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Q3995485 Medicina
J.J.G, 56 anos, submetido a colecistectomia videolaparoscópica sob anestesia geral com intubação traqueal e ventilação controlada. Durante o procedimento, o anestesiologista precisa se ausentar brevemente da sala para resolver uma intercorrência administrativa, permanecendo apenas a equipe de enfermagem no ambiente cirúrgico. Todos os monitores permanecem ligados e funcionando adequadamente. Segundo os Standards for Basic Anesthetic Monitoring da American Society of Anesthesiologists (ASA), qual conduta está em conformidade com o padrão normativo obrigatório de monitorização? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995484 Medicina
DSE feminino adulto sob anestesia geral e ventilação mecânica controlada, evolui intraoperatoriamente com broncoespasmo agudo, evidenciado por aumento da pressão de pico, prolongamento da fase expiratória, capnografia com ascensão lenta do platô expiratório (“f ”) e dificuldade à ventilação manual. Considerando os princípios ventilatórios para evitar aprisionamento aéreo e autoPEEP, qual é o ajuste ventilatório inicial mais adequado dentre as alternativas abaixo?
Alternativas
Q3995483 Medicina
F.R.E, adulto, masculino, sob anestesia geral e ventilação mecânica controlada a volume, durante procedimento cirúrgico de grande porte. Apresenta redução da complacência pulmonar, necessidade de níveis elevados de PEEP e pressão de platô mensurada adequadamente. Considerando os mecanismos de lesão pulmonar induzida pela ventilação mecânica (VILI), qual parâmetro ventilatório apresenta maior associação independente com risco de lesão pulmonar nesse contexto? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995482 Medicina
HVT com 38 semanas gestacionais, sem comorbidades, submetida a cesariana eletiva sob raquianestesia com bupivacaína hiperbárica associada a opioide, em posição supina com deslocamento uterino à esquerda. Logo após a instalação do bloqueio, evolui com queda da pressão arterial sistólica superior a 30% do valor basal, acompanhada de náuseas, mantendo frequência cardíaca dentro da normalidade. Considerando a necessidade de preservar a perfusão uteroplacentária e o equilíbrio ácidobase fetal, qual é a conduta vasopressora mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995481 Medicina
RGT, 68 anos, internado por pneumonia, evolui com sinais de infecção sistêmica e hipotensão. Após reconhecimento de sepse, recebe expansão volêmica inicial com 30 mL/kg de cristaloide. Apesar da reposição, mantém:
• Pressão arterial média (PAM): 59 mmHg
• Frequência cardíaca: 111 bpm
• Lactato sérico elevado
Segundo as diretrizes internacionais para manejo do choque séptico, qual é a conduta farmacológica inicial indicada para atingir a meta hemodinâmica recomendada? Assinale entre as alternativas abaixo a que melhor responde a pergunta.
Alternativas
Q3995480 Medicina
M.A.S, 62 anos, submetida a bloqueio interescalênico guiado por ultrassonografia com ropivacaína. Minutos após a injeção do anestésico local, evolui com gosto metálico, seguida de crise convulsiva tônico-clônica generalizada e hipotensão. A administração do anestésico local foi imediatamente interrompida, e a paciente encontra-se em ventilação assistida com oxigênio suplementar. A conduta farmacológica inicial mais apropriada após o reconhecimento do quadro é: assinale entre as alternativas abaixo a mais correta.
Alternativas
Q3995479 Medicina
R.B.C, 24 anos, ASA I (American Society of Anesthesiologists – classe física I), submetido a apendicectomia sob anestesia geral com sevoflurano. Após 30 minutos de anestesia, observa-se elevação progressiva do ETCO₂ (pressão parcial de dióxido de carbono ao final da expiração) para 68 mmHg, refratária à hiperventilação, frequência cardíaca de 145 bpm, rigidez muscular generalizada, temperatura corporal de 39 °C e potássio sérico de 6,1 mEq/L.
Qual é a conduta imediata mais adequada? Assinale entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995468 Medicina
M.T.R, masculino, 15 anos, previamente hígido, relata que, em uma ocasião, ingeriu pão integral antes da aula de futebol e, em seguida, apresentou prurido difuso, urticária generalizada, angioedema labial e dificuldade respiratória intensa, necessitando atendimento emergencial com adrenalina intramuscular, anti-histamínico e fluidoterapia; em outra oportunidade, ingeriu o mesmo tipo de pão em casa assistindo TV e não apresentou quaisquer sintomas. Considerando o quadro clínico, o mecanismo imunológico envolvido e a necessidade de confirmar sensibilização para prevenção, qual exame inicial é mais adequado para orientar conduta?
