Questões de Concurso

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Q3792917 Medicina
Menino de 8 anos, asmático, há 3 anos tem prurido ocular intenso, hiperemia, fotofobia, secreção ocular mucoide, viscos. Refere piora no período de primavera-verão. No exame oftalmológico foi verificada a presença de papilas gigantes semelhantes a “pedras de calçamento”, nódulos de Horner-Trantas no limbo e úlcera córnea em escudo. O diagnóstico mais provável é:
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Q3792916 Medicina
Estudos mostram que os antagonistas dos receptores de leucotrienos (ARLT) no tratamento da rinite alérgica:
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Q3792915 Medicina
O paciente imunodeprimido é considerado de alto risco para as infecções e na vigência de imunossupressão:
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Q3792914 Medicina
Em relação à segurança e possibilidade de reação alérgica a vacinas, podemos afirmar que:
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Q3792913 Medicina
Pacientes com dermatite atópica têm pele seca por alteração da função da barreira e perda da água transepidérmica. Por esse motivo se recomenda: 
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Q3792912 Medicina
As células Th1, Th2, Th17 e Th22, e as citocinas por elas liberadas, são importantes na definição de fenótipos da Dermatite Atópica (DA), sendo que:
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Q3792910 Medicina
Em se tratando de reações a picadas de insetos, podemos afirmar que:
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Q3792909 Medicina
Menino de 4 anos, desde 5 meses apresenta episódios de febre recorrente, atralgia, conjuntivite, rash urticariforme. Aparece ao se expor ao frio e geralmente dura 12-24 h. Essa criança deve ser investigada para:
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Q3792908 Medicina
A terapia SMART ou MART significa "Terapia Única de Manutenção e Alívio", recomenda o uso do mesmo medicamento do controle da asma para alívio rápido na crise. Sendo que:
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Q3792907 Medicina
Adolescente, feminino, 16 anos, tem asma grave há 3 anos. Apesar de estar em uso de formoterol 24 mcg/dia e budesonida 1200 mcg/dia, montelucaste 10 mg/dia e pelo menos 1 vez ao mês usar corticóide oral, mantém sintomas de sibilos e dispneia diários. Relato de estridor e sensação de aperto na garganta. A espirometria mostra a curva de fluxo-volume achatada na inspiração/expiração. Qual é a mais provável comorbidade associada à asma dessa paciente e qual é o exame para a sua comprovação?
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Q3792905 Medicina
Adolescente de 16 anos relata história de urticária ao usar ibuprofeno para dismenorreia. Já apresentou reação semelhante com dipirona para dor de dente. Qual o mecanismo mais provável dessas reações?
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Q3792902 Medicina
O sinal de Hertoghe, um estigma atópico presente na rinite alérgica, consiste em:
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Q3792901 Medicina
Menino de 4 anos apresenta, pela manhã, sintomas de rinorreia clara e espirros em salva, 5 dias por semana. Apesar de sentir incômodo com o quadro, não existe alteração do sono. Atividades diárias, lazer e/ou esporte e desempenho escolar também não são afetados. De acordo com as diretrizes ARIA (Impact of allergic rhinitis on asthma) esta rinite é classificada como: 
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Q3792900 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Menino de 14 anos, asmático, apresentou dispneia, sibilos, hipotensão, pápulas e angioedema ao brincar no pula-pula em festa junina. Havia comido muito doce com amendoim há cerca de 2 horas antes do episódio. Familiares negavam alergia a amendoim.
Em relação ao caso clínico, qual dever ser a conduta prioritária?
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Q3792899 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Menino de 14 anos, asmático, apresentou dispneia, sibilos, hipotensão, pápulas e angioedema ao brincar no pula-pula em festa junina. Havia comido muito doce com amendoim há cerca de 2 horas antes do episódio. Familiares negavam alergia a amendoim.
No caso clínico acima, qual é a hipótese mais provável?
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Q3792398 Medicina
Primigesta de 24 anos, 40 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto há 14 horas, encontra-se em segundo período (período expulsivo) há 2 horas e 30 minutos. Pré-natal sem intercorrências, 10 consultas realizadas, todos os exames normais, sorologias negativas, grupo sanguíneo O positivo, cultura para Streptococcus agalactiae negativa. Nega comorbidades. Gestação espontânea, desejada. Peso pré-gestacional: 62 kg, peso atual: 78 kg (ganho de 16 kg). Admitida em trabalho de parto ativo (6 cm de dilatação) há 8 horas. Recebeu analgesia de parto (peridural) há 6 horas com boa analgesia. Bolsa rota há 10 horas (rotura espontânea), líquido claro. Ao exame obstétrico atual: paciente cansada, sonolenta entre as contrações, cooperativa mas com puxos ineficazes. PA: 125/78 mmHg, FC: 88 bpm, Tax: 37,1 °C. AU: 38 cm.

