Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3521721 Medicina

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as doenças às suas características. 


Coluna 1


1. Tuberculose.

2. Rinite alérgica.

3. Bronquiolite viral aguda.

4. Bronquiectasia.


Coluna 2


( ) A tosse é caracterizada por ser persistente, com mais de 2 semanas de duração e com piora progressiva. Não há períodos de melhora ou melhora gradativa. Na ausculta pulmonar, podem ser ouvidos ruídos adventícios.


( ) A tosse surge 2 a 3 dias após o quadro inicial, associada a taquipneia leve, chegando a dispneia, gemência ou batimento de asa do nariz. Na ausculta respiratória, pode apresentar sibilos, estertores, aumento do tempo expiratório ou até mesmo ruído de transmissão da via aérea superior.


( ) Espirros em salva, prurido nasal intenso, coriza clara e abundante e obstrução nasal.


( ) Persistente produção de escarro, pneumonias frequentes, crepitantes na ausculta pulmonar.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q3518454 Medicina
Ao avaliar um paciente imunocomprometido com sintomas respiratórios, qual dos seguintes achados clínicos pode indicar a necessidade de considerar a pneumocistose no diagnóstico diferencial? 
Alternativas
Q3515968 Medicina
Mulher com 65 anos de idade em acompanhamento de doença pulmonar foi submetida a provas de função respiratória. Os seguintes parâmetros foram encontrados: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VF1) diminuído; capacidade vital forçada (CVF) diminuída e capacidade pulmonar total aumentada.
O distúrbio que a paciente apresenta é: 
Alternativas
Q3514555 Medicina
Um paciente de 66 anos foi submetido a uma artroplastia total de quadril devido a uma osteoartrite. No segundo dia de pós-operatório, ele apresenta uma alteração respiratória com necessidade de frações de oxigênio crescentes associada a confusão mental. Apresenta, em seguida, um quadro de rash cutâneo na axila esquerda. Doze horas depois, necessita ser intubado e colocado em ventilação mecânica.
O diagnóstico etiológico mais provável dessa complicação é:
Alternativas
Q3514529 Medicina
Uma paciente de 40 anos é submetida a uma drenagem de tórax com colocação de um tubo devido a um pneumotórax espontâneo. No dia seguinte, o médico, ao passar visita nessa paciente, diagnostica uma fístula pleural.
Considerando esse fato, a melhor opção na abordagem da paciente é:
Alternativas
Q3513421 Medicina
Uma paciente de 72 anos, coronariopata, interna-se com insuficiência cardíaca descompensada. No quarto dia de hospitalização, apresenta febre e piora dos marcadores inflamatórios do sangue periférico. A radiografia de tórax no leito sugere aumento do acúmulo de líquido pleural à direita, agora sugerindo infecção associada do mesmo lado. Foi realizada toracocentese guiada por ultrassonografia à beira do leito.
O resultado com melhor prognóstico para esse procedimento foi:
Alternativas
Q3513420 Medicina
Uma mulher de 68 anos queixa-se de falta de ar ao andar no plano, necessitando parar algumas vezes para recuperar o fôlego. Refere, também, tosse com expectoração acinzentada, principalmente pela manhã ao acordar.
Tabagista de 40 anos-maço. HAS em uso de losartana 50 mg de 12 em 12 horas. Nega DM, hepatites e alergias. Ao exame físico: lúcida, orientada, hidratada, acianótica e afebril. PA 130 x 90 mmHg, FR 18 irpm, FC 80 bpm. AP: MV diminuído sem ruídos adventícios. Sat 02 95% em ar ambiente, sem esforço respiratório em repouso. Realizou espirometria, que revelou CVF normal, VEF1/CVF 66% pós-BD e VFE1 de 52%. Prova broncodilatadora negativa.
Nesse cenário clínico, a classificação de gravidade, segundo os critérios do GOLD, levando em consideração os parâmetros espirométricos, é:
Alternativas
Q3513419 Medicina
Um paciente de 72 anos, com peso predito de 65 quilos, portador de DPOC agudizada por causa de infecção respiratória, está intubado e ventilado mecanicamente há 10 dias por pneumonia. Apresenta boa evolução com melhora do quadro infeccioso e no momento está sendo ventilado com PSV = 15 cmH2O, volume corrente = 350 ml, FR = 25 ipm; gasometria arterial mostra pH = 7,35, paO2 = 60 mmHg, paCO2 = 50 cmH2O. Bicarbonato = 28 com FiO2 0,40. Quando se tenta diminuir a pressão de suporte para 8 cmH2O e se mantém a PEEP em 5 cmH2O, a FR aumenta para 32 ipm e o volume corrente cai para 200 ml com o paciente bastante desconfortável.
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
Alternativas
Q3513418 Medicina
Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores, aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico, ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A temperatura axilar era 38C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória, porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular bilateralmente e um padrão de respiração com expiração prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21 mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
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Q3513416 Medicina