Alternativas
Q3995467 Medicina
L.R.M, lactente, 9 meses, apresenta episódios recorrentes de vômitos intensos, repetidos e prostração, iniciando cerca de 2 a 4 horas após ingestão de fórmula à base de leite de vaca; em alguns episódios houve palidez, letargia e necessidade de atendimento emergencial, sem presença de urticária, angioedema ou sintomas respiratórios; testes cutâneos de leitura imediata e dosagem de IgE específica para leite de vaca são negativos; considerando o quadro clínico e os mecanismos imunológicos subjacentes, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3995466 Medicina
F.L.R, masculino, 47 anos, iniciou tratamento com alopurinol para hiperuricemia e, cerca de quatro semanas após o início da medicação, passou a apresentar febre persistente, exantema maculopapular difuso, edema facial e linfadenomegalia; exames laboratoriais mostram eosinofilia significativa, elevação de transaminases e aumento da creatinina sérica; considerando o quadro clínico, qual achado é mais característico dessa condição?
Alternativas
Q3995465 Medicina
M.L.S, feminino, 35 anos, refere surgimento recorrente de lesões urticariformes intensamente pruriginosas exclusivamente após exposição ao frio, como ao manusear alimentos congelados ou entrar em piscinas frias; os episódios iniciam-se em minutos após o estímulo, com resolução espontânea em menos de uma hora, não deixando lesões residuais; fora dessas situações permanece assintomática, sem histórico de urticária espontânea ou reações sistêmicas; considerando a classificação atual das urticárias e os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, qual diagnóstico é mais compatível com o quadro apresentado?
Alternativas
Q3995464 Medicina
R.S.L, feminino, 38 anos, com diagnóstico de asma desde a adolescência, procura atendimento relatando dispneia, chiado e tosse praticamente diários, despertares noturnos semanais e limitação importante nas atividades habituais; refere uso frequente de broncodilatador de curta duração, com alívio apenas parcial dos sintomas; nos últimos 12 meses, apresentou duas exacerbações que necessitaram de corticoterapia sistêmica; considerando as recomendações atuais do GINA 2025 para o manejo da asma persistente em adultos, qual é a estratégia terapêutica mais adequada neste momento?
Alternativas
Q3995463 Medicina
V.H.L, masculino, 42 anos, previamente hígido, procurou atendimento de emergência em duas ocasiões distintas por apresentar urticária, prurido intenso, angioedema periorbital e episódios de vômitos intensos, acompanhados de tontura, iniciando-se cerca de 3 a 5 horas após o consumo de hambúrguer e, em outra ocasião, após ingestão de costela bovina assada; em ambas as situações, os sintomas ocorreram no período noturno, após refeições ricas em carne vermelha, e evoluíram com melhora após uso de anti-histamínicos e corticosteroides; o paciente relata exposição frequente a carrapatos devido à atividade rural; considerando o provável mecanismo imunológico envolvido, qual é a hipótese diagnóstica mais compatível com o quadro clínico?
Alternativas
Q3995462 Medicina
D.R.P, masculino, 33 anos, é avaliado por história de infecções bacterianas recorrentes do trato respiratório superior desde a infância, incluindo sinusites e otites de repetição, com necessidade frequente de antibioticoterapia, sem episódios de infecções oportunistas, infecções virais graves ou manifestações autoimunes associadas; exames laboratoriais iniciais demonstram níveis séricos normais de imunoglobulinas totais (IgG, IgA e IgM) e hemograma sem alterações significativas. Qual alteração funcional é mais provável nesse paciente?
Alternativas
Q3995461 Medicina
L.F.T, masculino, 38 anos, apresenta histórico de infecções respiratórias bacterianas recorrentes desde a adolescência, com episódios frequentes de sinusite, otite média e pneumonias, frequentemente necessitando múltiplos ciclos de antibioticoterapia; também relata diarreias de repetição, com investigação anterior inconclusiva; nega manifestações autoimunes ou familiares com quadros semelhantes; encontra-se em bom estado geral no momento da consulta, sem alterações relevantes ao exame físico; considerando a hipótese de imunodeficiência primária com início tardio e a investigação inicial mais indicada neste contexto, qual exame deve ser solicitado como primeira etapa?
