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Q3916927 Direito Administrativo
A Lei Federal de n.º 14.230/2021 promoveu grande atualização na Lei 8.429/2021, que dispõe da improbidade administrativa. Uma das alterações mais substanciais ocorridas foi a:
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Q3916926 Direito Administrativo
Com relação à administração pública direta e indireta, pode-se afirmar que:
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Q3916925 Direito Administrativo
Com base no disposto na Lei Federal de n.º 9.784/1999, têm legitimidade para interpor recurso administrativo:
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Q3916924 Direito Administrativo
Conforme dispõe a Lei de n.º 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da administração Pública Federal, pode-se afirmar que os atos administrativos devem ser motivados por meio de:
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Q3916923 Legislação Federal
A Lei Federal n.º 11.091/2005 dispõe que o desenvolvimento do servidor de carreira dar-se-á, exclusivamente, pela mudança de nível de capacitação e de padrão de vencimento mediante, respectivamente:
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Q3916922 Ética na Administração Pública
Nos termos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado:
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Q3916921 Direito Administrativo
O princípio da supremacia do interesse público sobre o privado é basilar, pois está presente tanto no momento de elaboração da lei quanto no momento de aplicação desta pela Administração Pública. Com relação a esse princípio, pode-se afirmar que ele é:
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Q3916920 Direito Administrativo
Gael, servidor público efetivo da UFRJ, foi demitido após procedimento administrativo que apontou improbidade administrativa do agente. Depois de buscar apoio jurídico, Gael obteve sentença judicial transitada em julgada, que reconheceu falhas no procedimento. Diante do êxito obtido, o servidor busca retornar ao cargo anteriormente ocupado, o que poderá ser feito pelo provimento de:
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Q3916919 Direito Administrativo
Conforme disposto na Lei Federal de n.º 8.112/1990, constituem indenizações ao servidor:
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Q3916918 Direito Administrativo
A Lei Federal de n.º 8.112/1990 estabelece o prazo de validade dos concursos públicos no âmbito federal. Com base nessa Lei, determinado concurso, estabelecido pelo prazo de 1 (um) ano, poderá ser prorrogado:
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Q3916616 Saúde Pública
Uma Unidade Básica de Saúde tem recebido queixas frequentes de usuários sobre mau atendimento e longos tempos de espera. Para enfrentar o problema, a gestora implementa um protocolo aumentando o número mínimo de atendimentos por turno para tentar “tornar o atendimento mais humanizado e eficiente”. No entanto, após um mês da mudança, os trabalhadores relatam exaustão e aumento de conflitos internos. Segundo as diretrizes do Programa Nacional de Humanização (PNH), qual princípio ou diretriz da política está sendo diretamente desconsiderado pela estratégia adotada?
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Q3916615 Psiquiatria
Um adolescente de 16 anos é levado por familiares a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) apresentando agitação psicomotora, discurso desorganizado e comportamento de risco. A equipe afirma que “a UPA não atende casos psiquiátricos” e orienta que a família retorne no dia seguinte ao CAPS para melhor avaliação.
Considerando as diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no SUS, a conduta da UPA foi: 
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Q3916614 Medicina
Durante uma consulta de rotina em uma Unidade Básica de Saúde, a mãe de uma adolescente recusa a aplicação da vacina contra o HPV, alegando ter visto nas redes sociais que “a vacina pode estimular o início precoce da vida sexual” e que a filha “não precisa se vacinar agora, porque ainda não é sexualmente ativa”.
Considerando as recomendações oficiais do Programa Nacional de Imunização, a conduta correta da equipe de saúde é:
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Q3916613 Saúde Pública
Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), alguns profissionais optaram por não notificar casos suspeitos de dengue, justificando que “o município já está em período de endemia há anos e a notificação não muda nada, uma vez que a vigilância epidemiológica já tem os dados de série histórica.”
Considerando o Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, a conduta dos profissionais foi
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Q3916612 Saúde Pública
Um relatório da Secretaria Estadual de Saúde apresenta os DALYs atribuídos às principais causas de carga de doença na população adulta. O documento destaca que a hipertensão arterial, mesmo apresentando mortalidade relativamente estável, continua entre as maiores causas de DALYs no estado.
Considerando o conceito de DALY, a posição da hipertensão no ranking indica que
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Q3916611 Saúde Pública
A 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986) é considerada um marco da Reforma Sanitária Brasileira. Considerando o papel dessa Conferência no processo de formulação do SUS, é correto afirmar que ela
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Q3916609 Saúde Pública
Em um município, a Secretaria de Saúde implantou um programa de acompanhamento de hipertensos e diabéticos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Entretanto, para acessar a consulta com nutricionista, é necessário agendamento presencial, às 7 horas da manhã, no ambulatório de especialidades na região central do município. As vagas têm sido preenchidas quase que exclusivamente por pessoas cadastradas nas UBSs centrais ou que conseguem chegar muito cedo, enquanto usuários que trabalham em horário comercial ou residem em bairros mais distantes relatam dificuldade de acesso ao serviço.
Considerando as diretrizes do SUS, a situação descrita representa:
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Q3916606 Português
Leia o texto do médico hematologista e pesquisador Dimas Covas para responder à questão.

