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Q3833229 Medicina
Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada. 
Alternativas
Q3833227 Medicina
Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e occipito direita transversa (ODT). Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minuto/ 50 segundos. Batimentos cardiofetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com escore de Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal direito do RN de consistência endurecida e forma cacifo. Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo. 
Alternativas
Q3833226 Medicina
Homem de 45 anos é atendido no pronto-socorro por queixa de dor (EVA 3) em região anal e tumoração local que surgiu há 4 dias. Relata apresentar dificuldade para defecar e classifica suas fezes como Bristol 1. Nega febre ou secreção. Ao exame proctológico, evidenciado nódulo doloroso, firme, de coloração azulada em região anal.
Diante do quadro, qual a conduta mais apropriada? 
Alternativas
Q3833224 Medicina
Mulher de 60 anos realizou ultrassonografia de abdome por queixas ginecológicas que identificou cisto de pâncreas. Complementou investigação com ressonância magnética de abdome que identificou cisto pancreático de 2,6cm em corpo do pâncreas, sem comunicação com ductos pancreáticos, sem nódulo mural ou realce sólido. Ducto pancreático de 3mm. Ca 19-9 dentro da normalidade.
Diante do quadro, qual seria a conduta mais apropriada?
Alternativas
Q3833221 Medicina
Homem de 28 anos, vítima de colisão moto-carro, é admitido no pronto-socorro cerca de 40 minutos após o trauma. Encontra-se agitado, pálido, sudoreico e com dificuldades para falar frases completas. Ao exame inicial, observa-se sangramento ativo pulsátil em ferimento extenso de coxa esquerda, fratura exposta visível e extremidades frias. Sinais vitais aferidos: FC 146bpm, PA 80x42mmHg, FR 28irpm, SpO2 90% em uso de máscara de oxigênio. Diante do quadro exposto, qual seria a conduta imediata mais adequada?
Alternativas
Q3833216 Medicina
Um paciente de 68 anos, com histórico de fibrilação atrial permanente e escore CHA₂DS₂-VASc de 4, faz uso crônico de varfarina (Marevan) para prevenção de AVC isquêmico, mantendo INR alvo entre 2,0 e 3,0. Ele está agendado para uma hernioplastia inguinal eletiva. O médico responsável pelo pré-operatório planeja a suspensão da varfarina e a introdução de uma terapia ponte. Qual é a conduta perioperatória mais adequada e baseada em evidências para o manejo do anticoagulante neste caso, visando equilibrar os riscos de trombose e sangramento cirúrgico? 
Alternativas
Q3833214 Medicina
Um paciente de 55 anos, com histórico epidemiológico positivo para doença de Chagas na infância e disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 3 anos, realiza uma manometria de alta resolução (HRM) como parte da investigação diagnóstica. O exame revela: Pressão de Relaxamento Integrada (IRP) consistentemente elevada (> 15 mmHg). 100% de falha peristáltica (ausência de contrações esofágicas normais). Pressurização panesofágica (pressurização simultânea de todo o esôfago) em 30% das deglutições avaliadas. Com base na Classificação de Chicago versão 4.0 e na apresentação clínica típica de um megaesôfago chagásico, qual é o tipo de acalasia e a conduta clínica inicial mais apropriada para esse caso?
Alternativas
Q3833211 Medicina
Na REMIT, Resposta Endócrino-Metabólica-Imunológica ao Trauma, incluindo os hormônios envolvidos, qual das substâncias abaixo NÃO causa lipólise?
Alternativas
Q3833209 Medicina
Homem 24 anos, portador de esferocitose hereditária. Encaminhado ao ambulatório de cirurgia pela hematologista com indicação de esplenectomia. Ictérico e descorado, traz os seguintes exames laboratoriais: Hemoglobina 7,9 g/dl, bilirrubina total de 12.2 mg/dl, bilirrubina indireta de 11 mg/dl, Gama GT 47 U/l. USG de abdome total mostra esplenomegalia importante e colellitíase. Na consulta, o cirurgião identifica que o paciente é assintomátco da doença biliar e solicita uma colangioressonância. Nessa situação, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3833208 Medicina
A técnica TAR (Transversus Abdominis Release) é usada no tratamento de hérnias ventrais complexas e grandes defeitos da parede abdominal. Em relação a esse procedimento, podemos afirmar que
Alternativas
Q3833206 Medicina
Mulher de 65 anos, ex-tabagista, com diagnóstico de DPOC moderada, usa broncodilatador de longa duração de forma regular. Apresentou três exacerbações no último ano, duas delas exigindo antibiótico. A contagem de eosinófilos é de 320 células/µL. Qual é a conduta adicional mais adequada neste cenário?
