Questões de Concurso
Para prefeitura de são josé do cedro - sc
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Batalha das Pipocas
Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.
Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.
Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.
O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.
Texto Adaptado
VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.
Fonte: BARBOSA, 2006 apud DE SOUZA, Isaura Lays Sá Fernandes. Educação infantil e rotina pedagógica. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO − CONEDU, 7., 2020, Maceió-AL.
Diante do contexto apresentado e considerando a função das rotinas no ambiente escolar, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando esse momento como parte das práticas básicas de cuidado, julgue os itens a seguir:
I.O momento deve envolver contato afetuoso, com toque delicado, olhar atento e conversa que acolha e tranquilize a criança.
II.Deve ser realizado por meio de movimentos apressados e bruscos, priorizando apenas a rapidez do procedimento.
III.É importante que o professor ou profissional de apoio torne a ação mecânica e impessoal.
É CORRETO o que se afirma em:
I.A educação especial integra a proposta pedagógica da escola e atende, como público-alvo, estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
II.A educação especial deve atuar de maneira articulada ao ensino comum, orientando práticas pedagógicas para garantir participação e aprendizagem dos alunos.
III.As definições do público-alvo devem ser contextualizadas, reconhecendo que as pessoas e os contextos mudam continuamente, exigindo práticas inclusivas em ambientes heterogêneos.
Assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Vol.?2: formação pessoal e social. Brasília: MEC/SEF, 1998.
Diante do exposto, sobre o ambiente escolar e a segurança relativa aos cuidados com a integridade física e emocional dos alunos, assinale a alternativa CORRETA.
I.O ensino fundamental deve possuir conteúdos mínimos que assegurem uma formação básica comum, respeitando os valores culturais e artísticos nacionais e regionais.
II.O ensino religioso deve integrar os horários normais das escolas públicas, sendo de matrícula facultativa.
III.O ensino fundamental regular será ministrado exclusivamente em língua portuguesa, sem exceções previstas.
Assinale a alternativa CORRETA.
I.A observação das brincadeiras na creche e na pré-escola permite compreender o processo de socialização das crianças. No faz de conta, elas aprendem a lidar com regras, a expressar e controlar emoções, a enfrentar medos e a construir maneiras de entender o mundo ao seu redor.
II.Ao brincar de faz-de-conta, as crianças experimentam diferentes formas de relação, imitam comportamentos adultos, criam novas situações, desenvolvem autonomia e fortalecem suas identidades.
Com base na análise dos itens, é possível AFIRMAR que: