Questões de Concurso Sobre pedagogia para selecon

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Q3878527 Pedagogia
No contexto educacional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o desenvolvimento das funções executivas tem sido apontado como um elemento central para a aprendizagem, a autonomia e a participação escolar. Professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) desempenham papel fundamental na mediação de estratégias que favoreçam esses processos no cotidiano escolar. A partir disso e com base nas reflexões apresentadas por Nascimento e Braun (2024), compreende-se que:
Alternativas
Q3878526 Pedagogia
No contexto do Atendimento Educacional Especializado (AEE), o professor atua diretamente na mediação de processos de aprendizagem de estudantes com diferentes perfis de desenvolvimento, considerando aspectos cognitivos, emocionais e neurofuncionais. A compreensão de como o cérebro aprende é fundamental para a elaboração de estratégias pedagógicas inclusivas e eficazes. À luz das contribuições da Neurociência para a Educação, conforme discutido por Cosenza e Guerra (2011), é coerente afirmar que:
Alternativas
Q3878525 Pedagogia
As funções executivas são amplamente discutidas na literatura educacional por sua relação com o planejamento, a organização do comportamento e a autorregulação da aprendizagem. No contexto do Atendimento Educacional Especializado (AEE), compreender essas funções auxilia o professor na escolha de estratégias pedagógicas mais adequadas às necessidades dos estudantes. Com base na revisão de literatura apresentada no artigo Intervenções e funções executivas (Souza; Santos, 2024), é correto afi rmar que:
Alternativas
Q3878524 Pedagogia
Durante o processo de aquisição da leitura e da escrita, é fundamental que o professor do Atendimento Educacional Especializado esteja preparado para realizar uma mediação pedagógica efi caz no sentido de demonstrar para o estudante da educação especial os caminhos possíveis de aprendizagem, com fi ns na diminuição das barreiras impostas a ele tanto em função da própria defi ciência quanto em relação ao currículo. Padilha e Fonseca (2025, p. 188), em diálago com Vygotsky, afi rmam que "[...] as crianças começam a usar as mesmas formas de comportamento em relação a si mesmas que os outros inicialmente usaram com elas (Vygotsky apud Smolka, 1991, p.54- 55), o que signifi ca que as crianças não apenas apropriam dos conhecimentos envolvidos na resolução de tarefas, como também internalizam as estratégias empregadas pelo mediador, de acordo com cada situação-problema". Com base nessas informações, conforme preconizam Padilha e Fonseca (2025, p.187), é necessário ao professor do Atendimento Educacional Especializado possuir conhecimentos básicos acerca das hipóteses de escrita e de leitura que lhe dêem condições de planejar, junto ao professor da classe comum, propostas que estejam alicerçadas no conhecimento trazido pelo estudante da educação especial. Para tanto, as atividades pedagógicas deverão considerar que o estudante da educação especial que se encontra na hipótese de escrita: 
Alternativas
Q3878523 Pedagogia

Leia atentamente a tirinha abaixo:


Q04.png (262×336)


Fonte: QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2001


A afirmativa de Manolito, na tirinha acima, revela o sentimento de muitos estudantes público-alvo da educação especial quando estão diante, por exemplo, do processo de aquisição e de consolidação da leitura e da escrita. Estudantes que encontram barreiras de aprendizagem nas áreas da linguagem, independentemente dos diagnósticos possíveis, são desafi os diários para professores das classes comuns nas diferentes disciplinas e níveis de ensino. A necessidade de professores de atendimento educacional especializado alfabetizadores está sendo cada vez mais urgente, visto que, em muitos casos, a defasagem na alfabetização e no letramento dos estudantes da educação especial compromete o sucesso acadêmico desses alunos. Nesse sentido, torna-se necessário que as propostas pedagógicas alfabetizadoras sejam elaboradas e realizadas de maneira articulada tanto aos interesses dos próprios estudantes quanto aos conteúdos e aos temas trabalhados em sala de aula regular, exigindo, portanto, diálogo e parceria contínuos de seus professores da classe comum e professores da educação especial. Uma maneira de realizar o trabalho pedagógico para esse fim seria organizá-lo a partir da seguinte sequência: 

