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Q4041972 Direito Administrativo
De acordo com o Decreto nº 059/2014, que dispõe sobre a organização e regulamentação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Município de Capinzal, são estabelecidas definições técnicas essenciais para a prestação desses serviços. Com base nessas definições, analise as assertivas a seguir:
I. O Poder Concedente corresponde ao Município de Capinzal, na qualidade de titular dos serviços públicos.
II. A Entidade Reguladora possui personalidade jurídica própria, autonomia administrativa e financeira, estando vinculada ao chefe do Executivo Municipal.
III. A Tarifa Básica Operacional corresponde aos custos variáveis do consumo efetivo de água e esgoto, sendo calculada conforme o volume utilizado.
Está (ão) CORRETA (S): 
Alternativas
Q4041964 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim”, a substituição que preserva adequadamente o sentido da palavra destacada é:
Alternativas
Q4041963 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “o mundo está difícil para todo mundo”, a palavra destacada recebe acento gráfico porque é: 
Alternativas
Q4041962 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No contexto da separação silábica de palavra do texto, pode-se afirmar que em egoísta ocorre:
Alternativas
Q4041961 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Com relação ao número de fonemas e dígrafos de vocábulos do texto, é INCORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q4041960 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao dizer que certas pessoas eram “todas conservas com alto teor de (s)ódio”, a autora produz um efeito expressivo que reforça sua crítica. A respeito desse uso, assinale a alternativa correta.
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Q4041959 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho em que afirma que “nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas”, a autora desenvolve uma leitura do comportamento humano segundo um critério implícito. Esse critério está mais bem expresso: 
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Q4041958 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

Ao contrapor “marmitas” e “conservas”, a autora organiza o texto a partir de uma oposição que ultrapassa o campo alimentar. Nesse contexto, essa comparação tem a função principal de: 
Alternativas
Q4041957 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Por mais marmitas


   Marmita. Palavra aportuguesada do francês. Por lá ela termina em “e”. Ou seja, é um galicismo nosso. Gosto muito da palavra marmita. Gosto mais ainda de chamá-la de quentinha, o que dá a impressão de ser comida cheia de afeto. Gosto também de farnel, porque dá ideia de comida com sustância que é para aguentar uma longa jornada fora de casa. Quase como se a gente pudesse carregar um pouquinho do aconchego caseiro para o cotidiano longe do lar. Todo mundo já comeu uma marmita na vida. Se não comeu, perdeu a chance de ser um pouco mais humilde.


   Famílias inteiras neste país atravessaram anos com o auxílio da marmita. Aliás, tenho a impressão de que famílias que fazem ou fizeram uso da marmitex carregam algo de afeto, preocupação com quem vai passar o dia fora de casa. Seja por que ela é feita por uma mãe ou pai ou a própria pessoa. Também gosto de conservas, mas daí sou chata, porque gosto daquelas que são feitas em casa. Ou seja, que passam pelo mesmo cuidado com que uma marmita é feita. Coisa rara hoje em dia. Conserva de mercado é comida fake, é alimento morto. Só tem sódio. Você compra achando que é, mas se engana, não é não.


   Sábado, envolvida numa atividade voluntária da causa animal, diante de um mercado da região, fiquei pensando que nós, pessoas, também poderíamos ser divididas entre os marmitas e os conservas. Em duas horas de trabalho encontrei algumas pessoas afetuosas. Algumas interessadas na causa, outras dispostas a escutar. Outras ainda, que apesar de não terem empatia pelos animais, foram educadas e respeitosas. Umas marmitas ambulantes. Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai. São pessoas gentis que dão um alento em saber que existem sujeitos assim. O resto, desculpem, eram todas conservas com alto teor de (s)ódio. Uma gente corrosiva, grosseira, mal educada, arrogante, egoísta. Gente que aparenta por fora ser uma coisa, mas por dentro é outra. 


   Vamos lá, o mundo está difícil para todo mundo. Todos, em algum momento, se encontram diante de dificuldades, mas isso jamais poderá ser desculpa para se ser violento ou desrespeitoso com pessoas que nada tem a ver com o seu próprio caos. Estamos perdendo a noção do bom senso. Gente cozida na salmoura só conserva a casca, os nutrientes perdeu tudo. O fato de se apresentar num pote de vidro bonito e transparente nunca foi garantia de nada. Por isso, fico com as marmitas. Gente que não precisa aparentar nada e faz do mundo mais palatável e saboroso. 


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado). 

No trecho “Gente que sai de casa e carrega consigo tempero e maciez para onde vai”, as expressões destacadas foram empregadas em sentido:
Alternativas
Q4041954 Direito Ambiental
O Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, é um dos documentos previstos na legislação ambiental, utilizado em processos que envolvem o planejamento de atividades ou empreendimentos com potencial de afetar o meio ambiente. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041953 Legislação Municipal
A legislação municipal estabelece regras específicas sobre intervenções em áreas verdes urbanas, incluindo procedimentos relacionados a árvores de grande porte, visando organizar o uso do espaço e o planejamento urbano. Com base nessas normas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041952 Direito Administrativo
A portaria é um ato administrativo utilizado para estabelecer diretrizes e determinações no âmbito da administração pública. Sobre isso, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4041950 Direito Urbanístico
O Plano Diretor constitui instrumento fundamental da política de desenvolvimento urbano do Município. Com base nessa característica, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4041948 Legislação Municipal
A Lei n.º 3.778, de 02 de maio de 2029, disciplina a arborização urbana no Município de Santana de Parnaíba. Sobre o conteúdo dessa lei, determine a alternativa correta.
Alternativas
Q4041947 Direito Ambiental
Durante o processo de licenciamento ambiental podem ser estabelecidas exigências destinadas à redução ou controle dos impactos ambientais. Essas exigências são conhecidas como condicionantes ambientais. Em relação às condicionantes ambientais identifique a alternativa correta. 
Alternativas
Q4041946 Direito Ambiental
Entre os princípios que orientam a Política Ambiental Brasileira encontra-se o princípio do poluidor-pagador. Com base nele, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4041945 Direito Ambiental
No Brasil, o licenciamento ambiental é estruturado em etapas que envolvem a Licença Prévia, a Licença de Instalação e a Licença de Operação. Sobre essas licenças, qual é a alternativa verdadeira?
Alternativas
Q4041944 Direito Ambiental

A Política Nacional do Meio Ambiente foi aprovada em 1981 e integra o conjunto de normas que regem a gestão ambiental no país. Com base nisso, analise as seguintes afirmações e determine a alternativa correta



I- A Política Nacional do Meio Ambiente visa promover o uso racional dos recursos ambientais.


II- A Política Nacional do Meio Ambiente busca preservar e recuperar a qualidade do meio ambiente.


III- A Política Nacional do Meio Ambiente estabelece condições para o desenvolvimento econômico do país.

Alternativas
Q4041943 Direito Ambiental
A Política Nacional do Meio Ambiente prevê instrumentos destinados à prevenção e ao controle da degradação ambiental. Sobre esses instrumentos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041942 Direito Ambiental
A Lei n.º 6.938/1981 instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente e estabeleceu objetivos voltados à proteção dos recursos naturais. Considerando-se as disposições dessa legislação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
701: C
702: C
703: B
704: A
705: D
706: A
707: C
708: B
709: B
710: B
711: C
712: B
713: C
714: A
715: D
716: A
717: C
718: D
719: B
720: C