Questões de Concurso Para nível superior

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Q3863000 Medicina
Uma mulher com 25 anos, solteira, sem comorbidades prévias, é atendida em uma unidade de pronto-socorro devido a queixas de algúria, polaciúria, dor hipogástrica e urgência miccional há 2 dias. Ela nega corrimento vaginal e relata que a menstruação está regular e que não tem relações sexuais há mais de 1 mês. A paciente nega: febre, uso de antimicrobianos nos últimos 3 meses e outros sintomas sistêmicos.
Nesse caso, quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta terapêutica?  
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Q3545241 História
Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a razão primordial para a criação da Universidade do Rio de Janeiro, em 1920, tem vínculos com a manutenção das relações internacionais entre o governo brasileiro e uma outra nação. Qual teria sido a razão motivadora? 
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Q3545240 Pedagogia
Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a criação das Universidades do Rio de Janeiro (em 1920) e de São Paulo (em 1934) utilizaram-se de uma estratégia comum, embora no caso da USP tenha havido a adoção de um traço distintivo. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3545239 Pedagogia
Segundo Monaco (2020), a cooperação internacional no âmbito dos cursos de graduação e de pós-graduação assiste a um incremento jurídico relevante quando as instituições parceiras adotam mecanismos de dupla titulação, em que decidem 
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Q3545238 Português
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 

    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 

    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 

    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.


A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
Com base na classificação de Morosini (2011), pode-se afirmar que o texto se refere ao modelo de cooperação internacional 
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Q3545237 Marketing
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 

    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 

    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 

    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.


A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
Aprovado no presente concurso, você foi lotado(a) em uma das Unidades da USP. Essa Faculdade é reconhecida internacionalmente e ocupa a 85ª posição do principal ranking mundial em sua área específica de atuação. Universidades europeias e norte-americanas estão melhor posicionadas no mesmo ranking e todas as universidades sul-americanas, africanas e asiáticas estão posicionadas abaixo da 86ª posição. Alguns meses depois do início de suas atividades, uma nova Diretora é eleita e designa uma jovem professora para exercer a Presidência da Comissão de Cooperação Internacional da Unidade. Elas lhe solicitam um revolucionário plano de ação que garanta maior atratividade de estudantes estrangeiros para o tradicional Programa de Pós-Graduação mantido pela unidade. Sabendo que as disciplinas de pós-graduação da unidade são normalmente ministradas em português ou inglês e que as dissertações e teses podem ser escritas em português, espanhol ou inglês, assinale a alternativa que contempla as principais estratégias de seu plano de intervenção para atingir os objetivos da nova gestão.
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Q3545236 Português
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 

    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 

    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 

    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.


A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
O texto faz referência a uma postura bifronte de instituições que buscam inserção acadêmica internacional e se encontram situadas a meio do caminho do desenvolvimento científico e tecnológico. Pode-se afirmar que, segundo o autor, a postura bifronte é 
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Q3545235 Pedagogia
    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).

    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.

    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.

Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
De acordo com o texto, a realização de interesses comerciais da instituição brasileira de excelência na colaboração sul-sul é uma 
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Q3545234 Administração Pública
    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).

    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.

    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.

Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
De acordo com o texto, um maduro grau de internacionalização de um Programa de Pós-Graduação pode ser demonstrado por meio 
Alternativas
Q3545233 Administração Pública
    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).

    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.

    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.

Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
Os Programas de Pós-Graduação avaliados com notas 5, 6 e 7 são Programas de excelência que se distinguem pelo grau de internacionalização de suas iniciativas e de seus produtos.

