Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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I - Alívio da dor: A dor da cólica renal pode ser aliviada com AINEs. Se a dor for intensa, às vezes opioides são necessários.
II - Estratégias para eliminação de cálculos: Tomar muitos líquidos ou receber grandes quantidades de líquidos por via intravenosa tem sido recomendado para ajudar na eliminação dos cálculos, mas não está claro se esta abordagem é útil. Os bloqueadores alfa-adrenérgicos (como tansulosina) podem ajudar na eliminação dos cálculos. Assim que o cálculo é eliminado, nenhum outro tratamento imediato é necessário.
III - Procedimentos para desvio de cálculos: Algumas vezes, quando um bloqueio é sério, os médicos inserem um tubo temporário (stent) na uretra para desviar do cálculo que está causando a obstrução. Os médicos inserem um instrumento de visualização telescópica (cistoscópio, um tipo de endoscópio) na bexiga e passam o stent através do cistoscópio entrando na abertura do ureter. O stent é empurrado para além do cálculo causando a obstrução. O stent é deixado no lugar até que o cálculo possa ser removido (por exemplo, cirurgia).
IV - Remoção do cálculo: Frequentemente, a litotripsia por ondas de choque pode ser usada para quebrar cálculos, com 1 centímetro (1/2 polegada) ou menos de diâmetro, presentes na pelve renal ou parte superior do ureter. Neste procedimento, ondas de choque direcionadas para o corpo por um gerador de ondas sonoras quebram o cálculo.
I - Na HAS Crônica: consiste em uma clínica multifocal, geralmente não associado a sintomas, caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos >= 140 mmHg sistólicos e/ou diastolicos >= 90 mmHg.
II - Crise hipertensiva: Paciente com ou sem diagnóstico de hipertensão (HAS) podem apresentar episódios agudos de pressão arterial sistólica (PAS
III - Pseudo Crise Hipertensiva: Consiste no aumento acentuado da pressão arterial, mais frequentemente associado ao uso inadequado de anti hipertensivos, tendo obrigatoriedade de haver lesão de órgão alvo.
Sobre abordagem clínica de pacientes com infarto do miocárdio (IM), podemos classificar em 5 tipos, analise as alternativas e assinale a incorreta:
Com base nessas informações, a melhor alternativa terapêutica para iniciar o tratamento de Julia é
(ROBBINS & COTRAN - Kumar, Abbas, Fausto, Aster. Patologia Bases Patológicas das Doenças. Elsevier. Rio de Janeiro.p.1114.)
Sobre o contexto enunciado, marque a alternativa incorreta.
(https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/doen%C3%A7as-cardiovasculares/miocardite-epericardite/pericardite) – (|Adaptado)
Marque o vírus mais comumente implicado na pericardite viral.
I – Na descrição da Raiva Humana tem-se a “encefalomielite viral aguda sempre mortal” como aplicação muito importante.
II – Sobre AIDS/SIDA tem-se que o homem é o único reservatório; o período da incubação é variável; em geral, transcorre de um a três meses do momento da infecção até o aparecimento de anticorpos detectáveis, mas o período de tempo que vai da infecção pelo HIV até o diagnóstico da AIDS/SIDA tem limites de uns dois meses a dez anos ou mais. A mediana do período de incubação nos lactentes infectados é mais curta que nos adultos.
III – O climatério tem início por volta dos 40 anos e se estender até os 65 anos. Nessa fase, algumas mulheres podem sentir ondas de calor, acompanhadas de transpiração, tonturas e palpitações; suores noturnos prejudicando o sono; depressão ou irritabilidade; (...) diminuição do tamanho das mamas e perda da firmeza; diminuição da elasticidade da pele, principalmente da face e pescoço; aumento da gordura circulante no sangue; aumento da porosidade dos ossos tornando-os mais frágeis.
IV – Os arbovírus são vírus transmitidos pela picada de artrópodes hematófagos, como o Aedes aegypti. Entre eles, temos: Dengue é doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico, pois a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve e autolimitada, enquanto uma pequena parte evolui para gravidade. Febre amarela é doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, cujo agente etiológico é um arbovírus protótipo do gênero Flavivirus, da família Flaviviridae; do ponto de vista etiológico, clínico, imunológico e fisiopatológico, a doença é a mesma. Reveste-se da maior importância epidemiológica, por sua gravidade clínica e elevado potencial de disseminação em áreas urbanas.
I – A investigação clínica, a estratificação da Pancreatite Aguda e as diretrizes terapêuticas a serem adotadas são orientadas, inicialmente, pela identificação das condições associadas à doença e pela avaliação das condições clínicas iniciais, considerando o impacto sobre as funções vitais e o metabolismo sistêmico. Na sequência, de forma seletiva, são indicadas as dosagens séricas dos marcadores da lesão pancreática, do envolvimento das vias biliares e da repercussão sistêmica da doença, assim como a avaliação por imagem do pâncreas, por meio da TC e, mais recentemente, através da RM, para os casos de PA aguda, de origem biliar.
II – A doença diarreica aguda (DDA) é uma síndrome causada por diferentes agentes etiológicos (bactérias e suas toxinas, vírus e parasitos naturais), cuja manifestação predominante é o aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue. Quanto à origem, as DDA podem ser infecciosas e não infecciosas. Para a saúde pública, a de maior importância é a infecciosa, devido a sua maior frequência.
III – O hipotireoidismo é mais comum em mulheres, geralmente na faixa entre os 20 e os 40 anos. Os sintomas podem ser assustadores, principalmente se a pessoa afetada não tem ideia do que está acontecendo a ela. O diagnóstico é feito através de exames de sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que se encontram aumentados) e do hormônio que regula a tireoide, o TSH (que se encontra diminuído).
IV – O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Existem outros sinais de câncer de mama, tais como: edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja; retração cutânea e dor.