Questões de Concurso Comentadas para cespe / cebraspe

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Q3407579 Inglês
Text CG2A1-I

    Industry, government and law enforcement agencies are in race to keep up with the vast cybercrime ecosystem, experts say, as cybercriminals and malicious actors increasingly exploit the digital economy. “The global law enforcement community is struggling with the sheer volume of cyber-related crimes,” Jürgen Stock, the Secretary-General of INTERPOL, said during the World Economic Forum’s 2024 Annual Meeting in Davos. “The crime statistics only go in one direction, which is up.”
     Cybercrime rose significantly during the COVID-19 pandemic. Currently, large and sophisticated cybercrimes continue to be deployed today. They are also becoming more expensive for the targeted companies and organizations. The average global cost of a data breach reached US$ 4.45 million last year, according to the latest research, the highest level ever recorded.
    In Davos, experts maintain that so-called security by design is key to bolstering cyber resilience. The concept of security by design entails building cybersecurity protocols into software and hardware products from the earliest development stage. This approach allows safeguards to be embedded at each state of operation and limits the chances of cybersecurity vulnerabilities emerging as products develop and are put into use. “It has become an imperative for the digital public infrastructure,” Debjani Ghosh, President of Indian technology non-profit NASSCOM, said of security by design.
     The international community needs to “start thinking about the processes we can put in place to make sure that we can support each other and defend each other’s public infrastructures,” Sadie Creese, a Professor of Cybersecurity at the University of Oxford, said in Davos.

Internet: <weforum.org> (adapted).

Based on text CG2A1-I, judge the following item.
Replacing ‘sheer’ (second sentence of the first paragraph) with massive would preserve the original meaning and maintain the grammatical correctness of the text. 
Alternativas
Q3407578 Inglês
Text CG2A1-I

    Industry, government and law enforcement agencies are in race to keep up with the vast cybercrime ecosystem, experts say, as cybercriminals and malicious actors increasingly exploit the digital economy. “The global law enforcement community is struggling with the sheer volume of cyber-related crimes,” Jürgen Stock, the Secretary-General of INTERPOL, said during the World Economic Forum’s 2024 Annual Meeting in Davos. “The crime statistics only go in one direction, which is up.”
     Cybercrime rose significantly during the COVID-19 pandemic. Currently, large and sophisticated cybercrimes continue to be deployed today. They are also becoming more expensive for the targeted companies and organizations. The average global cost of a data breach reached US$ 4.45 million last year, according to the latest research, the highest level ever recorded.
    In Davos, experts maintain that so-called security by design is key to bolstering cyber resilience. The concept of security by design entails building cybersecurity protocols into software and hardware products from the earliest development stage. This approach allows safeguards to be embedded at each state of operation and limits the chances of cybersecurity vulnerabilities emerging as products develop and are put into use. “It has become an imperative for the digital public infrastructure,” Debjani Ghosh, President of Indian technology non-profit NASSCOM, said of security by design.
     The international community needs to “start thinking about the processes we can put in place to make sure that we can support each other and defend each other’s public infrastructures,” Sadie Creese, a Professor of Cybersecurity at the University of Oxford, said in Davos.

Internet: <weforum.org> (adapted).

Based on text CG2A1-I, judge the following item.
Industrial and governmental organizations are working to match the speed of cybercrime development.
Alternativas
Q3407576 Inglês
Text CG2A1-I

    Industry, government and law enforcement agencies are in race to keep up with the vast cybercrime ecosystem, experts say, as cybercriminals and malicious actors increasingly exploit the digital economy. “The global law enforcement community is struggling with the sheer volume of cyber-related crimes,” Jürgen Stock, the Secretary-General of INTERPOL, said during the World Economic Forum’s 2024 Annual Meeting in Davos. “The crime statistics only go in one direction, which is up.”
     Cybercrime rose significantly during the COVID-19 pandemic. Currently, large and sophisticated cybercrimes continue to be deployed today. They are also becoming more expensive for the targeted companies and organizations. The average global cost of a data breach reached US$ 4.45 million last year, according to the latest research, the highest level ever recorded.
    In Davos, experts maintain that so-called security by design is key to bolstering cyber resilience. The concept of security by design entails building cybersecurity protocols into software and hardware products from the earliest development stage. This approach allows safeguards to be embedded at each state of operation and limits the chances of cybersecurity vulnerabilities emerging as products develop and are put into use. “It has become an imperative for the digital public infrastructure,” Debjani Ghosh, President of Indian technology non-profit NASSCOM, said of security by design.
     The international community needs to “start thinking about the processes we can put in place to make sure that we can support each other and defend each other’s public infrastructures,” Sadie Creese, a Professor of Cybersecurity at the University of Oxford, said in Davos.

