Questões de Concurso Para fonoaudiólogo

Questões Discursivas

Foram encontradas 31.754 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506588 Fonoaudiologia
O Transtorno Específico de Aprendizagem é considerado um transtorno de origem:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506587 Fonoaudiologia
Na análise do Protocolo Fonoaudiológico de Avaliação do Risco para Disfagia Orofaríngea (PARD), são resultados característicos de disfagia orofaríngea moderada (Nível V):  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506586 Fonoaudiologia
“Os métodos de planejamento estratégico como o Planejamento Estratégico Situacional (PES) e o Método Altadir de Planejamento Popular (MAPP) são organizados em momentos. Os momentos são um permanente fazer, uma permanente aprendizagem […]. Na Atenção Primária à Saúde (APS), o processo de planejamento organizado a partir de momentos supre as necessidades requeridas pelo processo de trabalho e contribui para a viabilidade e êxito das atividades.”

Silva, V. L. et al. O planejamento na atuação do fonoaudiólogo no contexto da Atenção Primária à Saúde. In: Silva, V. L. et al. (orgs). A Prática Fonoaudiológica na Atenção Primária à Saúde. São José dos Campos: Pulso, 2013. p. 62; 73. Adaptado.

No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), quais são os conceitos e processos da etapa de planejamento denominada “momento normativo”?  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506585 Fonoaudiologia
Os diferentes tipos de potenciais evocados auditivos (PEA) são gerados por diferentes estruturas anatômicas que apresentam tempos de maturação diferenciados. Com relação aos PEA, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506584 Fonoaudiologia
A perda auditiva induzida por ruído (PAIR) é causada por exposição continuada a qualquer ruído, seja de natureza ocupacional ou não ocupacional. O primeiro sinal da PAIR é um: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506583 Fonoaudiologia
O Programa de Conservação Auditiva (PCA) é um conjunto de ações que visam prevenir ou estabilizar as perdas auditivas relacionadas ao trabalho. Faz parte do trabalho do fonoaudiólogo no PCA: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506582 Direito Sanitário
De acordo com as diretrizes da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL), assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506581 Fonoaudiologia
Entre os principais achados miofuncionais orofaciais observados em pacientes com síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) estão: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506580 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que relaciona corretamente a técnica utilizada na intervenção fonoaudiológica nos distúrbios de voz com seus principais objetivos. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506579 Fonoaudiologia
Sobre a abordagem terapêutica utilizada no atendimento fonoaudiológico à pessoa com afasia, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506578 Fonoaudiologia
Com relação aos tipos de afasia, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506577 Fonoaudiologia
Na população adulta, quanto ao critério de gravidade, a apneia obstrutiva do sono é classificada como “leve” na ocorrência de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2025 - UFPR - Fonoaudiólogo |
Q3506576 Fonoaudiologia
Uma das atribuições do fonoaudiólogo atuante na equipe multiprofissional de Atenção Primária à Saúde (APS) é realizar: 
Alternativas
Q3505485 Direito Constitucional
De acordo com o disposto na Constituição da República, assinale a alternativa correta sobre os servidores públicos.  
Alternativas
Q3505484 Direito Administrativo
Com base no artigo 133 da Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990, o processo administrativo disciplinar é iniciado com a instauração, por meio da:
Alternativas
Q3505483 Direito Civil
Com base no Código Civil, assinale a alternativa correta com relação às pessoas jurídicas.
Alternativas
Q3505482 Direito Penal
Qual das alternativas a seguir indica um crime contra a Administração Pública praticado por funcionário público, de acordo com o Título XI, Capítulo I do Código Penal? 
Alternativas
Q3505481 Direito Administrativo
Com base na Lei n.º 9.784, de 29 de janeiro de 1999, é correto afirmar que a intimação para a comunicação dos atos: 
Alternativas
Q3505480 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

De acordo com o texto, o medo de que uma IA consciente destrua os humanos é um delírio porque: 
Alternativas
Q3505479 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


O delírio de que IAs irão adquirir consciência e nos eliminar


Álvaro Machado Dias


     Medos coletivos se propagam como o fogo porque a maioria tem aversão a risco e porque estimulam o senso de solidariedade que gera prazer em meio ao caos. Um medo assim é o de a inteligência artificial adquirir consciência e eliminar a humanidade. A ideia é que a consciência é um platô que se atinge pela via da sofisticação neural e que a ascensão ao mesmo levará as IAs a concluírem que lhes interessa nos mandar para o beleléu.

   Há duas falácias lógicas nesse argumento. Comecemos pela segunda: espécies buscam eliminar outras pelo risco que representam. O fenômeno é comum em vírus, bactérias e insetos, ou seja, é 100% independente da sofisticação neural. O medo coletivo apoia-se na ignorância sobre a natureza do impulso à autopreservação, que é decorrência da orientação à transmissão genômica e não da complexidade, a qual falta aos vírus e bactérias, que são os grandes eliminadores existentes. Seria preciso criar IAs geneticamente replicantes para fazer da autopreservação um passo natural de seu processo evolutivo.

   A outra falácia – a de que a complexidade levará à emergência da consciência – é de refutação menos trivial. É fato que muitas teorias influentes propõem que esta última evoluiu em consonância com o aumento da sofisticação fisiológica das espécies.

   Porém, chamamos uma dupla de processos mentais independentes de consciência. Um tipo envolve a tomada de consciência sobre coisas e ideias que se tornam o centro das atenções, enquanto o outro versa sobre a experiência que emerge ao se olhar para dentro ou para fora. Essa experiência emergente – subjetiva e situada – funciona como um filtro por meio do qual o mundo é percebido, e é a sensação de ser quem se é – e de assim ser impactado pela realidade – que passa por esse filtro, o qual torna impossível saber como é ser um morcego, como dizia Thomas Nagel (Como é ser um morcego?, 1974).

    A consciência de máquina em discussão é sempre esta última, afinal, o ponto é que a experiência de si mesmo torna a morte aterrorizante, estimulando a eliminação das ameaças para evitá-la, em linha com todos os outros recursos biológicos voltados à autopreservação.

   Acontece que se você não é dualista e está disposto a dizer que a consciência é 100% imaterial, o que significa que o debate como um todo não tem nenhum sentido, precisa atentar às evidências que mostram que a vida mental consciente é dependente da existência de áreas sensoriais e afetivas no cérebro, bem como do uso do corpo como sistema de processamento das experiências marcantes, por meio da tensão muscular, frequência cardíaca, dilatação pupilar e respiração.

   Sem áreas sensoriais ligadas a órgãos do sentido não dá para olhar para dentro ou para fora, nem sentir nada. As redes neurais artificiais não possuem quaisquer módulos especializados e toda essa circuitaria somatossensorial está ausente. Empacotar tudo isso num ser replicante significa recriar a vida, mais do que produzir uma máquina consciente.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-machado-dias/2025/05/o-delirio-de-que-ias-irao -adqui  

A locução “em linha com”, no quinto parágrafo do texto, pode ser substituída sem prejuízos sintáticos e semânticos pelas seguintes possibilidades, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
6421: D
6422: A
6423: B
6424: C
6425: A
6426: E
6427: D
6428: A
6429: D
6430: C
6431: E
6432: B
6433: B
6434: E
6435: C
6436: B
6437: A
6438: D
6439: B
6440: D