Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de bom despacho - mg

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Q3995393 Pedagogia
A Lei nº 9.394/1996 disciplina a organização dos sistemas de ensino no Brasil, estabelecendo competências específicas para a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

Considerando as disposições da LDB acerca das competências dos entes federativos na educação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3995386 Português
Leia o texto para responder à questão proposta


Coordenação Pedagógica: Mediação e Gestão


O coordenador pedagógico configura-se como um agente estratégico no interior da organização escolar, cuja atuação se ancora no domínio das diretrizes que orientam a proposta pedagógica da instituição, bem como na participação ativa em seus processos de elaboração e ressignificação, em consonância com as demandas concretas do contexto educativo. Nessa perspectiva, sua função ultrapassa a dimensão meramente operacional, assumindo caráter eminentemente mediador, ao favorecer a produção de sentidos no âmbito da prática educativa e ao fomentar a reflexão crítica acerca das ações pedagógicas desenvolvidas pelos docentes.

Ao exercer tal mediação, o coordenador pedagógico consolida-se como elemento articulador entre teoria e prática, promovendo a interlocução entre os diferentes sujeitos do processo educativo e contribuindo para a qualificação do trabalho docente. Sua atuação, portanto, não se restringe à orientação técnica, mas implica a indução de processos reflexivos, a problematização das práticas instituídas e o estímulo à construção coletiva de estratégias pedagógicas mais eficazes e contextualizadas.

Sob o ponto de vista da gestão, importa destacar que a atuação desse profissional não se limita à administração de recursos humanos em uma perspectiva tradicional, centrada no controle e na hierarquização das relações. Ao contrário, insere-se em uma lógica de gestão participativa, na qual se privilegia a administração com os sujeitos, pautada no diálogo, na escuta qualificada e na corresponsabilização pelos resultados educacionais. Tal postura revela-se fundamental para a consolidação de ambientes escolares democráticos e comprometidos com a aprendizagem significativa.

No que concerne às suas atribuições, observa-se que estas se caracterizam pela amplitude e complexidade, não sendo passíveis de esgotamento em uma enumeração exaustiva. Dentre elas, destacam-se a coordenação dos processos de construção, implementação e avaliação do projeto político-pedagógico, o acompanhamento sistemático da execução curricular, a promoção de ações de formação continuada voltadas ao desenvolvimento profissional docente, bem como a proposição de projetos educativos orientados à formação integral e cidadã dos estudantes. Ademais, compete-lhe intervir, quando necessário, nas situações que envolvem dificuldades de aprendizagem ou demandas específicas dos educandos, desde que tais aspectos repercutam no processo pedagógico.

Cumpre salientar que o conjunto dessas atribuições evidencia a indissociabilidade entre as dimensões pedagógica e administrativa no exercício da coordenação. Inserido na equipe gestora, o coordenador pedagógico assume a condição de cogestor, participando ativamente da organização das rotinas escolares, do planejamento institucional e da tomada de decisões. Tal posição requer o desenvolvimento de competências relacionadas à liderança pedagógica, à gestão de processos e à articulação de equipes, sempre orientadas pelo princípio da garantia da qualidade social da educação.

Diante disso, infere-se que o coordenador pedagógico ocupa lugar central na dinâmica escolar, na medida em que atua como elo integrador entre as proposições teóricas e as práticas efetivamente realizadas no cotidiano da escola. Sua atuação qualificada é condição indispensável para a efetivação de uma gestão democrática e para a consolidação de práticas educativas que promovam o desenvolvimento pleno dos estudantes, em consonância com os princípios de equidade, participação e compromisso social.
Considere o seguinte trecho do texto:

“[...] favorecendo a produção de sentidos no âmbito da prática educativa e ao fomentar a reflexão crítica acerca das ações pedagógicas desenvolvidas pelos docentes.” A partir desse fragmento e das estruturas linguísticas recorrentes no texto, analise as proposições a seguir acerca do emprego do acento indicativo de crase em possíveis reescritas:

