J.P.M, masculino, 45 anos, previamente hígido, sofreu picada de inseto ao manipular uma colmeia durante
atividade de apicultura recreativa, relatando visualização
clara de uma abelha com permanência do ferrão aderido
à pele após a picada; cerca de cinco minutos após o evento, evoluiu com prurido difuso, urticária generalizada,
angioedema labial, dispneia, tontura e hipotensão, sendo
atendido em unidade de emergência com diagnóstico de
anafilaxia e resposta adequada à adrenalina intramuscular; não possui histórico prévio de reações a himenópteros;
encontra-se estável no seguimento ambulatorial e deseja
investigação etiológica para definição de risco futuro e
eventual indicação de imunoterapia específica; considerando a identificação inequívoca do inseto envolvido e as
recomendações atuais para investigação diagnóstica nesses
casos, qual é a estratégia mais apropriada?