Nesse contexto, estratégias de internacionalização podem ser discriminadas pelo nível e pela profundidade de seu processo. Considerando essas informações e o que consta do texto, um Programa de Pós-Graduação da USP avaliado com nota 4 no último quadriênio e que pretenda receber nota 5 no quadriênio corrente, deve se esforçar para demonstrar um 
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Q3545232 Pedagogia
Westphal e Gisi (2019) afirmam que “nas instituições de educação superior, a cooperação acadêmica internacional é a forma pela qual o ensino e a pesquisa crescem e se fortalecem, principalmente por meio de network”. Nesse sentido, pode-se afirmar que as autoras, com base na classificação de Morosini (2011), referem-se ao modelo de cooperação internacional 
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Q3545231 Direito Internacional Público
“Do lado do pluralismo estão as novas formas de socialidade contemporânea, com destaque para a expansão do associativismo, a vitalidade da sociedade civil e a positivação de novos direitos ligados a identidades coletivas e difusas que complementaram o elenco de situações favoráveis à afirmação dos interesses e preocupações regionais, locais e particularistas; estão também os novos pontos de vista relacionados à diferença, à assistência, à solidariedade, à empatia, à autorresponsabilidade, à responsabilidade pelo meio ambiente, pelas novas gerações, pelo nascituro etc.”


Teoria do Estado. Nina Ranieri. Adaptado. 
Com base na leitura da obra de Ranieri (2023) e em seus conhecimentos, é possível afirmar que o trecho corrobora a ideia de que, na regulamentação das relações científicas e acadêmicas internacionais, a formulação das normas incumbe 
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Q3545230 Ciência Política
“Do lado do pluralismo estão as novas formas de socialidade contemporânea, com destaque para a expansão do associativismo, a vitalidade da sociedade civil e a positivação de novos direitos ligados a identidades coletivas e difusas que complementaram o elenco de situações favoráveis à afirmação dos interesses e preocupações regionais, locais e particularistas; estão também os novos pontos de vista relacionados à diferença, à assistência, à solidariedade, à empatia, à autorresponsabilidade, à responsabilidade pelo meio ambiente, pelas novas gerações, pelo nascituro etc.”


Teoria do Estado. Nina Ranieri. Adaptado. 
Ao discutir cenários e desafios para a Teoria do Estado, a autora indaga-se a respeito de “um novo tipo de Estado” e aponta aspectos, reproduzidos no trecho, nos quais o estar no mundo com o outro é a tônica (dilema unidade/pluralidade). Nesse contexto, é possível afirmar que a comunidade acadêmica e científica encontra, no momento contemporâneo, fatores 
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Q3545229 Ciência Política
    “A política externa e a atividade diplomática têm, como um item permanente na agenda, o defender os interesses de um país no plano internacional. Identificar esses interesses e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional é, assim, um problema prático e um exercício diário da representação da identidade coletiva de um país.

    Traduzir necessidades internas em possibilidades externas para ampliar o poder de controle de uma sociedade sobre o seu destino é a tarefa da política externa considerada como política pública. (...). Requer novos e abrangentes mapas de conhecimento à luz do processo de globalização que, lastreado na inovação tecnológica, não só acelerou o tempo e encurtou os espaços como também diluiu a diferença entre o interno e o externo.

    A diluição da diferença entre o interno e o externo vem levando ao questionamento de uma das clássicas hipóteses de trabalho da teoria das relações internacionais: a que conferia à política externa uma esfera de autonomia em relação à política interna. (...) 

    É por esta razão que hoje os estudiosos tendem a definir o campo como o das complexas redes de interação governamentais e não governamentais – que estruturam o espaço do planeta e a governança do mundo. Daí o tema de uma diplomacia global e o problema correlato da sua multiplicidade de atores que passaram a incluir, rotineiramente, as empresas transnacionais, as organizações internacionais, a mídia – e seu papel na estruturação da agenda da opinião pública –, os partidos políticos, os sindicatos, as agências de rating do mercado financeiro etc.”


A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira: passado, presente e futuro. Celso Lafer. Adaptado.
Considere as seguintes situações: 

I- Paula, brasileira, decide cursar uma faculdade na Inglaterra, submetendo-se aos exames admissionais e realizando sua matrícula após ser selecionada.
II- Antonio, brasileiro, cursa mestrado em Portugal; de volta ao Brasil, ingressa no Doutorado na USP e o finaliza antes mesmo de obter a documentação necessária para o reconhecimento de seu título de mestre.
III- Juliana, brasileira, ingressa no doutorado na USP e consegue ver aprovado entre a USP e uma universidade italiana um instrumento que prevê dupla certificação após estágio de médio prazo na Itália e defesa perante Banca Examinadora mista, formada por examinadores italianos e brasileiros. 

