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Paciente do sexo feminino, de 52 anos, é encaminhada após realização de tomografia computadorizada de abdome para investigação de dor abdominal. Durante exame, encontrada lesão em adrenal esquerda de 1,8 cm³.
Na investigação diagnóstica das massas adrenais clinicamente não funcionantes,
Leia o caso clínico a seguir.
Um jovem universitário queixou-se aos colegas de dormitório que não conseguia mexer o rosto de forma natural, dificuldade para enxergar, queda das pálpebras. Passou a perder força em membros superiores. Antecedente de diarreia há dez dias. Foi levado à emergência por dificuldade para respirar. O médico percebeu midríase bilateral.
Qual é o diagnóstico apropriado para esse caso?
Leia o caso clínico a seguir.
Um jovem de 18 anos apresentou uma crise convulsiva inédita, tipo parcial complexa com generalização, durante um jogo de basquete. Relacionou o evento à pressão emocional e excesso de treinos. Passou então a apresentar episódios de náusea eventuais, desmotivados, e, eventualmente, alguns tremores nos dedos da mão esquerda e lapsos de memória. Tomografia de crânio não evidenciou alterações patológicas.
Considerando o exposto, conclui-se que o diagnóstico e a opção terapêutica para o caso são, respectivamente:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 83 anos, sem comorbidades conhecidas, apresentou queda de própria altura há cerca de uma hora. Na sala de emergência, foi percebida perda súbita de força em membros superior e inferior direitos, dificuldade de articular palavras, ritmo cardíaco irregular, glicemia capilar 98 mg/dL, pressão arterial 168x105 mmHg. O paciente alegava não ter problema algum e não entendia o porquê de estar no hospital. Tomografia de crânio não contrastada foi normal.
A conduta que deve ser tomada agudamente neste caso, e que está relacionada a maiores taxas de sobrevida e de melhor desempenho funcional após o evento neurológico agudo, é a seguinte:
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 62 anos, previamente diabética e hipertensa, apresenta perda súbita de força em braço e perna direitas, dificuldade de se comunicar, há cerca de três horas. Estava cuidando do jardim, acompanhada de seu neto, após o café da manhã, quando os sintomas começaram. Ao exame físico, apresenta-se com escala de Glasgow de 12 pontos (abertura ocular: 4; resposta verbal: 2; resposta motora: 6), PA 177x103 mmHg, glicemia capilar de 298 mg/dL, hemiparesia direita.
Qual é a conduta inicial mais apropriada a esta situação?
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 25 anos, queixa-se de cefaleia de moderada intensidade, pulsátil, de predomínio bitemporal. Quadro iniciado com sintomas visual sugestivos de escotomas cintilantes e cervicalgia intensa, após prática de crossfit. Comparece ao pronto atendimento com piora de sintomas, sem conseguir se manter de pé, chorosa e ansiosa.
O provável diagnóstico e a melhor conduta para este caso são, respectivamente: