Questões de Concurso Público AL-RR 2026 para Técnico Legislativo Especializado - Técnico em Enfermagem

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Q4156542 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
Uma palavra formada com prefixo de negação está em:
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Q4156543 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
Uma das premissas de que parte o autor do texto é a de que
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Q4156544 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
No contexto em que se encontra, o segmento que acabamos não valorizando o caminho (1° parágrafo) expressa ideia de
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Q4156545 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
Mantendo as relações de sentido e a correção gramatical, o segmento sublinhado no trecho em que se valorizam tanto os fins e os objetivos (1º parágrafo) pode ser substituído por:
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Q4156546 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. (2º parágrafo)

Sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical, os elementos sublinhados na frase acima podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q4156547 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em um contexto como o que estamos vivendo, em que se valorizam tanto os fins e os objetivos, e em que se propala tanto o "foco na meta", temos perdido o sentido e o valor do meio do caminho. Estamos sendo tão condicionados a focar nas metas (que, aliás, na maior parte das vezes nem são efetivamente nossas, mas impostas) que acabamos não valorizando o caminho. Cada vez mais, o caminho tem se reduzido a mero intervalo de tempo e espaço entre o começo e o fim; entre a definição da meta e seu cumprimento. Com isso, a existência humana vem empobrecendo e se reduzindo a um simples mecanismo de "desempenho", de "obtenção" de metas, que, uma vez atingidas, são substituídas por outras, em uma dinâmica insaciável e frustrante. Esse "apagamento" do meio, do caminho, da via, apresenta-se, a meu ver, como uma das causas mais importantes do desastroso processo de desumanização que estamos sofrendo, pois a desvalorização do caminho corresponde, em última análise, à desvalorização da experiência. E como é possível a realização da nossa humanização sem a realização da experiência da vida?

    Sem metas, não é possível a nossa autorrealização enquanto seres humanos; porém, sema experiência do caminho tal realização se torna incompleta, vazia e, portanto, falsa. Daí a importância de aprendermos as lições sobre o saber viver o caminho; sobre o saber viver as experiências que encontramos na via da vida, e nos tornarmos mais humanos com elas e por causa delas.


(Adaptado de: GALLIAN, Dante. É próprio do humano: uma odisseia do autoconhecimento e da autorrealização em 12 lições. Rio de Janeiro: Record, 2022, edição digital) 
As palavras "que" sublinhadas no 1º parágrafo referem-se, respectivamente, aos seguintes termos:
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Q4156548 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.

    A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala de aula. 

    Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.

    Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo. A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática pedagógica.

    Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.

    Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país. 


(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. (2º parágrafo)

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
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Q4156549 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.

    A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala de aula. 

    Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.

    Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo. A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática pedagógica.

    Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.

    Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país. 


(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
Considerando os argumentos e as conclusões do texto, está INCORRETA a ideia de que
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Q4156550 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.

    A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala de aula. 

    Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.

    Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo. A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática pedagógica.

    Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.

    Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país. 


(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
A palavra "Todavia" (início do 3º parágrafo) introduz, no contexto, uma
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Q4156551 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.

    A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala de aula. 

    Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.

    Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo. A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática pedagógica.

    Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.

    Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país. 


(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país.

O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o sublinhado na frase acima está em:
Alternativas
Q4156552 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em uma era em que a tecnologia é onipresente em todas as esferas da vida, seu papel na Educação tornou-se ainda mais crucial. No entanto, apesar dos benefícios evidentes, muitas escolas no Brasil enfrentam desafios significativos quando se trata de integrar efetivamente a tecnologia na sala de aula.

    A utilização de tecnologia na escola proporciona inúmeras vantagens. Ela pode tornar o aprendizado mais dinâmico, acessível e personalizado, de modo que os alunos explorem conceitos de forma interativa e engajadora. Além disso, ferramentas digitais podem ampliar o acesso a recursos educacionais, permitindo que alunos e professores explorem informações além dos limites físicos da sala de aula. 

    Todavia, a realidade em muitas escolas brasileiras é bem diferente. A falta de recursos financeiros é um dos principais obstáculos para a implementação eficaz da tecnologia na educação. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, como computadores e acesso à internet de qualidade, dificultando o uso pleno das ferramentas digitais.

    Além disso, a falta de capacitação dos professores para utilizara tecnologia de forma eficaz também é um desafio significativo. A formação adequada é essencial para que os educadores possam integrar a tecnologia de maneira eficiente em seu currículo e prática pedagógica.

    Outra questão crucial é a disparidade no acesso à tecnologia entre as diferentes regiões do país. Enquanto em áreas urbanas os recursos podem ser mais abundantes, em regiões rurais e periféricas o acesso à internet pode ser limitado ou inexistente, criando uma divisão digital que aprofunda as desigualdades educacionais.

    Diante destes desafios, é fundamental que o governo, as instituições educacionais e a sociedade como um todo trabalhem em conjunto para superar as barreiras à utilização da tecnologia na escola. Isso inclui investimentos em infraestrutura tecnológica, programas de capacitação para professores e políticas públicas que promovam o acesso equitativo à tecnologia em todas as regiões do país. 


(Disponível em: www.fadc.org.br/noticias/tecnologia-e-educacao. Adaptado)
O termo empregado para retomar uma palavra anteriormente usada no texto está sublinhado em:
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Q4156553 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Volta e meia aparece alguém declarando que não gosta de arte contemporânea. Assim, na lata, sem maiores especificações. Normalmente, nesses casos, o contemporâneo entra como uma espécie de estilo tardio; não se gosta da arte contemporânea, mas sim do impressionismo, por exemplo. O que sobressai aí é uma percepção (uma irritação) de que a partir de algum momento na história teria se perdido o foco, e qualquer gesto, por mais arbitrário que pareça, passou a poder reivindicar legitimidade artística. Nostalgias à parte, multiplicaram-se as formas de arte e diversificaram-se as genealogias poéticas.


(Adaptado de: OSORIO, Luiz Camillo. Arte contemporânea brasileira. In: Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança (org. André Botelho e Lilia Moritz Schwarcz). Companhia das Letras) 
O verbo sublinhado (reivindicar) no texto pode ser substituído, sem prejuízo para o seu sentido, por:
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Q4156554 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Volta e meia aparece alguém declarando que não gosta de arte contemporânea. Assim, na lata, sem maiores especificações. Normalmente, nesses casos, o contemporâneo entra como uma espécie de estilo tardio; não se gosta da arte contemporânea, mas sim do impressionismo, por exemplo. O que sobressai aí é uma percepção (uma irritação) de que a partir de algum momento na história teria se perdido o foco, e qualquer gesto, por mais arbitrário que pareça, passou a poder reivindicar legitimidade artística. Nostalgias à parte, multiplicaram-se as formas de arte e diversificaram-se as genealogias poéticas.


(Adaptado de: OSORIO, Luiz Camillo. Arte contemporânea brasileira. In: Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança (org. André Botelho e Lilia Moritz Schwarcz). Companhia das Letras) 
Há sujeito indeterminado, que não se quer ou não se pode identificar, no seguinte trecho:
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Q4156555 Português
Atenção: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Volta e meia aparece alguém declarando que não gosta de arte contemporânea. Assim, na lata, sem maiores especificações. Normalmente, nesses casos, o contemporâneo entra como uma espécie de estilo tardio; não se gosta da arte contemporânea, mas sim do impressionismo, por exemplo. O que sobressai aí é uma percepção (uma irritação) de que a partir de algum momento na história teria se perdido o foco, e qualquer gesto, por mais arbitrário que pareça, passou a poder reivindicar legitimidade artística. Nostalgias à parte, multiplicaram-se as formas de arte e diversificaram-se as genealogias poéticas.


(Adaptado de: OSORIO, Luiz Camillo. Arte contemporânea brasileira. In: Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança (org. André Botelho e Lilia Moritz Schwarcz). Companhia das Letras) 
Ao mencionar o sentimento de "irritação", o autor refere-se
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Q4156556 Raciocínio Lógico
Considere que, em um debate sobre parcialidade de imagens, alguém profere a seguinte afirmação:

"Todas as fotografias publicadas em veículos de imprensa são imparciais."

Uma conclusão decorrente dessa premissa é:
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Q4156557 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: 
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Q4156558 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Ministério Público 
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Q4156559 Direito Constitucional
Herman é brasileiro, tem 65 anos de idade, idoneidade moral e reputação ilibada e também possui notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros, comprováveis através de quinze anos de exercício de função que exigem esses conhecimentos mencionados. De acordo com a Constituição Federal de 1988, com base apenas nas informações fornecidas, nessa situação, os requisitos para a nomeação de Herman como Ministro do Tribunal de Contas da União
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Q4156560 Direito Constitucional
Suponha que Heloísa seja Ministra do Supremo Tribunal Federal no Brasil e que, após ter adquirido voluntariamente, por naturalização, a nacionalidade suíça, deseje deixar o país e renunciar à nacionalidade brasileira. De acordo com a Constituição Federal de 1988, Heloísa
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Q4156561 Direito Constitucional
Com relação ao Conselho Nacional de Justiça, considere:

I. É órgão do Poder Judiciário e compõe-se de 15 membros, com mandato de dois anos, admitida uma recondução.
II. É presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e, nas suas ausências e impedimentos, pelo Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal.
III. Tem, entre seus membros, dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, sendo ambos indicados pela Câmara dos Deputados.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, está correto o que se afirma em
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Respostas
1: C
2: E
3: B
4: D
5: A
6: D
7: D
8: E
9: B
10: A
11: C
12: E
13: D
14: B
15: B
16: A
17: D
18: E
19: B
20: D