL.


Durante a monitorização, o acesso venoso periférico é obtido com dificuldade. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada no ambiente pré-hospitalar?

Alternativas
Q3948498 Medicina
Homem, 58 anos, é encontrado inconsciente em via pública. Equipe do SAMU inicia atendimento pré-hospitalar. Ao chegar ao local, o paciente encontrava-se em parada cardiorrespiratória, sem pulso central palpável, apneico. O monitor cardíaco evidencia o ritmo caótico, irregular, sem complexos QRS organizados. Imediatamente, são iniciadas manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, com oxigenação e monitorização contínua. Após confirmação do ritmo, qual deve ser a conduta CORRETA segundo o Advanced Cardiac Life Support (ACLS) atual?
Alternativas
Q3948402 Medicina
De acordo com a Portaria MS nº 529/2013, que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente, e com a RDC ANVISA nº 36/2013, assinale a alternativa correta quanto à cultura de segurança e à responsabilidade do profissional de saúde no contexto da assistência pediátrica. 
Alternativas
Q3948401 Medicina
Médico pneumologista pediátrico atua em serviço público de urgência e, durante um plantão, identifica que as condições estruturais do serviço são inadequadas e podem colocar em risco a segurança do paciente. À luz do Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 2.217/2018), diante dessa situação, a conduta eticamente correta é 
Alternativas
Q3948400 Medicina
Um adolescente de 15 anos procura atendimento ambulatorial desacompanhado, comportamento de risco e relata solicita confidencialidade, demonstrando compreensão adequada da situação e das consequências clínicas. Durante a consulta, o médico identifica suspeita fundamentada de violência doméstica. À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) e dos princípios bioéticos, diante desse caso, a conduta ética e legalmente correta é 
Alternativas
Q3948399 Medicina
De acordo com a RDC ANVISA nº 36/2013, é ação obrigatória para a promoção da segurança do paciente em serviços de saúde que realizam assistência em pneumologia pediátrica a 
Alternativas
Q3948398 Medicina
Um lactente de 11 meses de idade, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro pediátrico com história de febre, tosse e irritabilidade. Evoluiu rapidamente com taquipneia intensa (frequência respiratória > 60 irpm), tiragem subcostal e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente, necessitando de oxigenoterapia e internação na UTI Pediátrica com diagnóstico de bronquiolite viral grave, preenchendo os critérios de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O médico da UTI solicita o swab de nasofaringe para painel viral, buscando a confirmação etiológica (ex: Vírus Sincicial Respiratório, Influenza, outros).
Em um cenário de vigilância epidemiológica integrada do SUS, para esse caso, qual é a conduta obrigatória e seu fundamento?  
Alternativas
Q3948396 Medicina
Criança de 7 anos, com paralisia cerebral grave, disfagia orofaríngea e histórico de pneumonias de repetição, apresenta tosse crônica, hipoxemia intermitente e atelectasias basais recorrentes. A estratégia mais adequada para reduzir a progressão da doença pulmonar crônica nesse contexto é 
Alternativas
Q3948395 Medicina
Em crianças com infecções respiratórias recorrentes, qual achado mais fortemente sugere a presença de imunodeficiência subjacente com repercussão pulmonar, devendo motivar investigação imunológica estruturada? m
Alternativas
Q3948394 Medicina
Criança de 2 anos chega à emergência com estridor intenso, cianose e dificuldade respiratória progressiva após suspeita de aspiração de alimento. Encontra-se agitada, com queda da saturação e sinais de instabilidade. Nesse caso, a prioridade imediata é 
Alternativas
Q3948393 Medicina
Lactente de 9 meses, previamente hígido, é levado à emergência após episódio súbito de tosse intensa e engasgo durante a alimentação, evoluindo com sibilância unilateral persistente. Encontra-se hemodinamicamente estável e sem estridor importante, e sua radiografia de tórax é normal. Nesse caso, a conduta mais adequada é
Alternativas
Q3948392 Medicina
Lactente de 2 meses, nascido a termo, sem comorbidades, é avaliado em consulta de puericultura durante período de alta circulação de vírus sincicial respiratório (VRS). Segundo as evidências mais recentes, qual é a estratégia preventiva mais adequada para reduzir o risco de infecção grave nesse paciente, caso a mãe não tenha sido vacinada contra o VSR antes do parto? 
Alternativas
Q3948391 Medicina
Em relação às estratégias de prevenção de doenças respiratórias na infância, assinale a alternativa correta de acordo com as evidências atuais. 
Alternativas
Q3948390 Medicina
Escolar de 8 anos, com história de bronquiectasias não relacionadas à fibrose cística, apresenta tosse produtiva crônica, mas sem diagnóstico de asma e sem evidência de inflamação eosinofílica. A família questiona o uso contínuo de broncodilatadores e corticosteroides inalados. De acordo com as recomendações atuais, a conduta mais adequada para esse caso é 
Alternativas
Q3948389 Medicina
Em relação ao uso de medicamentos inalados no tratamento das doenças respiratórias na infância, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
9101: E
9102: D
9103: C
9104: C
9105: E
9106: B
9107: D
9108: A
9109: D
9110: B
9111: D
9112: E
9113: C
9114: A
9115: E
9116: D
9117: C
9118: B
9119: D
9120: A