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Q3878522 Pedagogia
A Educação Especial, na perspectiva inclusiva, tem exigido do sistema educacional a criação de novos paradigmas que contemplem, em suas práticas pedagógicas, valores como a colaboração não apenas entre estudantes, mas, principalmente, entre os docentes. Como afi rma Capellini e Mendes (2007, p. 125), "A força da colaboração encontra-se na capacidade de unir as habilidades individuais dos educadores, para promover sentimentos de interdependência positiva, desenvolver habilidades criativas de resolução de problemas e apoiar um ao outro, de forma que todos assumam as responsabilidades educacionais." Diante dessa nova perspectiva, aspectos como reconhecimento e acolhimento da diversidade tornam-se responsabilidade de toda a comunidade escolar, comprometida com a criação de uma cultura de colaboração, favorável à criação de uma escola verdadeiramente inclusiva. Nesse sentido, de acordo com Braun e Marin (2016), a proposta pedagógica do ensino colaborativo consiste no(a):
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Q3878521 Pedagogia

No contexto educacional fazer uso da tecnologia assistiva: “[...] é buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa fazer de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação a partir de suas habilidades”. (Schirmer; Browning; Bersch; Machado, 2007, p. 31, grifo das autoras).


Com base no trecho acima, são considerados como tecnologias assistivas:

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Q3878520 Pedagogia

“[...] é um problema de aprendizagem causado por má formação neurológica, provavelmente, pode ser adquirida através de herança genética que se manifesta como uma difi culdade no construir conhecimentos dos números e cálculos. Essa defi ciência não é uma defi ciência mental, baixo nível de QI (coefi ciente de inteligência), falha na alfabetização, impedimentos visuais e/ou auditivos, entre outros (Silva; Santos, 2011)”.


O fragmento acima descreve um transtorno de aprendizagem. De acordo com a descrição, ele refere-se à: 

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Q3834284 Pedagogia
Quando o docente opta por se desvincular da ideia de avaliação como verificação de respostas certas/erradas e caminha num sentido investigativo e reflexivo sobre as manifestações do aluno, segundo Jussara Hoffmann, surge o compromisso com a concepção de:
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Q3834283 Pedagogia
Para a gestão do tempo, a professora Glaucia organiza suas aulas por meio de sequências didáticas, pois, de acordo com as características dessa modalidade organizativa, ela deve prever:
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Q3834282 Pedagogia
Uma das contribuições da psicologia para o campo da educação foi a formulação de diferentes bases conceituais que fundamentam as práticas pedagógicas. Mariana é professora e adota a posição construtivista, pois acredita que:
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Q3834281 Pedagogia
Em suas formulações pedagógicas, Paulo Freire contestava o uso de determinadas nomenclaturas, pois, segundo ele, estavam impregnadas de significações inaceitáveis, que conotavam as orientações “domesticadoras” da educação brasileira tradicional. Por isso, propôs substituir, por exemplo, classes por círculos de cultura, aulas por debate ou diálogo, e programa por: 
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Q3834280 Pedagogia
Quando predomina, na relação professor-aluno, a autoridade do docente, que exige atitude receptiva dos estudantes enquanto transmite o conteúdo na forma de verdade a ser absorvida, a prática pedagógica está baseada na tendência: 
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Q3834279 Pedagogia
Leia abaixo uma das 10 competências gerais apresentadas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC):

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

Nessa competência, fica em evidência:
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Q3834278 Pedagogia
As dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscam recuperar, para a função social da educação básica, a sua centralidade, que é o estudante. Sendo assim, cuidar e educar significam:  
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Q3834276 Pedagogia
A construção do projeto político-pedagógico é uma forma de a escola dar sentido ao seu saber-fazer enquanto instituição educativa, por isso, deve ser feita coletivamente. Nesse processo, ações são construídas, desconstruídas e reconstruídas. Trata-se de um processo no qual a escola:  
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Q3834275 Pedagogia
Em diferentes momentos da história da educação brasileira, a questão do fracasso na alfabetização tem sido alvo de intensos estudos que resultaram em políticas públicas voltadas à reversão dos altos índices de reprovação no primeiro ano do ensino fundamental. As pesquisas comprovam que o fracasso da escola, na alfabetização, atinge:  
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Q3834266 Pedagogia
De acordo com a exegese da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei n.º 9.394/1996), os conteúdos curriculares da educação básica observarão, entre outras, a seguinte diretriz:
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Q3834265 Pedagogia
Conforme disposto na Lei de Diretrizes e Bases (Lei n.º 9.394/1996), cabe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a organização, em regime de colaboração, dos respectivos sistemas de ensino. Caberá, conseguinte, aos Estados:
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Q3833421 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um instrumento que expressa a identidade da escola, orientando suas práticas e decisões coletivas. Sua elaboração deve ser um processo participativo, articulado com a comunidade escolar e fundamentado nos princípios da gestão democrática. Assim, o PPP se caracteriza como um: 
Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: B
44: C
45: D
46: A
47: A
48: C
49: D
50: C
51: A
52: D
53: B
54: A
55: B
56: A
57: C
58: D
59: B
60: D