I. A expressão “no âmbito da prática educativa” poderia ser corretamente reescrita como “no âmbito à prática educativa”, caso se quisesse enfatizar a ideia de direção.
II. Em uma reescrita do trecho “ao fomentar a reflexão crítica”, a forma “à reflexão crítica” estaria correta caso o verbo fosse substituído por outro que exigisse preposição “a”.
III. No trecho “acerca das ações pedagógicas”, a substituição por “à cerca das ações pedagógicas” manteria a correção gramatical e o sentido original.
IV. Considerando a estrutura do texto, seria correto o emprego de crase em construções como “à medida que se desenvolvem as práticas pedagógicas”, por se tratar de locução conjuntiva feminina.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3995385 Português
Leia o texto para responder à questão proposta


Coordenação Pedagógica: Mediação e Gestão


O coordenador pedagógico configura-se como um agente estratégico no interior da organização escolar, cuja atuação se ancora no domínio das diretrizes que orientam a proposta pedagógica da instituição, bem como na participação ativa em seus processos de elaboração e ressignificação, em consonância com as demandas concretas do contexto educativo. Nessa perspectiva, sua função ultrapassa a dimensão meramente operacional, assumindo caráter eminentemente mediador, ao favorecer a produção de sentidos no âmbito da prática educativa e ao fomentar a reflexão crítica acerca das ações pedagógicas desenvolvidas pelos docentes.

Ao exercer tal mediação, o coordenador pedagógico consolida-se como elemento articulador entre teoria e prática, promovendo a interlocução entre os diferentes sujeitos do processo educativo e contribuindo para a qualificação do trabalho docente. Sua atuação, portanto, não se restringe à orientação técnica, mas implica a indução de processos reflexivos, a problematização das práticas instituídas e o estímulo à construção coletiva de estratégias pedagógicas mais eficazes e contextualizadas.

Sob o ponto de vista da gestão, importa destacar que a atuação desse profissional não se limita à administração de recursos humanos em uma perspectiva tradicional, centrada no controle e na hierarquização das relações. Ao contrário, insere-se em uma lógica de gestão participativa, na qual se privilegia a administração com os sujeitos, pautada no diálogo, na escuta qualificada e na corresponsabilização pelos resultados educacionais. Tal postura revela-se fundamental para a consolidação de ambientes escolares democráticos e comprometidos com a aprendizagem significativa.

No que concerne às suas atribuições, observa-se que estas se caracterizam pela amplitude e complexidade, não sendo passíveis de esgotamento em uma enumeração exaustiva. Dentre elas, destacam-se a coordenação dos processos de construção, implementação e avaliação do projeto político-pedagógico, o acompanhamento sistemático da execução curricular, a promoção de ações de formação continuada voltadas ao desenvolvimento profissional docente, bem como a proposição de projetos educativos orientados à formação integral e cidadã dos estudantes. Ademais, compete-lhe intervir, quando necessário, nas situações que envolvem dificuldades de aprendizagem ou demandas específicas dos educandos, desde que tais aspectos repercutam no processo pedagógico.

Cumpre salientar que o conjunto dessas atribuições evidencia a indissociabilidade entre as dimensões pedagógica e administrativa no exercício da coordenação. Inserido na equipe gestora, o coordenador pedagógico assume a condição de cogestor, participando ativamente da organização das rotinas escolares, do planejamento institucional e da tomada de decisões. Tal posição requer o desenvolvimento de competências relacionadas à liderança pedagógica, à gestão de processos e à articulação de equipes, sempre orientadas pelo princípio da garantia da qualidade social da educação.

Diante disso, infere-se que o coordenador pedagógico ocupa lugar central na dinâmica escolar, na medida em que atua como elo integrador entre as proposições teóricas e as práticas efetivamente realizadas no cotidiano da escola. Sua atuação qualificada é condição indispensável para a efetivação de uma gestão democrática e para a consolidação de práticas educativas que promovam o desenvolvimento pleno dos estudantes, em consonância com os princípios de equidade, participação e compromisso social.
A relação lógico-discursiva entre o quarto e o quinto parágrafos revela um encadeamento que pode ser descrito como:
Alternativas
Q3995384 Português
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Coordenação Pedagógica: Mediação e Gestão


O coordenador pedagógico configura-se como um agente estratégico no interior da organização escolar, cuja atuação se ancora no domínio das diretrizes que orientam a proposta pedagógica da instituição, bem como na participação ativa em seus processos de elaboração e ressignificação, em consonância com as demandas concretas do contexto educativo. Nessa perspectiva, sua função ultrapassa a dimensão meramente operacional, assumindo caráter eminentemente mediador, ao favorecer a produção de sentidos no âmbito da prática educativa e ao fomentar a reflexão crítica acerca das ações pedagógicas desenvolvidas pelos docentes.