Vacinas: soberania nacional e o coletivo

        Desde o final do século 18, quando o médico inglês Edward Jenner observou que mulheres que ordenhavam vacas não contraíam varíola, uma doença de altíssima letalidade, e descobriu que era a exposição aos animais infectados que conferia imunidade a elas, a vacinação evoluiu significativamente e se consolidou como uma das ferramentas mais poderosas da saúde pública. Graças às vacinas, a varíola foi erradicada e diversas doenças contagiosas foram controladas. Sua eficácia depende, porém, de dois pilares fundamentais: informação confiável e acesso garantido.

        A disseminação de boatos e de teorias conspiratórias que põem em dúvida a segurança das vacinas ganhou visibilidade, sobretudo nos Estados Unidos, com os movimentos “antivacina”, que desencorajam a população de se proteger de doenças contagiosas e evitáveis. Em vez de incentivar a prevenção de doenças, prestam um desserviço à população, contrariando os esforços globais para evitar novas pandemias. Com isso, aumenta a hesitação vacinal, que tem contribuído para a volta de outras doenças antes controladas, como coqueluche, poliomielite e sarampo.

        No caso do sarampo, que é uma doença altamente contagiosa, a situação é ainda mais preocupante. Recentemente, conforme notificou a Organização Pan-Americana da Saúde, foram registrados em dez países das Américas surtos da doença, que já havia sido eliminada em grande parte do continente. O Canadá e o México foram os países mais afetados, seguidos pelos Estados Unidos. No Texas e no Novo México, ocorreram três mortes, todas de pessoas não vacinadas.

        Em muitos países, a escassez de vacinas e as dificuldades logísticas são o principal problema. A pandemia de covid-19 escancarou essa vulnerabilidade: enquanto os países ricos monopolizavam as doses, os outros, dependentes da produção externa, tinham de esperar ações da diplomacia internacional. Foi nesse contexto que as vacinas se consolidaram como instrumentos de soft power: distribuir imunizantes e tecnologias tornou-se uma forma de construir prestígio e criar alianças.

        O Brasil, onde existe um dos mais abrangentes programas públicos de vacinação do mundo, tem tradição e legitimidade nesse campo. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan ampliaram a capacidade de produção de vacinas. Em maio deste ano, o País firmou um acordo estratégico com a Gavi, a Vaccine Alliance, para fornecer vacinas a países de baixa e média renda da África e da América Latina.

        Esse tipo de cooperação reforça o papel do Brasil como ator relevante na saúde global, em particular no eixo Sul-Sul, e transforma solidariedade em política externa.