Internet: <weforum.org> (adapted).

Based on text CG2A1-I, judge the following item.
According to the concept of security by design, cybersecurity protocols must be put in place during software’s latest phases of development. 
Alternativas
Q3407541 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

As quatro orações que compõem o último período do texto compartilham o mesmo sujeito referencial.
Alternativas
Q3407538 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

Considerando a organização do texto anterior, seus aspectos linguísticos e as informações nele veiculadas, julgue o item a seguir. 

De acordo com o texto, não é impróprio denominar a Lua de planeta.

Alternativas
Q3407536 Português
        Desde que não seja um satélite natural, como a Lua, um corpo celeste do sistema solar merece o status de planeta apenas se obedecer a três condições: estar em órbita em torno do Sol; ter massa suficiente para que sua gravidade o leve a apresentar uma forma quase redonda; e ter a vizinhança de sua órbita livre de objetos significativos que possam entrar no seu caminho. Foi com esse trio de regras objetivas que a União Astronômica Internacional (IAU) aposentou, em 26/8/2006, o conceito antigo e vago de planeta, associado à ideia de um corpo errante e luminoso que podia ser visto no céu. 
        Os oito primeiros planetas do sistema solar (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) se encaixavam na nova caracterização. O então ainda considerado nono planeta, o caçulinha da turma, descoberto apenas em 1930, não. “Plutão é um ‘planeta anão’ segundo a definição acima e é reconhecido como o protótipo de uma nova categoria de objetos transnetunianos [situados depois de Netuno]”, escreveu a direção da IAU na resolução B6, divulgada naquela data.
        No mesmo documento, a entidade determina que um planeta anão, além de não ser um satélite, deve obedecer às duas primeiras condições impostas aos planetas, mas não é necessário que sua órbita seja livre de outros corpos celestes.    
        As decisões da resolução resguardaram o conceito de planeta dentro do sistema solar para apenas oito objetos conhecidos. Se a mudança não tivesse sido adotada, outros objetos do cinturão de Kuiper, muito parecidos com Plutão, também teriam de ser considerados planetas. Descoberto em 2005, o objeto transnetuniano denominado Éris era um desses casos. Com massa maior que a de Plutão, chegou a ser anunciado como um novo planeta — até que a resolução da IAU barrou sua entrada no clube planetário, expulsou Plutão da turma e reduziu seus membros a oito.

        Marcos Pivetta. Na órbita do Planeta 9. In: Revista Pesquisa FAPESP, n.º 351, maio/2025. Internet: (com adaptações).

O texto caracteriza-se como predominantemente argumentativo, uma vez que se baseia na expressão e na defesa de opiniões próprias de seu autor.
Alternativas
Q3407517 Legislação Federal

Julgue o item a seguir, no que diz respeito ao mandado de segurança individual e coletivo.

Caso já tenha sido interposto recurso de agravo de instrumento para pleitear a reforma de decisão que deferiu liminar em mandado de segurança, a pessoa jurídica de direito público interessada estará impedida de requerer a suspensão da segurança enquanto não for julgado o recurso de agravo.

Alternativas
Q3407516 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, no que diz respeito ao mandado de segurança individual e coletivo.

De acordo com a jurisprudência do STF, na hipótese de óbito do impetrante durante a fase de conhecimento do mandado de segurança, haverá a imediata a suspensão do processo para sucessão do espólio ou dos herdeiros.

Alternativas
Q3407515 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, no que diz respeito ao mandado de segurança individual e coletivo.

Suponha que um indivíduo pretenda impetrar mandado de segurança contra decisão judicial proferida por um órgão da justiça militar sob o argumento de ter sido teratológico o pronunciamento judicial. Nessa situação, caso seja cabível a interposição de recurso com efeito suspensivo para impugnar a decisão em questão, não será permitida a concessão de mandado de segurança, por expressa vedação constante na Lei do Mandado de Segurança.

Alternativas
Q3407514 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, no que diz respeito ao mandado de segurança individual e coletivo.