Alternativas
Q3995460 Medicina
J.P.M, masculino, 45 anos, previamente hígido, sofreu picada de inseto ao manipular uma colmeia durante atividade de apicultura recreativa, relatando visualização clara de uma abelha com permanência do ferrão aderido à pele após a picada; cerca de cinco minutos após o evento, evoluiu com prurido difuso, urticária generalizada, angioedema labial, dispneia, tontura e hipotensão, sendo atendido em unidade de emergência com diagnóstico de anafilaxia e resposta adequada à adrenalina intramuscular; não possui histórico prévio de reações a himenópteros; encontra-se estável no seguimento ambulatorial e deseja investigação etiológica para definição de risco futuro e eventual indicação de imunoterapia específica; considerando a identificação inequívoca do inseto envolvido e as recomendações atuais para investigação diagnóstica nesses casos, qual é a estratégia mais apropriada?
Alternativas
Q3995459 Medicina
M.C.S, feminino, 41 anos, técnica de enfermagem, relata episódios de prurido oral, urticária perioral e leve aperto na garganta, surgindo minutos após a ingestão de banana e, em outra ocasião, após consumo de abacate; também refere prurido e irritação nasal imediata ao utilizar luvas em ambientes hospitalares, sintomas que não ocorrem com luvas de vinil; não apresenta histórico de dermatite de contato prolongada ou lesões cutâneas persistentes; considerando os achados clínicos, o provável mecanismo imunológico envolvido e os exames disponíveis para investigação, qual é o mais indicado para confirmação diagnóstica?
Alternativas
Q3995458 Medicina
G.A.S, feminino, 32 anos, previamente hígida, relata que, cerca de 15 minutos após ingerir peixe grelhado em restaurante, passou a apresentar prurido facial, urticária difusa, rubor cutâneo, sensação de calor, cefaleia leve e discreto aperto na garganta; os sintomas regrediram espontaneamente após cerca de uma hora, com melhora adicional após anti histamínico oral administrado no pronto-socorro; o marido e uma amiga, que compartilharam a mesma refeição, também apresentaram sintomas semelhantes logo após a ingestão; todos negam alergia alimentar prévia ou história de atopia; considerando o padrão clínico, o contexto epidemiológico e o mecanismo fisiopatológico mais provável, qual é a explicação correta para este episódio?
Alternativas
Q3995457 Medicina
R.M.A, feminino, 41 anos, apresenta quadro de urticária crônica espontânea há aproximadamente 14 meses, com pápulas e placas eritemato edematosas intensamente pruriginosas, de surgimento diário, com resolução completa em menos de 24 horas, sem lesão residual ou sinais sistêmicos; a paciente já realizou tratamento otimizado com anti histamínicos H1 de segunda geração em dose quadruplicada por 12 semanas, associado a antagonista de leucotrieno e cursos intermitentes de corticosteroide sistêmico para controle de exacerbações, mantendo atividade da doença com UAS7 persistentemente elevado e prejuízo funcional importante; exames laboratoriais básicos, incluindo hemograma, função tireoidiana, PCR e FAN, são normais; não há contraindicações infecciosas ou imunológicas; considerando o algoritmo terapêutico atual para urticária crônica espontânea refratária e os mecanismos de ação das terapias alvo específicas disponíveis, qual é a conduta mais adequada neste momento?
Alternativas
Q3995456 Medicina
F.T.R, feminino, 38 anos, relata histórico de rinite perene desde a juventude, com piora progressiva do padrão respiratório nas últimas duas décadas; apresenta episódios recorrentes de obstrução nasal severa, anosmia e respiração oral, tendo sido submetida a duas polipectomias com recidiva precoce; nos últimos anos, desenvolveu quadro de asma persistente com múltiplas exacerbações, apesar do uso de corticosteroide inalatório em dose alta e broncodilatadores de longa ação, com associação de bloqueador de leucotrieno; refere piora aguda da dispneia, chiado no peito e sensação de sufocamento após ingestão de AINEs como ibuprofeno e ácido acetilsalicílico, além de congestão nasal imediata; diante da tríade clínica de asma, polipose nasal e intolerância a aspirina, qual é a conduta terapêutica mais adequada para manejo de base, conforme as evidências atuais?
Alternativas
Respostas
6601: C
6602: D
6603: A
6604: A
6605: B
6606: D
6607: A
6608: D
6609: B
6610: C
6611: A
6612: A
6613: D
6614: C
6615: B
6616: A
6617: D
6618: A
6619: D
6620: A