Ao exercer tal mediação, o coordenador pedagógico consolida-se como elemento articulador entre teoria e prática, promovendo a interlocução entre os diferentes sujeitos do processo educativo e contribuindo para a qualificação do trabalho docente. Sua atuação, portanto, não se restringe à orientação técnica, mas implica a indução de processos reflexivos, a problematização das práticas instituídas e o estímulo à construção coletiva de estratégias pedagógicas mais eficazes e contextualizadas.

Sob o ponto de vista da gestão, importa destacar que a atuação desse profissional não se limita à administração de recursos humanos em uma perspectiva tradicional, centrada no controle e na hierarquização das relações. Ao contrário, insere-se em uma lógica de gestão participativa, na qual se privilegia a administração com os sujeitos, pautada no diálogo, na escuta qualificada e na corresponsabilização pelos resultados educacionais. Tal postura revela-se fundamental para a consolidação de ambientes escolares democráticos e comprometidos com a aprendizagem significativa.

No que concerne às suas atribuições, observa-se que estas se caracterizam pela amplitude e complexidade, não sendo passíveis de esgotamento em uma enumeração exaustiva. Dentre elas, destacam-se a coordenação dos processos de construção, implementação e avaliação do projeto político-pedagógico, o acompanhamento sistemático da execução curricular, a promoção de ações de formação continuada voltadas ao desenvolvimento profissional docente, bem como a proposição de projetos educativos orientados à formação integral e cidadã dos estudantes. Ademais, compete-lhe intervir, quando necessário, nas situações que envolvem dificuldades de aprendizagem ou demandas específicas dos educandos, desde que tais aspectos repercutam no processo pedagógico.

Cumpre salientar que o conjunto dessas atribuições evidencia a indissociabilidade entre as dimensões pedagógica e administrativa no exercício da coordenação. Inserido na equipe gestora, o coordenador pedagógico assume a condição de cogestor, participando ativamente da organização das rotinas escolares, do planejamento institucional e da tomada de decisões. Tal posição requer o desenvolvimento de competências relacionadas à liderança pedagógica, à gestão de processos e à articulação de equipes, sempre orientadas pelo princípio da garantia da qualidade social da educação.

Diante disso, infere-se que o coordenador pedagógico ocupa lugar central na dinâmica escolar, na medida em que atua como elo integrador entre as proposições teóricas e as práticas efetivamente realizadas no cotidiano da escola. Sua atuação qualificada é condição indispensável para a efetivação de uma gestão democrática e para a consolidação de práticas educativas que promovam o desenvolvimento pleno dos estudantes, em consonância com os princípios de equidade, participação e compromisso social.
No trecho “Sob o ponto de vista da gestão, importa destacar que a atuação desse profissional não se limita [...] Ao contrário, insere-se em uma lógica de gestão participativa”, a expressão “Ao contrário” indica que o autor: 
Alternativas
Q3995383 Pedagogia
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Coordenação Pedagógica: Mediação e Gestão


O coordenador pedagógico configura-se como um agente estratégico no interior da organização escolar, cuja atuação se ancora no domínio das diretrizes que orientam a proposta pedagógica da instituição, bem como na participação ativa em seus processos de elaboração e ressignificação, em consonância com as demandas concretas do contexto educativo. Nessa perspectiva, sua função ultrapassa a dimensão meramente operacional, assumindo caráter eminentemente mediador, ao favorecer a produção de sentidos no âmbito da prática educativa e ao fomentar a reflexão crítica acerca das ações pedagógicas desenvolvidas pelos docentes.

