Questões de Concurso
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RAJAGOPALAN, K. Línguas nacionais como bandeiras patrióticas, ou a linguística que nos deixou na mão: observando mais de perto o chauvinismo linguístico emergente no Brasil. In: SILVA, F. L. da; RAJAGOPALAN, K. (org.). A linguística que nos faz falhar: investigação crítica. São Paulo: Parábola, 2004. p. 14 (adaptado).
Com base nas informações apresentadas, quanto ao uso de léxico estrangeiro associado à tecnologia computacional e à Internet, assinale a opção correta.
Uma atividade condizente com o objetivo de aprendizagem estipulado pela professora é solicitar que os estudantes
Considerando essa situação e as atuais concepções de letramento literário, a modificação mais adequada a ser realizada pela professora em sua sequência didática é
Nessa situação, uma prática pedagógica adequada para se trabalhar com o gênero sugerido pelos alunos é
Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.
Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
AZEVEDO, A. O cortiço. SP: Ática, 1995. p. 36.
Uma das características da literatura está na literariedade, termo cunhado pelo formalismo russo na tentativa de identificar propriedades presentes nas obras literárias que as diferenciam de outros discursos produzidos na sociedade.
No fragmento apresentado de O cortiço, a literariedade está presente no trecho
ROJO, R. H. R. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012 (adaptado).
Nesse contexto, ao preparar uma atividade para o desenvolvimento do letramento digital em uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), o professor deve considerar que
O período do Romantismo é fruto de dois grandes acontecimentos na história da humanidade: a Revolução Francesa e a Revolução Industrial. As duas revoluções provocaram e geraram novos processos, desencadeando forças que resultaram na formação da sociedade moderna, moldando, em grande parte, os seus ideais (sociais). As instituições políticas tradicionais sofreram fortes abalos e as fronteiras entre os povos foram modificadas, o que criou novo equilíbrio entre as nações.
FALBEL, N. Os fundamentos históricos do Romantismo. In: GUINSBURG, J. (org.). O romantismo. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2011. p. 23-50 (adaptado).
TEXTO 2
A ideia de que a literatura brasileira deve ser interessada foi expressa por toda a nossa crítica tradicional, desde Ferdinand Denis e Almeida Garrett. Para os românticos, a literatura brasileira começava propriamente, em virtude do tema indianista, com Durão e Basílio, reputados, por este motivo, superiores a Cláudio e Gonzaga.
CANDIDO, A. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 6. ed. v. 2, Belo Horizonte: Itatiaia, 2000. p. 27-28 (adaptado).
Considerando-se os textos apresentados e o que se refere à História da Literatura, é correto afirmar que um dos principais fatores que motivou o surgimento do movimento romântico no Brasil foi
Dudu gostava muito de brincar de ser, brincava todos os dias na escola. Aliás, acho que foi ele quem inventou essa brincadeira.
– Vamos brincar de ser?
– Vamos! Eu vou ser a princesa!
– Eu vou ser a fada!
Mariana e Lili falaram ao mesmo tempo. Elas adoravam essa brincadeira.
– Eu vou ser a bruxa!
– disse Dudu.
– Mas, Dudu, homens não podem ser bruxas! Você pode ser um mago...
Dudu não queria, ele gostava mesmo era de ser a bruxa. Os amigos da escola acabaram se acostumando.
MARTINS, G. da C. O menino que brincava de ser. 4. ed. São Paulo: DCL, 2000 (adaptado).
TEXTO 2
Os juízos de valor que constituem a literatura são historicamente variáveis e têm, eles próprios, uma estreita relação com as ideologias sociais. Eles se referem, em última análise, não apenas ao gosto particular, mas aos pressupostos pelos quais certos grupos sociais exercem e mantêm o poder sobre outros.
EAGLETON, T. Teoria da literatura: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006 (adaptado).
Considerando-se os textos apresentados, é correto afirmar que os textos literários possibilitam discutir os papéis atribuídos aos gêneros feminino e masculino na sociedade porque
SILVA, J. P. S. A poesia marginal e a perspectiva do pós-modernismo. Ibanceira: Revista de Letras da Universidade do Estado do Pará, p. 19-28, abr./jun. 2017 (adaptado).
Considerando as características dessa vertente poética, assinale a opção que apresenta um exemplo desse tipo de poesia.
Eu quero os manos, os manos, os manos, os manos, as minas, as minas, as minas, as minas levante as mãos e é só curtir, guerreiros e guerreiras curtem hip-hop, rap som do gueto firmo então pode vir. (x2)
É o som do gueto (hu, hu)/ Pode vir (hu, hu)/ Hip-hop (hu, hu)
Canto firme, sou black charme o rap, os mano e as mina que firmo (hey, hey)
Tô chegando na balada pra sentir, o clima é de festa, ver as mina olha sorrir, e os mano ver as minas aquele jeito pra curtir enfim o rap reina nas balada black black e black black.
NOVAMENTS. Manos e Minas. Disponível em: https://www.letras.mus.br/novaments/. Acesso em: 7 maio 2024.
Em uma aula cujo objetivo era combater o preconceito linguístico, uma professora da 2ª série do Ensino Médio apresentou aos seus alunos o rap intitulado Manos e Minas, apresentado acima. Por meio da canção, a docente ofereceu aos estudantes a possibilidade de discutirem sobre o “pretoguês”, termo criado pela professora e antropóloga Lélia Gonzalez, que o define como marca de africanização do português falado no Brasil.
