Questões de Concurso Comentadas para médico

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Q4040762 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?

 

A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.

Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.

A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.

Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.

No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.

 

Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão

Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).

A partir da leitura do texto, analise as assertivas a seguir quanto à adequação às ideias apresentadas:
I. A governança ambiental se organiza de maneira homogênea, sem distinção entre formas institucionais.
II. A construção da Agenda 2030 contou com participação relevante do Brasil em seu processo inicial.
III. Pactos e acordos internacionais contribuem para a governança ambiental, embora não garantam, por si sós, as transformações necessárias.
Está(ao) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4040761 Meio Ambiente

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?

 

A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.

Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.

A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.

Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.

No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.

 

Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão

Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).

Com base nas informações explicitadas no texto, assinale a alternativa que MELHOR EXPRESSA o papel atribuído aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) no contexto da governança ambiental.  
Alternativas
Q4040760 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?

 

A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.

Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.

A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.

Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.

No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.

 

Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão

Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).

Com base na compreensão das ideias e nas inferências possíveis a partir do texto, analise as partes:
(1ª parte): O texto sustenta que a variabilidade dos princípios da governança ambiental compromete sua legitimidade enquanto prática institucional.
(2ª parte): O texto ressalta que a governança ambiental abrange ações voltadas tanto à conservação quanto à remediação de impactos ambientais.
(3ª parte): O texto sugere que a governança ambiental apresenta maior efetividade em escala global do que em níveis locais.
Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4039942 Medicina
Paciente com DPOC chega para a consulta apresentando a seguinte gasometria:
• pH: 7,28
• pCO₂: 60 mmHg
• HCO₃⁻: 28 mEq/L
Qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico/Plantão Geral |
Q4039376 Medicina
Homem de 37 anos chegou à emergência com história de dor e aumento do perímetro abdominal no seu primeiro episódio de ascite. Tabagista e etilista. Negou uso de drogas ilícitas ou emagrecimento recente. A paracentese demonstrou líquido turvo, com proteína total = 3,9g/dL, albumina = 2,3g/dL, hemácias = 500/Ul, leucócitos = 1.000/mm³, 80% de células mononucleares, adenosina deaminase55UI/L, coloração pelo Gram e culturas (-). No sangue, a proteína = 6,0g/dL e albumina = 3,0g/dL. Os resultados de exames mais compatíveis com o provável diagnóstico do quadro serão: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico/Plantão Geral |
Q4039374 Medicina
Homem de 72 anos, com diagnóstico conhecido de doença orovalvar e em investigação de anemia há 12 meses, com episódios ocasionais de hematoquezia, chegou à emergência com queixa de piora da dispneia aos esforços. Negou tabagismo ou perda ponderal. Ao exame, encontrava-se hipocorado, com sopro mesossistólico no segundo espaço intercostal direito, em região paraesternal. A causa mais provável do sangramento digestivo deve ser:  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico/Plantão Geral |
Q4039362 Medicina
Homem de 44 anos, hipertenso, foi levado à emergência pela esposa devido à dispneia e sonolência. Ela relata que, há cinco dias, o paciente queixa-se de dor precordial opressiva, sem relação com esforços, que piora com a respiração e em decúbito dorsal. Hoje pela manhã, referiu melhora da dor, mas evoluiu há uma hora com torpor e dispneia em repouso. Apresenta-se com PA = 80x50mmHg e FC = 110bpm. O exame cardiovascular evidencia abafamento de bulhas cardíacas e turgência jugular patológica. Considerando o diagnóstico mais provável, ao realizar a ultrassonografia à beira-leito, as alterações mais provavelmente presentes são:  
Alternativas
Q4039353 Medicina
Mulher de 28 anos, com diabetes mellitus tipo 1, dá entrada no pronto-socorro com náuseas, vômitos, dor abdominal e dispneia. Ao exame, apresenta sinais de desidratação, taquipneia profunda e hálito cetônico. Ao realizar os exames laboratoriais, os resultados mostram glicemia = 480mg/dL, pH arterial = 7,12, bicarbonato = 9mEq/L, ânion gap elevado e potássio sérico = 3,2mEq/L. Considerando o manejo inicial desse caso clínico, a conduta mais adequada é:
Alternativas
Q4039349 Medicina
O tratamento adequado do choque, visando à recuperação da perfusão tecidual, requer um profundo conhecimento do mecanismo de ação, indicações e potenciais efeitos adversos das opções terapêuticas. Baseando-se nesses princípios, é correto afirmar que a:
Alternativas
Q4039344 Nutrição
Paciente internado em UTI, recebendo ventilação mecânica e usando drogas vasoativas em doses estáveis, evolui com distensão abdominal progressiva, dor à palpação, ausência de ruídos hidroaéreos e volumes residuais gástricos persistentemente elevados. Após realização da tomografia abdominal, evidenciou-se grande distensão gástrica e íleo paralítico difuso, sem sinais de perfuração ou isquemia. A estratégia nutricional mais apropriada nesse cenário corresponde à(ao):
Alternativas
Q4039337 Medicina
Em relação à lei nº 12.401/2011, que altera a lei nº 8.080/1990, para dispor sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do SUS, responda à questão.
O protocolo clínico e a diretriz terapêutica têm como finalidade:
Alternativas
Q4039336 Direito Sanitário
Em relação à lei nº 12.401/2011, que altera a lei nº 8.080/1990, para dispor sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do SUS, responda à questão.
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) deverá:
Alternativas
Q4039335 Direito Sanitário
Quanto ao repasse e aplicação dos recursos mínimos em ações e serviços públicos de saúde, é necessário que:
Alternativas
Q4039334 Saúde Pública
 De acordo com a lei complementar nº 141/2012, que versa sobre financiamento do SUS, para efeito da apuração da aplicação dos recursos mínimos, serão consideradas despesas com ações e serviços públicos de saúde os gastos com:
Alternativas
Q4039333 Saúde Pública
São Princípios e Diretrizes do SUS e da Rede de Atenção à Saúde a serem operacionalizados na Atenção Básica: 
Alternativas
Q4039331 Saúde Pública
A organização do SUS ocorre de forma regionalizada e hierarquizada de modo que a instituição das Regiões de Saúde deve:
Alternativas
Q4039330 Saúde Pública
Quanto à organização do SUS, o planejamento em saúde deve: 
Alternativas
Q4039329 Direito Sanitário
Com relação ao subsistema de acompanhamento à mulher nos serviços de saúde, é direito da mulher:
Alternativas
Q4039328 Direito Sanitário
A lei orgânica do SUS define entre as atribuições comuns à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
Alternativas
Q4039327 Gestão de Pessoas
Além do aperfeiçoamento profissional e acadêmico permanentes, por meio do programa CAPACITUERJ, a progressão funcional do servidor técnico-administrativo da UERJ atenderá aos requisitos de interstício mínimo de:
Alternativas
Respostas
181: C
182: B
183: A
184: D
185: A
186: A
187: A
188: D
189: A
190: C
191: D
192: A
193: A
194: B
195: C
196: B
197: D
198: C
199: A
200: C