Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

Foram encontradas 8.237 questões

Q4154258 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 44 anos, trabalha há 20 anos em pedreira. Tabagista com uso de 30 maços/ano. Iniciou há cerca de seis meses dispneia progressiva até pequenos esforços, associado com astenia e perda de peso. Foi encaminhado para avaliação. Nega patologias prévias ou uso de medicações. Ao exame, apresenta em regular estado geral, dispneico, saturação periférica de oxigênio 88%, frequência cardíaca 102 BPM, frequência respiratória 25 IRM. Solicitado alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,64(48%), VEF1 0,73(26%), VEF1/CVF 45%

Pós-broncodilatador: CVF 1,99(59%), VEF1 0,90 (33%), VEF1/CVF 45% 

Captura_de tela 2026-07-03 114655.png (231×507)
Qual a conduta inicial para esse paciente?
Alternativas
Q4154257 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 44 anos, trabalha há 20 anos em pedreira. Tabagista com uso de 30 maços/ano. Iniciou há cerca de seis meses dispneia progressiva até pequenos esforços, associado com astenia e perda de peso. Foi encaminhado para avaliação. Nega patologias prévias ou uso de medicações. Ao exame, apresenta em regular estado geral, dispneico, saturação periférica de oxigênio 88%, frequência cardíaca 102 BPM, frequência respiratória 25 IRM. Solicitado alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,64(48%), VEF1 0,73(26%), VEF1/CVF 45%

Pós-broncodilatador: CVF 1,99(59%), VEF1 0,90 (33%), VEF1/CVF 45% 

Captura_de tela 2026-07-03 114655.png (231×507)
Considerando o caso exposto, qual diagnóstico mais provável para esse paciente?
Alternativas
Q4154256 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%

Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%

DLCO 45%

FAN Não reagente, FR negativo

Tomografia de tórax:


Captura_de tela 2026-07-03 114513.png (322×157)


LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento. 
Qual conduta inicial para o caso?
Alternativas
Q4154255 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%

Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%

DLCO 45%

FAN Não reagente, FR negativo

Tomografia de tórax:


Captura_de tela 2026-07-03 114513.png (322×157)


LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento. 
Nesse caso, qual o diagnóstico?
Alternativas
Q4154254 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 69 anos, procura atendimento por perda de peso, 15 kg, em seis meses, hiporexia, sudorese, tosse seca, febre não aferida vespertina, e dispneia aos pequenos esforços progressiva. Procurou atendimento prévio e foi prescrito antibiótico, amoxacilina/clavulanato 875 mg/125 mg, que fez uso por dez dias. Nega melhora dos sintomas. Tabagista, 60 maços/ano. Nega outras patologias ou uso de medicações contínuas. Ao exame, apresenta-se em regular estado geral, eupneico, saturação de oxigênio 95% ar ambiente, frequência cardíaca: 90 bpm. Foram solicitados exames para avaliação, conforme apresentado a seguir: Hemograma: hb 11,0, leucócitos 11.000, bastões 2%, neutrófilos 60%, plaquetas 235.000. PCR 10. Raio X de tórax:

Captura_de tela 2026-07-03 114334.png (306×357)
Qual a melhor conduta para o caso descrito, após avaliar o resultado da toracocentese? 
Alternativas
Q4154253 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 69 anos, procura atendimento por perda de peso, 15 kg, em seis meses, hiporexia, sudorese, tosse seca, febre não aferida vespertina, e dispneia aos pequenos esforços progressiva. Procurou atendimento prévio e foi prescrito antibiótico, amoxacilina/clavulanato 875 mg/125 mg, que fez uso por dez dias. Nega melhora dos sintomas. Tabagista, 60 maços/ano. Nega outras patologias ou uso de medicações contínuas. Ao exame, apresenta-se em regular estado geral, eupneico, saturação de oxigênio 95% ar ambiente, frequência cardíaca: 90 bpm. Foram solicitados exames para avaliação, conforme apresentado a seguir: Hemograma: hb 11,0, leucócitos 11.000, bastões 2%, neutrófilos 60%, plaquetas 235.000. PCR 10. Raio X de tórax:

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Após a conduta inicial foi realizado toracocentese diagnóstica apresentando:

Líquido pleural: serosanguinolento, pH: 7,40, hemácias maior 1.000.000/mm3, glicose 30 mg/dl, DHL: 400 IU/l, proteína 3,0 g/dl, ADA 35 U/l, citologia oncótica positiva, BAAR negativo. Sangue: glicose: 180 mg/dl, DHL: 450 IU/l, proteínas 3,8 g/dl.

Nesse caso, qual diagnóstico provável para esse paciente? 
Alternativas
Q4154252 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo masculino, de 42 anos, procura atendimento médico por queixa de sonolência diurna e roncos. Refere dormir durante o trabalho, ao assistir televisão e até mesmo ao dirigir. Alega cefaleia frequentes, pesadelos à noite. Nega patologias prévias, nega tabagismo. Alega etilismo nos fins de semanas. Ao exame: PA 160x100 mmHg, FC: 78 BPM, FR: 20 IRM, IMC 34 kg/m2. Exame físico normal. Gasometria arterial normal.

