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Q3909378 Pedagogia
A organização do tempo e do espaço constitui elemento central da proposta pedagógica na Educação Infantil. Analise as afirmativas sobre essa organização e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)A organização do tempo deve respeitar os ritmos e necessidades das crianças.
(__)O espaço escolar é neutro e não interfere nas aprendizagens infantis.
(__)Ambientes bem organizados favorecem a autonomia e as interações.
(__)A rotina deve ser flexível, previsível e significativa.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3909377 Pedagogia
As instituições de Educação Infantil são espaços de produção das culturas infantis. Associe os aspectos (Coluna A) às suas funções sociais (Coluna B).
Coluna A
I.Brincadeiras.
II.Interações.
III.Linguagens.
IV.Imaginação.
V.Expressões corporais.
Coluna B A.Construção de significados.
B.Relações sociais entre pares.
C.Formas de comunicação e expressão.
D.Produção cultural da infância.
E.Vivências lúdicas cotidianas.

Assinale a alternativa com a associação CORRETA:
Alternativas
Q3909376 Pedagogia
O educador infantil planeja e ministra atividades lúdicas para estimular o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social de crianças pequenas.
Sobre o papel do profissional da Educação Infantil, analise as assertivas e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)Atua como mediador das experiências e aprendizagens das crianças.
(__)Restringe sua função à vigilância e ao controle disciplinar.
(__)Observa, registra e acompanha o desenvolvimento infantil.
(__)Trabalha em parceria com as famílias.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q3909375 Pedagogia
No contexto da Educação Básica, a gestão pedagógica refere-se ao conjunto de ações que orientam o trabalho educativo da escola. Nessa perspectiva, a gestão pedagógica compreende:
Alternativas
Q3909374 Pedagogia
Na Educação Infantil, as brincadeiras, as interações e as diferentes linguagens constituem eixos estruturantes do trabalho educativo-pedagógico, pois organizam as experiências das crianças e orientam as práticas dos profissionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa CORRETA que descreve os benefícios das brincadeiras na aprendizagem.
Alternativas
Q3909373 Pedagogia
Sobre a transversalidade e a interdisciplinaridade no currículo da Educação Básica, analise as assertivas.
I.Integram diferentes áreas do conhecimento.
II.Favorecem aprendizagens contextualizadas.
III.Reforçam a fragmentação curricular.
IV.Promovem visão global dos conteúdos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3914694 Pedagogia

A Lei Federal nº 13.146/2015 estabelece diretrizes voltadas à garantia da educação inclusiva, incluindo medidas relacionadas à comunicação e aos recursos pedagógicos. De acordo com tais disposições, analise as assertivas a seguir.



I. O poder público deve assegurar o ensino da Libras, do Sistema Braille e o uso de recursos de tecnologia assistiva, com o objetivo de ampliar a autonomia e a participação dos estudantes com deficiência.


II. A atuação de tradutores e intérpretes de Libras está prevista no contexto educacional, sendo direcionada prioritariamente às atividades desenvolvidas no ensino superior.



Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3914693 Pedagogia
O lúdico, por meio do jogo e do brincar, constitui importante instrumento no processo de aprendizagem das crianças. Considerando esse entendimento, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3914692 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei nº 8.069/1990, estabelece regras específicas sobre a proteção ao trabalho do adolescente, disciplinando a aprendizagem e as condições em que o trabalho pode ser exercido. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914691 Saúde Pública
No contexto escolar, a higiene e os cuidados corporais estão associados à promoção da saúde e ao bem-estar dos estudantes. Considerando esse entendimento, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3914690 Pedagogia
De acordo com a Lei nº 9.394, a educação básica define cargas horárias mínimas anuais para o ensino fundamental e para o ensino médio. Considerando tais disposições, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3914689 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município de Bom Jardim da Serra dispõe sobre as sessões da Câmara Municipal. Considerando essas normas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3914688 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica Municipal estabelece que a Câmara Municipal reúne-se, anual e ordinariamente, na sede do Município, nos períodos de:
Alternativas
Q3914687 Legislação Municipal
A Lei Orgânica Municipal estabelece regras relativas à administração pública municipal e aos direitos dos servidores. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3914686 Direito Constitucional

A Lei Orgânica Municipal dispõe sobre matérias cuja atuação é atribuída de forma compartilhada entre o Município, a União e o Estado. Considerando essas disposições, analise as assertivas:



I. Cuidar da saúde e da assistência pública, bem como da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência, constitui competência comum do Município, da União e do Estado.


II. Proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas integra o conjunto de atribuições exercidas de maneira comum pelos entes federativos.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3914685 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica Municipal, são estabelecidas diversas competências relacionadas à atuação legislativa, administrativa e à prestação de serviços públicos. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3914679 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu era muito diferente de meus irmãos



    Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.

    Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.

    Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.

    Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.

    Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.

    O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.

    Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.

    Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.

    Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.

    Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.

    Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.

    Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.

    Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.

    Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.

    — É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.

    Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 

No trecho “Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA”, o narrador reforça a insuficiência de provas formais para solucionar sua crise de identidade. À luz das regras de colocação pronominal da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta quanto ao emprego do pronome oblíquo átono nesse contexto.
Alternativas
Q3914678 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu era muito diferente de meus irmãos



    Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.

    Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.

    Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.

    Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.

    Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.

    O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.

    Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.

    Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.

    Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.

    Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.

    Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.

    Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.

    Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.

    Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.

    — É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.

    Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 

No trecho “Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente”, a palavra helenicamente pertence à classe dos __________, pois modifica o sentido do termo a que se vincula, expressando circunstância de modo.



Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

Alternativas
Q3914677 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu era muito diferente de meus irmãos



    Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.

    Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.

    Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.

    Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.

    Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.

    O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.

    Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.

    Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.

    Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.

    Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.

    Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.

    Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.

    Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.

    Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.

    — É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.

    Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 

No texto, o narrador afirma que divulgava, inclusive na escola, a sua “estrambólica tese”, utilizando o adjetivo para caracterizar a própria explicação sobre sua origem. Nesse contexto, o sentido assumido pela palavra estrambólica é de:
Alternativas
Q3914676 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Eu era muito diferente de meus irmãos



    Jurava que tinha sido trocado no hospital. Toda criança experimenta essa suspeita, que é uma curiosidade sadia do amor, ao lado dos questionamentos sobre ser desejado ou não.

    Eu culpava o mundo por ter nascido tão bagunçado e atrapalhado; nada melhor do que começar acusando meus pais, detentores da verdade sobre minha origem.

    Até porque me mostrava bem diferente de meus irmãos: Miguel e Rodrigo, de cabelos cacheados; ou Carla, com um rostinho simétrico, esculpido helenicamente.

    Minha feição afundava como uma tina para pisar uvas.

    Só resta uma imagem do meu período inicial, com alguns dias de existência. Já possuía olheiras de ressaca, decorrentes talvez de uma madrugada em claro dentro do ventre.

    O pescoço não suportava a cabeça enorme, que tropicava levemente para a esquerda. Eu vestia um tip top branco, que acentuava o caráter de assombração, somando-se à minha pele pálida.

    Não tirei a hipótese da minha cuca. Tios pegavam no meu pé, em recorrentes chacotas na residência dos avós, aproveitando a minha natural desconfiança para dizer que eu tinha nascido cheio de brotoeja e que, na hora da alta, não constava mais nenhuma marca. Faziam-me crer em duas pessoas distintas: uma no parto e outra ao ir para casa, enrolada na manta.

    Existia uma sutileza em minha versão. Não defendia a ideia de ter sido adotado, baseada numa escolha consciente, mas me valia da teoria de ter sido fruto de um engano, vítima de uma confusão no berçário.

    Ser adotado me orgulharia. Eu mantinha a crença de que meus pais haviam tomado para si o filho errado.

    Desde cedo, investiguei minha vida. Não consegui provar falsidade alguma, tampouco atestar sua veracidade. Não me bastavam o teste do pezinho, a certidão de nascimento, o DNA.

    Eu partia do princípio de que me encontrava num lar perfeito, que não combinava comigo, tão torto e problemático: um lento patinho na casca, no meio de cisnes nadando velozes.

    Inclusive na escola, para a minha professora, eu divulgava a minha estrambólica tese. Impaciente com a minha precoce crise de identidade, a mãe decidiu terminar de vez com a novela, que estava passando dos limites.

    Ela me chamou para a cozinha. Sentou-se na minha frente, calma e resoluta, e retirou uma fotografia de um envelope pardo. Analisei friamente aqueles traços.

    Era a minha cópia cuspida e escarrada; entretanto, não era eu.

    — É seu avô. Viu? Não há como você não ser de nossa família.

    Conformado, baixei o queixo. Quando a mãe concluiu que eu não iria mais reclamar, exclamei, impregnado de pena: “Coitado, ele também foi trocado no hospital!”


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado). 

O texto de Fabrício Carpinejar articula memória, humor e reflexão identitária por meio de uma narrativa em primeira pessoa. Considerando os sentidos construídos ao longo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
61: D
62: A
63: C
64: A
65: A
66: A
67: A
68: D
69: C
70: A
71: D
72: B
73: B
74: A
75: C
76: D
77: A
78: C
79: B
80: D