Questões de Concurso
Para agente de trânsito
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(__) Uma inferência dedutiva válida tem a propriedade de preservar a verdade: se todas as premissas são verdadeiras em um modelo, a conclusão também será verdadeira nesse modelo.
(__) A prova por contradição (redução ao absurdo) consiste em assumir a negação da conclusão e, a partir dessa assunção, derivar uma contradição; assim é um método legítimo de dedução indireta.
(__) Duas proposições são logicamente equivalentes quando cada uma implica logicamente a outra; nesse caso, em contextos formais clássicos, podem ser substituídas uma pela outra sem alterar a validade de argumentos.
(__) Basta encontrar um caso concreto em que todas as premissas e a conclusão de um argumento sejam verdadeiras para afirmar que o argumento é logicamente válido.
(__) Se duas situações são análogas e a mesma conclusão é plausível em um dos casos, então essa conclusão está logicamente comprovada para a outra situação.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa
Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.
A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.
Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.
Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.
Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.
A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.
Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.

De acordo com a Lei Municipal nº 311/2022, qual alternativa preenche corretamente a lacuna?
Com base na Lei do Regime Único dos Servidores Públicos Civis do Município de Terra Santa, é correto afirmar que: