Questões de Concurso Sobre pedagogia
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Escola mĩ gĩr tỹ fóg vĩ tỹvĩn tó mỹ ẽg vĩ kajrãn vỹ tỹ L2 ke mũ ẽn hẽ vẽ. Mỹr gĩr ũ tỹ ti ĩn tá fóg vĩ tỹvĩn tó kãmũ tĩ. Kỹ escola rãnhrãj vã ser gĩr tag mỹ kanhgág vĩ kajrãn ti. Kãnhgág vĩ vỹ ser tỹ gĩr tag vĩ régré nỹj mũ, segunda lingua hã vẽ ser. Kỹ metodologia kar abordagem vỹ ser tỹ ũ nỹtĩj mũ, mỹr ti tỹ ẽg vĩ tó kinhrẽg vén jé ke vẽ, ũ tỹ ẽg vĩ kinhra tỹ ẽg vĩ gramática to vẽnhkajrãn mũn javo. Kỹ vẽnhvĩ kajrãn kãki L1 kar L2 vỹ tỹ’ũ nĩ. Kanhgág escola mĩ tag tỹ vãmén tóg ver tẽg tỹvĩ tĩ. Hãra professor tóg nón vej ke nỹtĩ kãnhmar, mỹr gĩr tỹ fóg vĩ tỹvĩn tó tóg ver ẽg vĩ tó kinhrẽg vẽnh nỹtĩ escola mĩ.
Texto tag to jykrén kỹ alternativa tỹ ki ã ke nĩtón:
Questão tojãn kar to ti comando tỹ nén tó nĩ ẽn han nĩ. Alternativa pir nĩtón (marca ke) jé ã tóg mũ, ũ tỹ ki hã ke ẽn ti.
D’Angelis ti, linguista ũ tỹ Brasil ki ẽg vĩ to vãnh kanhrãn mág ja ũ, prỹg tỹ 2012 kã ti livro ki tóg escola mĩ ẽg vĩ kajrãnrãn to vãmén mũ. Ti tỹ tugnỹm ki, ẽg ga kãmĩ kanhgág kãsĩr tỹ kanhgág escola to mũ nỹtĩ ra, professor tỹ kanhgág mré vãnh kajrãnrãn nỹtĩ ra tỹ ẽg vĩ ki ne kajrãn vãnh nỹtĩ. Jérĩn mỹ ag tóg vẽnh rãnhrãnh tag to Educação Escolar Indígena vẽ ke tĩ, ke tóg mũ, D’Angelis ti. Mỹr ver diretor tóg tỹ fóg nỹtĩ, Coordenadoria Regional de Educação tỹ tag han ra ke ja hã hynhan tóg nỹtĩ, ẽg vĩ kar kanhgág jykre pẽ tỹ tã tá fón kỹ.
Tag to jykrén kỹ Educação Escolar Indígena pẽ kãki escola ti tỹ ne jé ke nỹtĩ vẽ?
Considerando os princípios da BNCC para o ensino religioso e a abordagem transversal entre fé e ciência, diante desse contexto, o professor deve
( ) A avaliação no ensino religioso deve priorizar o domínio de conteúdos religiosos específicos, como doutrinas e tradições, para garantir a fidelidade às matrizes religiosas.
( ) A prática docente reflexiva no ensino religioso contribui para a construção de ambientes de aprendizagem que promovem o respeito mútuo, o diálogo inter-religioso e o desenvolvimento da empatia.
( ) A BNCC orienta que o ensino religioso deve contribuir para o desenvolvimento de competências socioemocionais, como a escuta ativa, a resolução de conflitos e a valorização da diversidade.
( ) A avaliação de impacto no ensino religioso deve considerar indicadores de desenvolvimento socioemocional, como a capacidade de argumentação ética e o respeito às diferentes crenças.
( ) O planejamento no ensino religioso, segundo a BNCC, deve centrar-se na transmissão de valores religiosos específicos, com menor ênfase na formação ética e cidadã dos estudantes.
I. A competência de “conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos” está relacionada a uma abordagem descritivoempírica, sendo vedada a utilização de pressupostos científicos ou filosóficos. II. O ensino religioso deve contribuir para que os estudantes compreendam e valorizem as manifestações religiosas e filosofias de vida, mas a análise das relações dessas tradições com a economia e a política está fora de seu escopo.
III. Uma das competências da área é debater e posicionar-se de forma crítica diante de discursos e práticas de intolerância religiosa, como forma de assegurar os direitos humanos.
IV. A disciplina busca desenvolver nos alunos a capacidade de reconhecer e cuidar de si, do outro e da natureza, o que se manifesta como uma expressão de valorização da vida em suas múltiplas formas.
V. A competência de “conviver com a diversidade de crenças” é restrita a contextos escolares, não se aplicando à promoção de diálogos com perspectivas de vida seculares ou ateístas.
I. O RCG propõe que o estudo das tradições de matrizes indígenas seja realizado de forma a valorizar seus sistemas de conhecimento, sua cosmologia e suas lógicas de pensamento, superando a visão folclórica e a subalternização.
II. A abordagem dessas tradições deve ser feita em diálogo com outras áreas do conhecimento, como a história e a sociologia, para que sejam contextualizadas como parte da formação identitária e cultural do povo brasileiro, e não como elementos isolados do passado.
III. A inclusão das tradições indígenas no ensino religioso tem como objetivo principal a desconstrução da religião cristã, pois o RCG defende que o sincretismo entre as diferentes crenças é a única forma de promover a paz e a diversidade na sala de aula.
IV. A responsabilidade por lecionar sobre as tradições de matrizes indígenas deve ser atribuída exclusivamente ao professor de história, pois o tema não se enquadra na competência específica do ensino religioso, que se limita ao estudo das religiões de matriz eurocêntrica.
V. As políticas de inclusão, conforme o RCG, incentivam que o professor e a escola busquem parcerias com lideranças indígenas e organizações não governamentais para a construção de um diálogo direto, autêntico e respeitoso, sem mediadores, sobre esses saberes.
( ) A competência 4, ao focar a convivência com a diversidade, exige que o professor crie situações de aprendizagem que permitam aos alunos compartilhar suas convicções de forma segura, compreendendo as diferentes visões de mundo como legítimas expressões humanas.
( ) A competência 6, ao tratar da problematização, sugere que o professor deve introduzir temas polêmicos de forma mediada, estimulando a análise crítica de discursos de ódio e de preconceito, sem, contudo, impor uma única “verdade” sobre o assunto.
( ) O desenvolvimento da competência 4 implica que o professor deve defender uma visão de sincretismo religioso, em que todas as crenças são misturadas e apresentadas como sendo, no fundo, a mesma coisa, a fim de evitar conflitos e promover a união.
( ) A competência 6, ao defender o posicionamento do estudante, valida que ele pode expressar publicamente e de forma hostil seu proselitismo religioso em detrimento das crenças de outros colegas, já que a liberdade de expressão é um direito inalienável.
( ) A articulação entre as competências 4 e 6 capacita o estudante a, ao mesmo tempo, respeitar a diversidade (competência 4) e a se posicionar criticamente contra práticas que violam os direitos humanos em nome da religião (competência 6), promovendo uma postura ética e cidadã.