Considere que um servidor público tenha impetrado mandado de segurança contra ato administrativo praticado por autoridade pública no exercício de suas funções e que o juiz, mediante sentença, tenha denegado o mandado de segurança e extinguido o processo sem resolução de mérito, devido à ausência de prova pré-constituída. Nessa situação, caso surjam novas provas, o servidor público poderá renovar o pedido de mandado de segurança, desde que observado o prazo decadencial.

Alternativas
Q3407513 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, no que diz respeito ao mandado de segurança individual e coletivo.

Conforme entendimento do STF, embora não sejam exigíveis para a impetração do mandado de segurança coletivo por associação civil a autorização expressa dos associados e a relação nominal destes, ambas constituem requisitos necessários para a cobrança de valores retroativos reconhecidos em decisão de mérito do mandado de segurança.

Alternativas
Q3407512 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, que diz respeito à ação direta de inconstitucionalidade (ADI), arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), ordem dos processos e processos de competência originária dos tribunais.

Ao estabelecerem os legitimados para a propositura de ADI perante o respectivo tribunal de justiça, os estados-membros devem, obrigatoriamente, incluir o chefe do Ministério Público estadual entre os legitimados ativos.

Alternativas
Q3407511 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, que diz respeito à ação direta de inconstitucionalidade (ADI), arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), ordem dos processos e processos de competência originária dos tribunais.

A tramitação simultânea de ADI no STF e de incidente de arguição de inconstitucionalidade em tribunal de segunda instância, tendo ambos por objeto a validade do mesmo dispositivo legal, configura hipótese de cabimento de reclamação constitucional perante o STF.

Alternativas
Q3407510 Direito Constitucional

Julgue o item a seguir, que diz respeito à ação direta de inconstitucionalidade (ADI), arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), ordem dos processos e processos de competência originária dos tribunais.

O ajuizamento de ADI perante tribunal de justiça estadual impede o conhecimento de ADPF pelo STF em face do mesmo ato do poder público, salvo quando, por exemplo, a controvérsia envolver questão constitucional relevante cuja solução extrapole o interesse local e exija uniformização em âmbito nacional.

Alternativas
Q3407509 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Julgue o item a seguir, em relação à ação popular, ação civil pública, capacidade processual e postulatória, procuradores e competência absoluta e relativa.

Não se presume a necessidade de concessão da gratuidade de justiça quando a parte revel, citada por edital, é assistida por curador especial.

Alternativas
Q3407508 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Julgue o item a seguir, em relação à ação popular, ação civil pública, capacidade processual e postulatória, procuradores e competência absoluta e relativa.

O Ministério Público não possui legitimidade para propor ação civil pública com o objetivo de tutelar direitos individuais homogêneos disponíveis e divisíveis, ainda que presente a relevância social do bem jurídico protegido.

Alternativas
Q3407507 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Julgue o item a seguir, em relação à ação popular, ação civil pública, capacidade processual e postulatória, procuradores e competência absoluta e relativa.

Não é reconhecida como válida a petição eletrônica assinada por advogado que não possui procuração nos autos, ainda que nesta conste o nome de outro advogado devidamente constituído no processo.

Alternativas
Q3407506 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015

Julgue o item a seguir, em relação à ação popular, ação civil pública, capacidade processual e postulatória, procuradores e competência absoluta e relativa.

É cabível o ajuizamento de ação popular para a defesa de interesses individuais homogêneos de natureza tributária, desde que a demanda esteja fundamentada na ocorrência de lesão ao patrimônio público.

Alternativas
Q3407504 Direito Civil

Julgue o item a seguir, acerca da responsabilidade civil, das preferências e privilégios creditórios e da proteção de dados pessoais.

O empregador possui responsabilidade objetiva pelos atos ilícitos praticados por seus empregados, no exercício do trabalho ou em razão dele, ainda que o ilícito decorra de culpa in vigilando.

Alternativas
Q3407503 Direito Civil

Julgue o item a seguir, acerca da responsabilidade civil, das preferências e privilégios creditórios e da proteção de dados pessoais.

Em caso de insolvência do devedor, o crédito pelos impostos devidos à fazenda pública no ano anterior goza de privilégio especial.

Alternativas
Respostas
10981: C
10982: C
10983: E
10984: E
10985: E
10986: E
10987: E
10988: E
10989: C
10990: C
10991: E
10992: C
10993: E
10994: C
10995: C
10996: E
10997: C
10998: E
10999: C
11000: E