        O século 21 será marcado pela capacidade dos países de garantir inovação, prevenção e acesso à saúde. O Brasil tem a oportunidade de transformar sua tradição em vacinas num poderoso instrumento de soft power. O País pode e deve posicionar-se como líder de uma nova diplomacia em saúde, usando vacinas também como alicerce de uma política externa solidária, inovadora e estratégica.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.11.2025. Adaptado)
Considere as passagens:
•  ... e descobriu que era a exposição aos animais infectados que conferia imunidade a elas... (1° parágrafo)
•  Com isso, aumenta a hesitação vacinal... (2° parágrafo)
Reescreve-se em conformidade com a norma-padrão a oração destacada do 1° parágrafo e indica-se a correta referência do pronome destacado do 2° parágrafo, respectivamente, em:
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Q3916605 Português
Leia o texto do médico hematologista e pesquisador Dimas Covas para responder à questão.

Vacinas: soberania nacional e o coletivo

        Desde o final do século 18, quando o médico inglês Edward Jenner observou que mulheres que ordenhavam vacas não contraíam varíola, uma doença de altíssima letalidade, e descobriu que era a exposição aos animais infectados que conferia imunidade a elas, a vacinação evoluiu significativamente e se consolidou como uma das ferramentas mais poderosas da saúde pública. Graças às vacinas, a varíola foi erradicada e diversas doenças contagiosas foram controladas. Sua eficácia depende, porém, de dois pilares fundamentais: informação confiável e acesso garantido.

        A disseminação de boatos e de teorias conspiratórias que põem em dúvida a segurança das vacinas ganhou visibilidade, sobretudo nos Estados Unidos, com os movimentos “antivacina”, que desencorajam a população de se proteger de doenças contagiosas e evitáveis. Em vez de incentivar a prevenção de doenças, prestam um desserviço à população, contrariando os esforços globais para evitar novas pandemias. Com isso, aumenta a hesitação vacinal, que tem contribuído para a volta de outras doenças antes controladas, como coqueluche, poliomielite e sarampo.

        No caso do sarampo, que é uma doença altamente contagiosa, a situação é ainda mais preocupante. Recentemente, conforme notificou a Organização Pan-Americana da Saúde, foram registrados em dez países das Américas surtos da doença, que já havia sido eliminada em grande parte do continente. O Canadá e o México foram os países mais afetados, seguidos pelos Estados Unidos. No Texas e no Novo México, ocorreram três mortes, todas de pessoas não vacinadas.

        Em muitos países, a escassez de vacinas e as dificuldades logísticas são o principal problema. A pandemia de covid-19 escancarou essa vulnerabilidade: enquanto os países ricos monopolizavam as doses, os outros, dependentes da produção externa, tinham de esperar ações da diplomacia internacional. Foi nesse contexto que as vacinas se consolidaram como instrumentos de soft power: distribuir imunizantes e tecnologias tornou-se uma forma de construir prestígio e criar alianças.

        O Brasil, onde existe um dos mais abrangentes programas públicos de vacinação do mundo, tem tradição e legitimidade nesse campo. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan ampliaram a capacidade de produção de vacinas. Em maio deste ano, o País firmou um acordo estratégico com a Gavi, a Vaccine Alliance, para fornecer vacinas a países de baixa e média renda da África e da América Latina.

        Esse tipo de cooperação reforça o papel do Brasil como ator relevante na saúde global, em particular no eixo Sul-Sul, e transforma solidariedade em política externa.

