Foram encontradas 45 questões

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Q3736973 Administração de Recursos Materiais
Considere que determinada organização pretenda gerenciar seus estoques utilizando como método a Curva ABC. Ao adotar tal opção, 
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Q3736972 Administração Geral
Diversos autores desenvolveram estudos e teorias para buscar explicar o fenômeno da motivação dos colaboradores no ambiente organizacional, sendo uma das mais conhecidas a Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas de Maslow, segundo a qual 
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Q3736971 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, em relação as eleições presidenciais,  
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Q3736970 Administração Financeira e Orçamentária
O Plano Plurianual constitui relevante instrumento de planejamento estratégico do governo no longo prazo e, na forma prevista na Constituição Federal, tem-se que 
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Q3736969 Administração Financeira e Orçamentária
A disciplina acerca do Orçamento, de acordo com os preceitos constitucionais e legais que regem o tema, estabelecem 
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Q3736968 Administração Financeira e Orçamentária
Considere que a proposta de Lei Orçamentária Anual de determinado ente tenha sido elaborada com base no conceito de um orçamento de base zero. Ao adotar tal opção, 
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Q3736967 Administração Financeira e Orçamentária
Constitui exemplo de despesa de natureza extraorçamentária, o pagamento relativo a 
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Q3736966 Administração Financeira e Orçamentária
Como corolário dos principios de gestão fiscal responsável predicados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei complementar nº 101/2000) está o dever dos entes de instituirem e arrecadarem todos os impostos de sua competência e, nesse sentido, a LRF  
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Q3736964 Administração Financeira e Orçamentária
As receitas públicas podem ser classificadas sob diferentes perspectivas, uma delas a que diferencia receitas originárias de receitas derivadas, sendo  
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Q3736963 Administração Financeira e Orçamentária
A denominada reserva de contingência que integra a Lei Orçamentária Anual (LOA) 
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Q3736962 Conhecimentos Gerais
[...] A existência de um regime democrático é condição suficiente para a redução das desigualdades sociais? Sem surpresa, a ciência politica apresenta [...] respostas divergentes para essa pergunta. [...] para esse debate, com base no exame da trajetória brasileira no período democrático contemporâneo [...], uma questão controversa precisa ser enfrentada: a desigualidade no Brasil caiu vertiginosamente ou permaneceu estável nos últimos trinta anos? [...] Fato é que há muitas maneiras de observar a desigualdade. Essas divergências entre os econometristas sdo explicadas pelo conceito e pela métrica adotados. A desigualdade de renda é estável se incluimos a renda proveniente de ativos financeiros e da propriedade no conceito de renda total e se empregamos os registros tributários como fonte de informação. A desigualdade de renda caiu se observamos apenas dados dos surveys domiciliares. A depender dessas escolhas, nossas inferências podem apontar em direções opostas.
Adaptado de: ARRETCHE, Marta. Democracia e redução da desigualdade econdémica no Brasil: a inclusdo dos outsiders. Revista Brasileira de Ciéncias Sociais, v. 33, n. 96, 2018)
O tema das desigualdades sociais no Brasil permanece controverso, tendo em vista a variedade de conclusões a que chegam estudiosos das politicas públicas. A argumentação acima sobre este fato dispõe que  
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Q3736961 Português
Assim como no total da população brasileira, as pessoas de cor ou raça preta ou parda constituem, também, a maior parte da força de trabalho no país. Em 2018, tal contingente correspondeu a 57,7 milhões de pessoas, ou seja, 25,2% a mais do que a população de cor ou raça branca na força de trabalho, que totalizava 46,1 milhões. Entretanto, em relação à população desocupada e à população subutilizada, que inclui, além dos desocupados. os subocupados e a força de trabalho potencial, as pessoas pretas ou pardas são substancialmente mais representadas - apesar de serem pouco mais da metade da força de trabalho (54.9%). elas formavam cerca de % dos desocupados (64,2%) e dos subutilizados (66,1%) na força de trabalho em 2018.