Uma “complexa rede de interação não governamental”, como menciona Lafer em seu texto, pode ser reconhecida em: 
Alternativas
Q3545228 Pedagogia
    “A política externa e a atividade diplomática têm, como um item permanente na agenda, o defender os interesses de um país no plano internacional. Identificar esses interesses e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional é, assim, um problema prático e um exercício diário da representação da identidade coletiva de um país.

    Traduzir necessidades internas em possibilidades externas para ampliar o poder de controle de uma sociedade sobre o seu destino é a tarefa da política externa considerada como política pública. (...). Requer novos e abrangentes mapas de conhecimento à luz do processo de globalização que, lastreado na inovação tecnológica, não só acelerou o tempo e encurtou os espaços como também diluiu a diferença entre o interno e o externo.

    A diluição da diferença entre o interno e o externo vem levando ao questionamento de uma das clássicas hipóteses de trabalho da teoria das relações internacionais: a que conferia à política externa uma esfera de autonomia em relação à política interna. (...) 

    É por esta razão que hoje os estudiosos tendem a definir o campo como o das complexas redes de interação governamentais e não governamentais – que estruturam o espaço do planeta e a governança do mundo. Daí o tema de uma diplomacia global e o problema correlato da sua multiplicidade de atores que passaram a incluir, rotineiramente, as empresas transnacionais, as organizações internacionais, a mídia – e seu papel na estruturação da agenda da opinião pública –, os partidos políticos, os sindicatos, as agências de rating do mercado financeiro etc.”


A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira: passado, presente e futuro. Celso Lafer. Adaptado.
O texto do Professor e antigo Ministro das Relações Exteriores do Brasil admite uma série de paralelos entre a carreira diplomática e a atividade de um especialista de cooperação internacional no âmbito da USP. Nesse contexto, “identificar os interesses de um país no plano internacional e a sua especificidade, diferenciando-os daqueles dos demais atores que operam na vida internacional” tem como paralelo plausível a identificação dos interesses de um(a) 
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Q3545227 Relações Públicas
    "As plataformas como as conhecíamos acabaram", disse Zizi Papacharissi, professora de comunicação da Universidade de Illinois-Chicago, que leciona sobre redes sociais. "Elas viveram além de sua utilidade." (...)
    Para os usuários, isso significa que, em vez de gastar todo o tempo em uma ou algumas grandes redes sociais, alguns estão gravitando em direção a sites menores e mais focados.
    "Os usuários não serão capturados pela primeira plataforma reluzente que aparecer", disse Papacharissi.
    As identidades online das pessoas se tornarão cada vez mais fragmentadas entre vários sites, acrescentou ela. (...)
    "O que nos interessa são grupos menores de pessoas que se comunicam entre si sobre coisas específicas", disse Papacharissi.  

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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/07/o-futuro-das-redessociais-e-muito-menos-social.shtml

Uma das habilidades exigidas de um especialista de cooperação e extensão universitária é a de “prestar apoio ao processo de integração da USP com as demais assessorias internacionais, órgãos do governo local, embaixadas e consulados, buscando o estabelecimento de parcerias para facilitar a tramitação dos projetos de extensão e cooperação universitária”. Nesse contexto e considerando a notícia reproduzida, é correto afirmar que incumbe ao especialista 
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Q3545226 Administração Geral
“O ___________ aplica-se à organização em sua totalidade (____________) e também a cada uma de suas partes: estratégias de produção, de marketing, recursos humanos e assim por diante. As formas de colocar em prática as estratégias da organização e das áreas funcionais podem ser chamadas de __________. A estratégia chega ao nível do indivíduo. Você, como pessoa ou funcionário de uma organização, pode ter seu próprio ___________ definindo o caminho que você quer seguir em sua vida ou sua profissão e os objetivos que pretende realizar.”