Nesse caso, qual diagnóstico provável para esse paciente? 
Alternativas
Q4154251 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 48 anos, procura atendimento médico para checkup pulmonar. Fuma desde os 12 anos de idade, cerca de 20 cigarros ao dia. Sabe dos males causados pelo cigarro, mas ainda não se sente preparada para cessar o tabagismo. Alega fumar imediatamente ao acordar, sendo este o cigarro que lhe dá maior satisfação. Consegue ficar sem fumar em locais proibidos, mas alega fumar mesmo quando está doente. Refere fumar principalmente à noite. 
Qual terapêutica inicial é indicada para essa paciente?
Alternativas
Q4154249 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 48 anos, procura atendimento médico para checkup pulmonar. Fuma desde os 12 anos de idade, cerca de 20 cigarros ao dia. Sabe dos males causados pelo cigarro, mas ainda não se sente preparada para cessar o tabagismo. Alega fumar imediatamente ao acordar, sendo este o cigarro que lhe dá maior satisfação. Consegue ficar sem fumar em locais proibidos, mas alega fumar mesmo quando está doente. Refere fumar principalmente à noite. 
De acordo com teste de Fagerstrom, qual grau de dependência à nicotina dessa paciente?
Alternativas
Q4154248 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax. 

Captura_de tela 2026-07-03 114009.png (611×597)
Após iniciado medicações prescritas na última consulta, paciente retorna em dois meses para reavaliação. Paciente mantém dispneia aos moderados e pequenos esforços, sem melhora após início das medicações. Qual a conduta nesse momento para o caso? 
Alternativas
Q4154247 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax. 

Captura_de tela 2026-07-03 114009.png (611×597)
O tratamento inicial indicado para esse paciente, conforme GOLD 2020, é o seguinte: 
Alternativas
Q4154246 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 65 anos, ex-tabagista, carga tabágica de 50 maços/ano, cessou tabagismo há oito anos. Refere dispneia progressiva até os moderados esforços há dez anos (mMRC 2), associado com tosse seca recorrente. Esteve internado há dois meses por pneumonia. Procurou atendimento médico para avaliação. Foram solicitados exames complementares, conforme dados seguintes: hemograma: hb 13 leucócitos 5400 eosinófilos 4%; raio X de tórax. 

Captura_de tela 2026-07-03 114009.png (611×597)
Após avaliação dos exames e confirmado diagnóstico de DPOC, deve ser classificado como:
Alternativas
Q4154245 Medicina
Em relação à tosse crônica, tem-se que: 
Alternativas
Q4154244 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
Esse paciente trouxe no mesmo retorno exames laboratoriais apresentados a seguir.

IGE total 1.000, eosinófilos 3% 350
Espirometria: pré-broncodilatador: CVF 3,50 (89%)-VEF1 2,20 (69%)- VEF1/CVF 62%; pós-broncodilatador: CVF 3,90 (95%)- VEF1 3,00 (82%)- VEF1/CVF 76%

Conforme avaliação do caso, o fenótipo para essa paciente é: 
Alternativas
Q4154243 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
Esse paciente retornou após 30 dias para reavaliação. Foram realizados questionários de controle da asma, e apresentou ACT e GINA 2020, respectivamente, oito pontos e dois pontos. Nesse caso, a melhor conduta nesse momento para o caso é: 
Alternativas
Q4154242 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 43 anos, refere ter diagnóstico de asma desde os cinco anos de idade. Alega melhora dos sintomas por vários anos, mas há cerca de dois anos os sintomas estão frequentes. Apresenta chiado no peito, tosse seca, dispneia cerca de três vezes por semana, que piora ao contato com mofo, poeira, fumaça e mudança de tempo, associado com espirros e pruridos nasais. Faz uso de salbutamol nas crises, cerca de três vezes por semana. Refere acordar à noite com os mesmos sintomas pelo menos uma vez por semana. Não tem conseguido trabalhar por piora dos sintomas pulmonares. Não usa outras medicações, nega outras patologias prévias, nega tabagismo. Foi iniciado formoterol/ budesonida 12/400mcg duas vezes ao dia, orientado sobre adesão, técnica inalatória e controle ambiental, e solicitado exames laboratoriais.
De acordo com o exposto, a classificação do controle da asma, conforme GINA 2020, é:
Alternativas
Q4154197 Medicina
Os pacientes portadores de fibrose cística apresentam infecções respiratórias de repetição por patógenos variáveis durante a vida. A figura a seguir apresenta a distribuição dos patógenos em diferentes faixas etárias na fibrose cística.

Captura_de tela 2026-07-03 104828.png (581×240)

Fonte: Pediatrics in Review 2014;35;194-203.

De acordo como os dados apresentados, na faixa etária de seis a dez anos, o micro-organismo que apresenta a maior porcentagem de infeção respiratória é:
Alternativas
Q4154195 Medicina
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente de sete anos, do sexo masculino, apresenta tosse e febre há cinco dias. Ao exame físico, observa-se prostração e frequência respiratória de 48 IRPM. À ausculta, nota-se presença de estertores finos (crepitantes) em campo médio direito. A radiografia de tórax em PA é evidenciada a seguir.

Captura_de tela 2026-07-03 104801.png (262×270)

Nesse caso, a etiologia é:
Alternativas
Q4154191 Medicina
De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria, para o controle e tratamento da asma no préescolar, deve-se considerar que:
Alternativas
Q4153061 Medicina
Em relação à síndrome respiratória aguda grave (SRAG) resultante de infecção pelo vírus influenza, considera-se que:
Alternativas
Respostas
381: A
382: C
383: D
384: A
385: B
386: B
387: D
388: A
389: C
390: C
391: D
392: D
393: A
394: C
395: D
396: B
397: A
398: C
399: A
400: B