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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 36 anos, passou a apresentar há algumas semanas dor hemicraniana direita, súbita, lancinante, recorrente, com cerca de 20 minutos de duração, acompanhada de hiperemia conjuntival. Há cerca de um ano, apresentou episódios semelhantes. Chegou ao pronto atendimento em busca de alívio para seus sintomas.
O diagnóstico e a conduta imediata, nesse caso, são:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 76 anos, apresentou vesículas dolorosas na metade esquerda da testa. Fez uso de pomadas cicatrizantes por algumas semanas, com resolução das lesões, porém mantendo dor em toda metade da face, à esquerda. Tem feito uso de analgésicos comuns (dipirona, paracetamol etc.), sem melhora.
O provável diagnóstico e a conduta farmacológica, nesse caso, são:
Paciente, de cinco anos, chega ao ambulatório acompanhada da mãe, que relata queixa de que há cerca de sete dias iniciou com febre baixa, mal-estar e náuseas que desapareceram após alguns dias. Ontem, manifestou exantema, primeiro na face, confluente, com edema das bochechas. Posteriormente, evoluiu com exantema maculopapular, de aspecto reticulado. Apresenta também poliartropatia. Os pais se negam a informar sobre vacinas (são contra a vacinação).
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Paciente do sexo masculino, de 45 anos, trabalhador de zona rural, apresenta lesões pápulo-nodulares gomosas, linfangíticas, ascendentes em membro inferior esquerdo de início há cerca de dois meses. Refere ser saudável. Nega alergias a medicamentos.
Nesse caso, o diagnóstico, os resultados laboratoriais e o tratamento de primeira escolha serão, respectivamente, os seguintes:
Paciente do sexo feminino, de 55 anos, menopausada, refere perda de pelos em axilas e membros superiores há cerca de três anos. Perda de sobrancelha de início há um ano. Perda de cabelos em placas de início há cerca de um ano. À tricoscopia das placas, observa-se presença de vários pontos amarelos, alguns pontos pretos e alguns fios peládicos.
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Paciente do sexo feminino, de 15 anos, apresentou há quinze dias quadro de eczema em pálpebras. Iniciou recente tratamento com esteticista com uso de creme amarelado na face e no pescoço. Sem outras lesões no corpo. Usa bijuterias frequentemente.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica é:
Criança de sete anos apresentou há cerca de dez dias coriza, conjuntivite, tosse com febre e linfoadenopatia. Há três dias manifestou na face exantema morbiliforme que espalhou para tronco e extremidades. Na mucosa bucal, apresenta pequenos pontos brancos ligeiramente salientes com halo eritematoso. Os pais se negam a informar sobre vacinas (são contra a vacinação).
Nesse caso, o diagnóstico é:
Paciente de 60 anos, morador de área rural a 800 km de distância, em sua primeira consulta, com lesão em dorso de 1,5 cm de diâmetro com duas cores e bordas irregulares, não sabe precisar a evolução. À dermatoscopia, apresenta área de véu azul acinzentado e alargamento da rede pigmentar.
Nesse caso, qual a conduta a ser adotada?
Criança de 12 meses, com lesões pruriginosas vesicosecretantes-crostosas nas regiões de dobras antecubitais e poplíteas e nos malares, poupando o maciço centrofacial, de início há cerca de um mês. Apresenta pele xerótica sem outras alterações no exame físico. Tem cabelos encaracolados, e crescimento normal de cílios e sobrancelhas. O desenvolvimento neuropsicomotor da criança sempre foi compatível com a idade. Pais referem que a criança era saudável antes do início do quadro. Negam contato com algo diferente antes do aparecimento dos sintomas. Negam uso de medicações. Mãe tem antecedentes de asma.
Nesse caso, qual é o diagnóstico?