Considerando essa situação, assinale a opção que apresenta uma ação pedagógica adequada à reflexão sociolinguística, no âmbito do combate ao racismo linguístico, conforme pretendido pela professora ao trabalhar essa canção.
Available at: https://journals.sagepub.com/. Accessed on: August 27, 2024 (adapted).
According to the text, it is correct to state that
When planning a reading test for her 9th grade class, a teacher inserted sentences in the text that did not initially belong there, but discussed the same topic. She then asked students to locate these sentences.
In this case, what reading strategy is this test assessing?
T: Hello, class!
Ss: Hi, teacher.
T: Today, I am going to introduce a new verb tense to you: the simple past. The simple past tense is used to describe actions or events that happened in the past. For example, If I say, “I walked to school yesterday,” what tense am I using?
(The teacher writes the sentences on the blackboard)
Ss: It is easy. It is simple past.
T: Ok, very good. What happened to the verb in the sentence?
Ss: You added “-ed.”
(The teacher underlines “-ed” in a different color)
T: Great. So, to change from the present tense to the past tense, with regular verbs, we simply add “-ed” to the verb. If the verb ends in “-y” preceded by a consonant, we drop the “-e” and add “-ied”, ok? Now let’s practice. Change the verbs below from present to past tense.
Scenario II: An English teacher (T) introduces the simple past tense to a group of 7th-grade students (Ss, S1, S2).
T: Hello, class!
Ss: Hello, teacher.
T: What day is today?
Ss: It is Monday.
T: Excellent. So, can you tell me what you did yesterday?
S1: I watch a movie on TV.
T: You watched a movie on TV, how nice.
S2: I played soccer with my friends.
T: Great. Now let’s practice. Sit in pairs and talk to your friend about things you did last week.
(The teacher observes their performances and assists them when required).
We can state about scenario I and scenario II, respectively, that
MACHADO, L. de P.; SILVA, A. S.; COSTA, R. F. da; FARIA, I. G. Metodologias ativas aplicadas em dois cursos técnicos pelos docentes no IFTO, Câmpus Palmas. Educação: Teoria e Prática, [S. l.], v. 32, n. 65, 2022 (adapted).
In light of the previous information, one activity that aligns with the assumptions of active methodologies is the use of
An English teacher analyzes the written work of her class of basic level students and notices that some errors are recurrent, related to orthographic and/or phonological similarities to the mother tongue (L1), such as: (1) the transit in São Paulo is bad; (2) when she was a child, she studied at a public college; (3) I want to study a stranger language. The challenge for the teacher is to find strategies to facilitate the understanding and correction of these errors in order to help her students develop greater autonomy and awareness of them, as well as to promote more effective learning.
TEXT 2
Errors, once considered obstacles in behaviorist theory, are now recognized as an essential part of learning. This requires a pedagogical approach that values them as teaching tools and encourages students to learn from them and become autonomous in their correction and learning. If we want our students to become good fishermen, we need to use a correction method that teaches them how to fish without giving them the fish.
FIGUEIREDO, F. J. Q. Aprendendo com os erros – uma perspectiva comunicativa do ensino de línguas. 4ª edição: São Paulo: Parábola, 2023 (adapted).
In view of the information provided, the teacher should
Based on this scenario, the approach that best fosters critical reflection and promotes understanding of English as a lingua franca should require the teacher to
KUMARAVADIVELU, B. Understanding language teaching: from method to postmethod. New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, 2006 (adapted).
Considering the ideas contained in the text, a successful lesson plan should include activities that
HERRERO, C. Integrating Screen Media into the Language Curriculum. In: HERRERO, C.; SUAREZ, M. F. Teaching Languages with Screen Media: pedagogical reflections. London: Bloomsbury Academy, 2023 (adapted).
Taking into consideration the importance of helping students develop transmedia skills, what would be an appropriate activity to be assigned by a High School teacher?
In this context, the language concept that supported this lesson is
• explicit correction, which refers to the explicit provision of the correct form; • recast, which involves the teacher’s reformulation of all or part of a student’s utterance, minus the error;
• clarification requests, which indicate to students either that their utterance has been misunderstood by the teacher or that the utterance is ill-formed in some way;
• metalinguistic feedback, which contains either comments, information or questions related to the well-formedness of the student’s utterance;
• elicitation, where the teacher prompts the students to correct themselves by asking questions or pausing to allow them to complete the teacher’s utterance correctly;
• repetition, where the teacher repeats the student’s error, often with a change in intonation to highlight the mistake.
LYSTER, R.; RANTA, L. Corrective feedback and learner uptake: Negotiation of form in communicative classrooms. Studies in Second Language Acquisition, n. 19, p. 37-66, 1997 (adapted).
In an Elementary English class, the teacher asks the students to introduce themselves. The first student stands up and says, “Hi, my name is Carlos. I from Venezuela. I have 12 years old.” The teacher didn’t want to demotivate the students by pointing out the errors because he believes making errors is part of the learning process. So, he used a type of corrective feedback by saying, “I am from Venezuela. I am 12 years old.”
Considering this scenario, to correct the student’s utterance in Text 2, the teacher used a type of corrective feedback known as