Toque vaginal:
•Dilatação: completa (10 cm)
•Apresentação: cefálica
•Variedade de posição: occipito-púbica (OP - occipício anterior)
•Plano de De Lee: +3 (cabeça no assoalho pélvico)
•Bolsa rota (líquido claro)
•Não há circular de cordão palpável
•Bossa serossanguínea pequena (edema fisiológico do couro cabeludo)
•Pelve: sem estreitamentos evidentes, diâmetros adequados 
Dinâmica uterina: Contrações irregulares, 2-3/10 minutos, intensidade variável. Paciente com puxos fracos e descoordenados, refere exaustão. 

Cardiotocografia: BCF basal: 155-160 bpm (taquicardia leve). Variabilidade: mínima (< 5 bpm). Desacelerações tardias em 3 das últimas 5 contrações (nadir 110-120 bpm, recuperação lenta). Padrão categoria II tendendo a III (não tranquilizador).

Considerando o quadro clínico de período expulsivo prolongado com padrão de frequência cardíaca fetal não tranquilizador, qual a melhor conduta?
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Q3792397 Medicina
Mulher de 31 anos procura o pronto-socorro ginecológico com queixa de atraso menstrual de 6 semanas, associado a sangramento vaginal discreto de cor vermelho-escuro há 3 dias e dor em baixo ventre à esquerda de intensidade leve a moderada, tipo "fisgada", com piora nas últimas 12 horas. Nega tonturas, síncope ou sangramento volumoso. Refere teste de gravidez de farmácia positivo há 1 semana. Última menstruação há 45 dias (DUM confiável, ciclos regulares de 28-30 dias). G2P0A1: gestação anterior há 3 anos resultou em aborto espontâneo com 8 semanas, tratado com curetagem uterina sem intercorrências. Antecedente de salpingite tratada há 5 anos (internação hospitalar, antibioticoterapia EV por 7 dias). Nega DIU atual ou prévio. Parceiro fixo há 2 anos. Nega alergias medicamentosas conhecidas. Ao exame físico: paciente em regular estado geral, consciente, orientada, sem palidez significativa. PA: 115/70 mmHg, FC: 82 bpm, Tax: 36,5 °C. Abdome: plano, ruídos hidroaéreos presentes, levemente doloroso à palpação profunda em fossa ilíaca esquerda, sem sinais de irritação peritoneal (Blumberg negativo), sem massas palpáveis. Exame especular: sangramento vaginal discreto em pequena quantidade, vermelho-escuro, sem coágulos, colo fechado. Toque vaginal: útero de volume normal, amolecido, colo fechado, anexo esquerdo discretamente doloroso à mobilização, sem massas palpáveis definidas, fundo de saco posterior livre (sem abaulamento ou dor intensa). 

Exames laboratoriais: β-hCG quantitativo: 2.850 mUI/mL Hemograma: Hb 12,8 g/dL, Ht 38%, leucócitos 8.200/mm³, plaquetas 268.000/mm³ Tipagem sanguínea: A negativo Progesterona sérica: 8,2 ng/mL

Ultrassonografia transvaginal: Útero: volume normal (60 cm³), endométrio espessado (12 mm, trilaminar), cavidade uterina vazia, sem saco gestacional intrauterino visível Anexo direito: ovário direito normal (8 cm³), sem massas. Anexo esquerdo: imagem anecoica arredondada para-anexial esquerda medindo 2,8 x 2,2 cm, com halo hiperêmico ao Doppler colorido, sem embrião visível no interior (compatível com saco gestacional extra-uterino). Líquido livre na cavidade pélvica: ausente Fundo de saco de Douglas: livre.

Considerando o diagnóstico de gravidez ectópica íntegra e as opções terapêuticas disponíveis, qual a melhor conduta?
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Q3792396 Medicina
Gestante de 29 anos, G2P1, com 39 semanas e 3 dias de gestação pela DUM (confirmada por ultrassonografia do primeiro trimestre), procura o pronto-socorro obstétrico às 6 horas da manhã referindo perda súbita de líquido claro pela vagina há aproximadamente 8 horas (às 22 h da noite anterior), que ocorreu enquanto dormia. Relata que acordou com a cama molhada e o líquido continuou saindo em pequena quantidade ao longo da noite. Nega sangramento vaginal. Refere movimentação fetal preservada. Nega contrações uterinas regulares, apenas "endurecimento" abdominal esporádico e indolor. Pré-natal completo sem intercorrências, 9 consultas realizadas, todos os exames normais, sorologias negativas, grupo sanguíneo B positivo. Cultura para Streptococcus agalactiae (GBS) realizada com 36 semanas: positiva. Gestação anterior há 4 anos: parto vaginal a termo, RN 3.400g, sem complicações. Nega alergias medicamentosas. Ao exame físico: paciente em bom estado geral, afebril. PA: 118/74 mmHg, FC: 78 bpm, Tax: 36,7 °C. AU: 36 cm, feto único em situação longitudinal, apresentação cefálica, dorso à direita. BCF: 138 bpm. Útero normotônico, sem contrações palpáveis no momento do exame.

Exame especular: Perda de líquido claro pelo orifício cervical externo, que se acentua com manobra de Valsalva. pH vaginal (teste com papel de nitrazina): positivo (azul - pH alcalino > 6,0). Teste de cristalização (esfregaço de fundo de saco vaginal em lâmina): positivo (padrão em "samambaia" ou "folha de samambaia"). Colo fechado ao exame visual, sem sangramento.