Alternativas
Q3833200 Medicina
Mulher de 84 anos, hipertensa e com osteoartrite, é internada por infecção urinária febril associada à desidratação leve. Após melhora clínica e suspensão do antibiótico endovenoso, a equipe passa a notar apatia crescente, lentificação psicomotora, fala monótona, sonolência durante o dia e episódios de desatenção que alternam com períodos de relativa lucidez. A paciente nega alucinações, não apresenta agitação, e o exame neurológico revela força preservada e reflexos normais. A avaliação pelo Confusion Assessment Method mostra início agudo, curso flutuante e desatenção marcante. Qual o diagnóstico mais provável? 
Alternativas
Q3833199 Medicina
Homem de 38 anos é admitido no pronto-socorro após convulsão tônico-clônica generalizada que durou cerca de 15 minutos, evoluindo com confusão mental e dor muscular intensa. Nas horas seguintes, passa a apresentar urina escura e redução importante do volume urinário. Os exames revelam creatinina de 2,3 mg/dL, potássio 6,0 mEq/L, cálcio 7,5 mg/dL e CPK de 15.000 U/L. O débito urinário nas últimas seis horas é de 0,2 mL/kg/h. Qual é a conduta inicial mais adequada? 
Alternativas
Q3833197 Medicina
Com base na Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3833196 Medicina
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, elaborada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão e Sociedade Brasileira de Nefrologia, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3833194 Medicina
Mulher de 45 anos procura atendimento por fadiga progressiva, ganho de peso não explicado e constipação há seis meses. Relata pele mais ressecada, intolerância ao frio e sonolência excessiva. Menciona que a mãe teve “problema na tireoide” e usou hormônio por muitos anos. O exame mostra discreta lentificação psicomotora e pele fria. Os exames revelam TSH 12 mUI/L, T4 livre 0,6 ng/dL e anticorpo anti-TPO positivo. Qual é o diagnóstico e a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3833193 Medicina
Mulher de 52 anos apresenta nefrolitíase recorrente há três anos, além de fadiga crônica, dor óssea difusa e constipação ocasional. Os exames mostram cálcio sérico de 11,6 mg/dL, PTH de 125 pg/mL, fósforo de 2,2 mg/dL, vitamina D de 35 ng/mL e função renal normal. Não utiliza suplementos e não houve imobilização prolongada. Qual é o diagnóstico e o tratamento mais indicado?
Alternativas
Q3833191 Medicina
Homem de 35 anos, portador de lúpus eritematoso sistêmico com artrite e nefrite classe III, iniciou prednisona 1 mg/kg/dia há 10 dias por surto moderado. A partir do sétimo dia, familiares notaram insônia, fala acelerada e euforia, que evoluíram para irritabilidade, alucinações auditivas e comportamento desorganizado nas últimas 48 horas. No exame, está agitado, desatento e taquicárdico (FC 110 bpm), sem febre, rigidez de nuca ou déficits focais. Os exames mostram ureia 36 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 140 mEq/L, glicemia 95 mg/dL, TSH normal e função hepática preservada. A ressonância é normal, o líquor apresenta 2 células/mm³, proteína 28 mg/dL, glicose 65 mg/dL e PCR-HSV negativo. Anti-DNA em queda e C3/C4 em recuperação, afastando neuro-LES ativo. Qual é a conduta mais apropriada? 
Alternativas
Q3833190 Medicina
Homem de 65 anos, natural de Limoeiro (PE), portador de cirrose hepática alcoólica há oito anos, chega ao hospital de referência em Recife com dispneia progressiva há 10 dias e dor torácica leve à direita, sem febre, tosse ou perda de peso. Relata aumento do volume abdominal e edema em membros inferiores. Encontra-se em bom estado geral, com mucosas descoradas e icterícia discreta. Ao exame, apresenta ascite moderada, edema bilateral de pernas (2+/4+) e redução do murmúrio vesicular na base direita, com macicez até o terço médio do hemitórax. A pressão arterial é 104×68 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm e saturação de 93% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia derrame pleural volumoso à direita, sem sinais de consolidação. A toracocentese mostra proteína pleural de 1,8 g/dL, DHL 120 U/L, relação proteína pleural/sérica de 0,3, relação DHL pleural/sérica de 0,4, glicose de 95 mg/dL, pH 7,45, citologia com poucas células mesoteliais sem predomínio celular e cultura negativa. Com base no quadro clínico e laboratorial, qual o diagnóstico mais provável? 
Alternativas
Q3833189 Medicina
Mulher de 70 anos, diabética tipo 2, com infarto prévio há 2 anos, usa metformina 1000 mg/dia. Está assintomática, com HbA1c de 7,5%, TFG de 68 mL/min/1,73 m², LDL de 72 mg/dL, pressão bem controlada e IMC de 29 kg/m². Segundo as Diretrizes da SBD 2025, qual é a melhor estratégia para otimizar o controle metabólico e reduzir o risco cardiovascular? 
Alternativas
Respostas
2981: A
2982: B
2983: D
2984: B
2985: B
2986: C
2987: C
2988: C
2989: A
2990: D
2991: C
2992: E
2993: B
2994: A
2995: E
2996: B
2997: C
2998: B
2999: B
3000: E