Introdução à administração. A.C. Amaru Maximiano.

Assinale a alternativa que preenche as lacunas na ordem correta. 
Alternativas
Q3545225 Pedagogia
    A análise de cenários é a etapa na qual o profissional de relações públicas examina o ambiente interno e externo, as oportunidades e ameaças que possam vir a afetar uma organização, assim como os chamados assuntos emergentes (issues management) que eventualmente envolvam a vida organizacional. Quanto mais o profissional conhecer o ambiente da organização, identificar as tendências a serem atendidas, for capaz de classificar os públicos da organização por ordem de importância e compreender a cultura organizacional, mais fácil lhe será escolher estratégias para conseguir o cumprimento dos objetivos organizacionais. Na medida em que o profissional analisa os elementos constitutivos da organização e desenha as estratégias para alcançar os objetivos definidos pela alta direção, mais aumenta a possibilidade de reforçar os seus valores. É na sua função de “analista de cenários” que o relações-públicas dará sentido ao seu trabalho e encontrará sustentação para tornar as Relações Públicas mais bem compreendidas. Dessa forma cumprirá sua missão de colaborar com a alta administração no estabelecimento das diretrizes que conduzirão suas ações para realizar sua missão e promover o espírito empreendedor das pessoas que com ela colaboram para a consecução de seus objetivos. 


Relações públicas: razões para praticá-la. Maria Aparecida Ferrari. https://www.revistas.usp.br/organicom/article/download
Pode-se afirmar que, na dinâmica de um responsável pelas relações internacionais de uma instituição universitária, os assuntos emergentes (issues management) a que o texto se refere diriam respeito, primordialmente, a novas oportunidades de
Alternativas
Q3545224 Relações Públicas
    A análise de cenários é a etapa na qual o profissional de relações públicas examina o ambiente interno e externo, as oportunidades e ameaças que possam vir a afetar uma organização, assim como os chamados assuntos emergentes (issues management) que eventualmente envolvam a vida organizacional. Quanto mais o profissional conhecer o ambiente da organização, identificar as tendências a serem atendidas, for capaz de classificar os públicos da organização por ordem de importância e compreender a cultura organizacional, mais fácil lhe será escolher estratégias para conseguir o cumprimento dos objetivos organizacionais. Na medida em que o profissional analisa os elementos constitutivos da organização e desenha as estratégias para alcançar os objetivos definidos pela alta direção, mais aumenta a possibilidade de reforçar os seus valores. É na sua função de “analista de cenários” que o relações-públicas dará sentido ao seu trabalho e encontrará sustentação para tornar as Relações Públicas mais bem compreendidas. Dessa forma cumprirá sua missão de colaborar com a alta administração no estabelecimento das diretrizes que conduzirão suas ações para realizar sua missão e promover o espírito empreendedor das pessoas que com ela colaboram para a consecução de seus objetivos. 


Relações públicas: razões para praticá-la. Maria Aparecida Ferrari. https://www.revistas.usp.br/organicom/article/download
Ana é especialista em cooperação internacional em uma unidade da USP que já possui programa de internacionalização iniciado. De acordo com o texto, se Ana conhecer os fundamentos das relações-públicas, enquanto “analista de cenários”, ela poderá 
Alternativas
Q3545223 Pedagogia
Segundo Maximiano (2011), “quando se consideram produtividade e qualidade simultaneamente, mede-se o desempenho não apenas da quantidade total produzida em relação aos recursos utilizados, mas também dos produtos que são aproveitados em relação ao total fornecido”. No contexto de uma seleção de estudantes para a realização de intercâmbio no exterior, uma seleção de qualidade é aquela que consegue selecionar o maior número de alunos 
Alternativas
Respostas
5341: A
5342: B
5343: E
5344: A
5345: B
5346: A
5347: C
5348: C
5349: B
5350: D
5351: D
5352: C
5353: E
5354: B
5355: A
5356: A
5357: B
5358: E
5359: A
5360: E