(Adaptado de: IBGE. Desigualdades Sociais por cor ou raca no Brasil. Estudos e Pesquisas - Informação Demografica e Socioecondmica, n. 41, 2019)
De acordo com as informações contidas no trecho acima, conclui-se: 
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Q3736960 Conhecimentos Gerais
No que diz respeito às relações entre as realidades rural e urbana no Brasil:  
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Q3736959 Português
[.--] a despeito das visíveis lacunas existentes na política regional, nesta década de 2000, a trajetória da desconcentração assumiu novos contornos mais benignos, e mesmo o crescimento econômico - que tão bem conviveu ao longo da história brasileira com níveis elevados de desemprego -, passou a se dar em cenário de pleno emprego nos mercados de trabalhos regionais. Avançou-se qualitativamente em relação ao comportamento predominante para a questão regional na década de 1990 marcado pelo baixo crescimento econômico, elevado desemprego e fraca atuação governamental. [...] Do ponto de vista do tratamento da questão territorial, o governo federal construiu uma agenda de fortalecimento das economias regionais que possibilitou uma atuação mais ativa do gasto em investimento federal em prol da desconcentração produtiva. O perfil regional do crescimento continuou sendo mais positivo para as economias ‘periféricas’ nessa fase de recomposição de recursos e instrumentos do desenvolvimento regional. Com isso, estas dltimas apresentaram taxas superiores à média nacional: o Nordeste, com 1,0% acima da média brasileira; o Norte, com 3,5% acima; e a regido Centro-Oeste, 1,7% superior.
(Adaptado de: MONTEIRO NETO, Asistides. Desigualdades regionais no Brasil: caracteristicas e tendéncias recentes. Boletim regional, urbano e ambiental, n.9, Ipea, jan.-jun. 2014, pp. 67-81)
A respeito das desigualdades regionais do Brasil na década de 2000:  
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Q3736958 Português
Em seus inúmeros e instigantes ensaios sobre a natureza do subdesenvolvimento, Celso Furtado alerta para os riscos de que dinâmicas de modernização, embaladas pelo ritmo vertiginoso da diversificação do consumo, prevaleçam sobre trajetórias de mudança estrutural, estas capazes de romper efetivamente com nossa condição periférica e seus corolários. |...] É ainda Furtado quem nos recorda que nas economias desenvolvidas, notadamente nas europeias, o grande diferencial da expansão do capitalismo do pós-guerra foi ter promovido um processo de equalização das oportunidades, o que levou sociedades a se tornarem mais iguais, mais homogeneas. [...] A politica social dos anos 2000 apostou no aprofundamento e diversificação do consumo de massa e na intervenção do Estado, visando lastrear a acumulação financeira também na esfera da reprodução social. Essa dinâmica se acelera e se consolida, inibindo trajetórias de mudança estrutural, na contramão do recomendado por pensadores latino-americanos que, como Celso Furtado, idealizaram a superação do subdesenvolvimento. O binômio fortalecimento do mercado interno e industrialização foi substituido por reprimarização e financeinzação, com a preservação da nossa arraigada heterogeneidade estrutural.
(Adaplado de: LAVINAS, Lena; GENTIL, Denise L. Brasil anos 2000: a politica social sob regência da financeirização. Novos Estudos, v.37,n.2, p. 191-211, 2018)
A contradição fundamental da trajetória do desenvolvimento econômico brasileiro mais recente de que trata o texto acima é: 
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Q3736957 Administração Pública
Nas ultimas décadas, inúmeras politicas sociais de combate à pobreza e distribuição de renda foram implementadas no Brasil, observando-se diferentes resultados quanto aos objetivos alcançados. Sobre as caracteristicas dessas politicas no periodo mais recente: 
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Q3736941 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a história de Teresina como capital do Piauí, cabe destacar sua 
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Q3736940 História e Geografia de Estados e Municípios
Na bandeira do estado do Piauí está estampada a data de 13 de março de 1823 correspondente à Batalha de Jenipapo. A escoIha dessa data tem relação com  
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Q3736939 Legislação Estadual
Nos termos da Lei do Processo Administrativo do Estado do Piaui (Lei nº 6.782/2016), a propositura de demanda judicial em face do ato ou contrato administrativo  
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Q3736920 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo. (2º parágrafo)
Nesse trecho, o narrador relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado esta indicado pela seguinte forma verbal sublinhada no texto:  
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Respostas
21: D
22: B
23: C
24: D
25: E
26: B
27: C
28: C
29: E
30: B
31: E
32: B
33: E
34: B
35: E
36: D
37: D
38: B
39: E
40: E