Toque vaginal: Colo posterior, 1 cm de dilatação, 30% de apagamento, consistência firme, apresentação cefálica móvel, plano -3 de De Lee. Confirma saída de líquido durante o exame.

Cardiotocografia: BCF basal 135-140 bpm, variabilidade moderada, 3 acelerações em 20 minutos, sem desacelerações. Sem contrações uterinas.

Ultrassonografia obstétrica: Feto único, apresentação cefálica, biometria compatível com 39 semanas, peso estimado 3.200g (percentil 50), índice de líquido amniótico: 4,8 cm (oligoidrâmnio moderado - normal: 8-24 cm), placenta grau II posterior, sem alterações.

Considerando o diagnóstico de rotura prematura de membranas a termo e as recomendações atuais, qual a conduta mais adequada?
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Q3792395 Medicina
Gestante de 27 anos, G1P0, com 31 semanas e 2 dias de gestação pela DUM (confirmada por ultrassonografia do primeiro trimestre), dá entrada no pronto-socorro obstétrico com queixa de contrações uterinas regulares e dolorosas há 3 horas, associadas a dor lombar baixa. Nega sangramento vaginal, perda de líquido amniótico ou trauma. Movimentação fetal preservada. Pré-natal sem intercorrências, sorologias negativas, grupo sanguíneo O positivo. Nega tabagismo, etilismo ou uso de drogas. Sem comorbidades. Nega gestações ou partos anteriores. Nega infecção urinária recente. Ao exame físico: paciente lúcida, orientada, corada, hidratada. PA: 115/72 mmHg, FC: 84 bpm, Tax: 36,8 °C. AU: 29 cm, feto único em situação longitudinal, apresentação cefálica. BCF: 142 bpm. Contrações uterinas palpáveis: 4 contrações em 10 minutos, duração 35-40 segundos, boa intensidade. Ao toque vaginal: colo centralizado, 3 cm de dilatação, 60% de apagamento, consistência amolecida, bolsa das águas íntegra, apresentação cefálica móvel, plano -3 de De Lee. Exame especular: colo sem dilatação visível externamente, sem sangramento ativo, secreção vaginal fisiológica (sem sinais de vaginose/corioamnionite).

Cardiotocografia: BCF basal 140-145 bpm, variabilidade moderada, 2 acelerações em 20 minutos, sem desacelerações. Contrações regulares a cada 2-3 minutos.
Exames laboratoriais: Hemograma: Hb 12,1 g/dL, leucócitos 9.800/mm³ (sem desvio), plaquetas 245.000/mm³, PCR: 0,4 mg/dL (normal < 0,5 mg/dL), Urina I: normal, urocultura em andamento, Swab vaginal para Streptococcus agalactiae (GBS): resultado pendente.
Ultrassonografia obstétrica: Feto único, apresentação cefálica, biometria compatível com 31 semanas, peso estimado 1.650 g (percentil 45), líquido amniótico normal (ILA: 12 cm), placenta grau I anterior.

Considerando o diagnóstico de trabalho de parto prematuro e as recomendações atuais para manejo, qual a melhor conduta?
Alternativas
Q3792394 Medicina
Gestante de 25 anos, G2P1, com 32 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal na Unidade Básica de Saúde. Pré-natal iniciado tardiamente no segundo trimestre (primeira consulta com 18 semanas). Realizou exames de rotina naquela ocasião, que incluíam VDRL não reagente. Gestação atual sem intercorrências até o momento. Nega comorbidades. Primeira gestação há 3 anos: parto vaginal a termo, recém-nascido saudável. Parceiro fixo há 2 anos, nega novos parceiros sexuais. Nega lesões genitais atuais ou prévias, corrimento ou sintomas urinários. Nega uso de drogas injetáveis. Ao exame físico: PA: 110/70 mmHg, AU: 30 cm, BCF: 145 bpm, apresentação cefálica. Ausência de lesões cutâneas ou em mucosas. Orofaringe sem alterações. Ausência de linfadenopatia. Resultado dos exames de rotina realizados na consulta atual (32 semanas): hemograma, glicemia, urina I, urocultura: normais VDRL: 1:16 (reagente), teste treponêmico rápido: REAGENTE. 

Ultrassonografia obstétrica (32 semanas): feto único, biometria compatível com idade gestacional, líquido amniótico normal, placenta grau I posterior. Sem sinais sugestivos de sífilis congênita (hepatoesplenomegalia, ascite, hidropsia, espessamento placentário).

A paciente nega tratamento prévio para sífilis. Relata que o parceiro não realizou exames recentemente e não tem acompanhamento médico regular. Questiona sobre o tratamento e possíveis riscos para o bebê. Considerando o diagnóstico de sífilis materna e as recomendações para prevenção da sífilis congênita, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Respostas
4101: A
4102: E
4103: B
4104: C
4105: E
4106: A
4107: E
4108: B
4109: B
4110: B
4111: C
4112: C
4113: B
4114: A
4115: A
4116: B
4117: C
4118: C
4119: B
4120: B