        O século 21 será marcado pela capacidade dos países de garantir inovação, prevenção e acesso à saúde. O Brasil tem a oportunidade de transformar sua tradição em vacinas num poderoso instrumento de soft power. O País pode e deve posicionar-se como líder de uma nova diplomacia em saúde, usando vacinas também como alicerce de uma política externa solidária, inovadora e estratégica.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.11.2025. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão e o sentido original, na passagem do 3° parágrafo “Recentemente, conforme notificou a Organização Pan-Americana da Saúde, foram registrados em dez países das Américas surtos da doença, que já havia sido eliminada em grande parte do continente.”, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
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Q3916604 Português
Leia o texto do médico hematologista e pesquisador Dimas Covas para responder à questão.

Vacinas: soberania nacional e o coletivo

        Desde o final do século 18, quando o médico inglês Edward Jenner observou que mulheres que ordenhavam vacas não contraíam varíola, uma doença de altíssima letalidade, e descobriu que era a exposição aos animais infectados que conferia imunidade a elas, a vacinação evoluiu significativamente e se consolidou como uma das ferramentas mais poderosas da saúde pública. Graças às vacinas, a varíola foi erradicada e diversas doenças contagiosas foram controladas. Sua eficácia depende, porém, de dois pilares fundamentais: informação confiável e acesso garantido.

        A disseminação de boatos e de teorias conspiratórias que põem em dúvida a segurança das vacinas ganhou visibilidade, sobretudo nos Estados Unidos, com os movimentos “antivacina”, que desencorajam a população de se proteger de doenças contagiosas e evitáveis. Em vez de incentivar a prevenção de doenças, prestam um desserviço à população, contrariando os esforços globais para evitar novas pandemias. Com isso, aumenta a hesitação vacinal, que tem contribuído para a volta de outras doenças antes controladas, como coqueluche, poliomielite e sarampo.

        No caso do sarampo, que é uma doença altamente contagiosa, a situação é ainda mais preocupante. Recentemente, conforme notificou a Organização Pan-Americana da Saúde, foram registrados em dez países das Américas surtos da doença, que já havia sido eliminada em grande parte do continente. O Canadá e o México foram os países mais afetados, seguidos pelos Estados Unidos. No Texas e no Novo México, ocorreram três mortes, todas de pessoas não vacinadas.

        Em muitos países, a escassez de vacinas e as dificuldades logísticas são o principal problema. A pandemia de covid-19 escancarou essa vulnerabilidade: enquanto os países ricos monopolizavam as doses, os outros, dependentes da produção externa, tinham de esperar ações da diplomacia internacional. Foi nesse contexto que as vacinas se consolidaram como instrumentos de soft power: distribuir imunizantes e tecnologias tornou-se uma forma de construir prestígio e criar alianças.

        O Brasil, onde existe um dos mais abrangentes programas públicos de vacinação do mundo, tem tradição e legitimidade nesse campo. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan ampliaram a capacidade de produção de vacinas. Em maio deste ano, o País firmou um acordo estratégico com a Gavi, a Vaccine Alliance, para fornecer vacinas a países de baixa e média renda da África e da América Latina.

        Esse tipo de cooperação reforça o papel do Brasil como ator relevante na saúde global, em particular no eixo Sul-Sul, e transforma solidariedade em política externa.

        O século 21 será marcado pela capacidade dos países de garantir inovação, prevenção e acesso à saúde. O Brasil tem a oportunidade de transformar sua tradição em vacinas num poderoso instrumento de soft power. O País pode e deve posicionar-se como líder de uma nova diplomacia em saúde, usando vacinas também como alicerce de uma política externa solidária, inovadora e estratégica.

(https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.11.2025. Adaptado)
Na passagem do 1° parágrafo “Sua eficácia depende, porém, de dois pilares fundamentais: informação confiável e acesso garantido.”, as vírgulas e o sinal de dois-pontos são empregados, correta e respectivamente, pelos seguintes motivos:
Alternativas
Respostas
5361: E
5362: C
5363: D
5364: C
5365: E
5366: D
5367: A
5368: C
5369: C
5370: B
5371: E
5372: E
5373: A
5374: E
5375: C
5376: B
5377: D
5378: A
5379: D
5380: B