Ao exercer tal mediação, o coordenador pedagógico consolida-se como elemento articulador entre teoria e prática, promovendo a interlocução entre os diferentes sujeitos do processo educativo e contribuindo para a qualificação do trabalho docente. Sua atuação, portanto, não se restringe à orientação técnica, mas implica a indução de processos reflexivos, a problematização das práticas instituídas e o estímulo à construção coletiva de estratégias pedagógicas mais eficazes e contextualizadas.

Sob o ponto de vista da gestão, importa destacar que a atuação desse profissional não se limita à administração de recursos humanos em uma perspectiva tradicional, centrada no controle e na hierarquização das relações. Ao contrário, insere-se em uma lógica de gestão participativa, na qual se privilegia a administração com os sujeitos, pautada no diálogo, na escuta qualificada e na corresponsabilização pelos resultados educacionais. Tal postura revela-se fundamental para a consolidação de ambientes escolares democráticos e comprometidos com a aprendizagem significativa.

No que concerne às suas atribuições, observa-se que estas se caracterizam pela amplitude e complexidade, não sendo passíveis de esgotamento em uma enumeração exaustiva. Dentre elas, destacam-se a coordenação dos processos de construção, implementação e avaliação do projeto político-pedagógico, o acompanhamento sistemático da execução curricular, a promoção de ações de formação continuada voltadas ao desenvolvimento profissional docente, bem como a proposição de projetos educativos orientados à formação integral e cidadã dos estudantes. Ademais, compete-lhe intervir, quando necessário, nas situações que envolvem dificuldades de aprendizagem ou demandas específicas dos educandos, desde que tais aspectos repercutam no processo pedagógico.

Cumpre salientar que o conjunto dessas atribuições evidencia a indissociabilidade entre as dimensões pedagógica e administrativa no exercício da coordenação. Inserido na equipe gestora, o coordenador pedagógico assume a condição de cogestor, participando ativamente da organização das rotinas escolares, do planejamento institucional e da tomada de decisões. Tal posição requer o desenvolvimento de competências relacionadas à liderança pedagógica, à gestão de processos e à articulação de equipes, sempre orientadas pelo princípio da garantia da qualidade social da educação.

Diante disso, infere-se que o coordenador pedagógico ocupa lugar central na dinâmica escolar, na medida em que atua como elo integrador entre as proposições teóricas e as práticas efetivamente realizadas no cotidiano da escola. Sua atuação qualificada é condição indispensável para a efetivação de uma gestão democrática e para a consolidação de práticas educativas que promovam o desenvolvimento pleno dos estudantes, em consonância com os princípios de equidade, participação e compromisso social.
A progressão argumentativa do texto constrói uma representação do coordenador pedagógico que se afasta de concepções reducionistas de sua função. Nesse sentido, a estratégia discursiva predominante consiste em:
Alternativas
Q3995365 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A pessoa com deficiência tem direito à educação:
Alternativas
Q3995364 Pedagogia
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o ensino fundamental tem duração mínima de:
Alternativas
Q3995363 Pedagogia
A educação infantil, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, atende crianças de:
Alternativas
Q3995362 Legislação Federal
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação é dever:
Alternativas
Q3995361 Pedagogia
A Lei nº 12.764/2012 garante à pessoa com TEA:
Alternativas
Q3995360 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional trata principalmente:.
Alternativas
Q3995359 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência garante principalmente:
Alternativas
Q3995351 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3995350 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está correta:
Alternativas
Q3995349 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
No trecho “O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções”, o termo “capaz” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3995348 Português
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O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está correto: 
Alternativas
Q3995347 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3995346 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a flexão de gênero do substantivo está correta, de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3995345 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
No trecho “Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar”, o pronome demonstrativo “Tal” retoma, no texto, a ideia de:
Alternativas
Q3995344 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
O conectivo “Em contrapartida”, presente no segundo parágrafo, estabelece, no contexto em que se insere, uma relação de:
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: D
84: C
85: C
86: B
87: C
88: A
89: C
90: B
91: A
92: B
93: A
94: D
95: B
96: B
97: C
98: C
99: B
100: B