Um paciente do sexo masculino de 70 anos foi encaminhado para investigação diagnóstica de dispneia progressiva. Após exame físico detalhado e anamnese cuidadosa, referia ser ex-tabagista (carga tabágica de 20 anos-maço), portador de hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana. Paciente relatava dispneia progressiva com início há dois anos e piora significativa nos últimos oito meses. Negou febre, dor torácica, poliartralgia, poliartrite e sudorese noturna. Sempre trabalhou em escritório, sem qualquer tipo de exposição ambiental no trabalho ou na residência. O paciente trouxe diversos exames, como espirometria, que sugeria distúrbio ventilatório restritivo grave. A tomografia computadorizada de tórax, realizada recentemente, evidenciou infiltrado intersticial reticular bilateral, simétrico, predominando na periferia do parênquima pulmonar com diversas áreas de faveolamento na periferia do parênquima. O padrão radiológico era típico de pneumonia intersticial usual (PIU). Além disso, o paciente trouxe diversos marcadores de autoimunidade, todos não reagentes.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513415 Medicina
Um paciente do sexo masculino de 63 anos foi encaminhando para investigação diagnóstica de pneumopatia intersticial, queixando-se de tosse seca e dispneia. Após detalhado exame físico e cuidadosa anamnese, referiu ser portador de dislipidemia com relato de dispneia progressiva de início há 03 anos, além de tosse seca. Negou febre, sibilos, dor torácica, sudorese noturna e hemoptise. Negou ainda artralgia ou artrite. Trabalhava em aviário há aproximadamente quatro anos. Ao exame físico, observaram-se discretos estertores crepitantes nas bases pulmonares. Havia ausência de cianose, porém com discreto baqueteamento digital. O paciente trouxe diversos exames complementares solicitados em outras consultas médicas em outras unidades assistenciais. Painel com marcadores de autoimunidade não reagentes. Espirometria evidenciava CVF% 68%, VEF1/CVF: 90 e VEF1: 72%. Ausência de resposta broncodilatadora. A tomografia computadorizada do tórax evidenciou áreas com aprisionamento aéreo, opacidades em vidro fosco e discretas opacidades nodulares em vidro fosco centrolobulares, todas as imagens predominando nas bases pulmonares. Além disso, observou-se discreto infiltrado intersticial reticular nas bases pulmonares, associado a bronquiectasias de tração.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513414 Medicina
Paciente do sexo feminino de 28 anos foi encaminhada para um hospital universitário para investigação diagnóstica de doença intersticial pulmonar associada ao quadro de poliartralgia. Após minuciosa anamnese e exame físico detalhado, verificou-se que a paciente, secretária em escritório de advocacia, apresentava quadro de adinamia intensa, com início há um ano, seguido de poliartralgia, dispneia aos esforços, emagrecimento de 6 kg em um ano e febre baixa não aferida. Negava hemoptise ou dor torácica. Ao exame, apresentava pápulas e placas eritematosas predominando em cicatrizes prévias e em duas tatuagens. Relatou, ainda, ardência ocular. A paciente já trazia alguns exames complementares, como espirometria, cujo resultado era normal, e uma tomografia computadorizada do tórax que evidenciou infiltrado intersticial nodular bilateral, simétrico com predomínio nos lobos superiores e com distribuição perilinfática.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a principal suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513413 Medicina
Um paciente de 52 anos foi encaminhando para o ambulatório de pneumologia com o diagnóstico de asma grave. Após anamnese detalhada, verificou-se que se tratava de um paciente com início dos sintomas de asma na idade adulta, negando, desta forma, asma na infância. Negou rinite alérgica e tabagismo. Trabalhava com isocianato há 30 anos em uma fábrica de plástico, com início dos sintomas nos últimos 10 anos. Ao exame, apresentava sibilos difusos. Tem feito uso apenas de salbutamol spray 8 vezes ao dia. Paciente já trouxe diversos exames na consulta, como tomografia computadorizada do tórax sem alterações e espirometria com CVF% 84%, VEF1/CVF: 58 e VEF1% 60%. Resposta broncodilatadora presente.
Considerando-se a história laboral associada aos achados clínicos, radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513412 Medicina
A equipe do parecer clínico do hospital é acionada para avaliar paciente internado de 58 anos. Paciente portador de hipertensão arterial sistêmica, não tabagista, com relato de imagem em tomografia computadorizada do tórax e hemoptise. Após cuidadosa anamnese e exame físico completo, trata-se de paciente com história patológica pregressa de tuberculose pulmonar adequadamente tratado há 10 anos. Paciente relata episódios frequentes de hemoptise. Por diversas vezes, o paciente negou tosse, febre, sudorese noturna, sibilos ou emagrecimento. Neste momento, paciente com bom estado geral e sem hemoptise há 24 horas. Exame físico sem achados significativos. A tomografia computadorizada de tórax evidenciava escavação de paredes finas em lobo superior direito com conteúdo em seu interior, achado radiológico denominado “sinal da crescente”.
Diante da história clínica e dos achados radiológicos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3512902 Medicina

Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.


Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é:

Alternativas
Q3512780 Medicina
Um escolar de 9 anos é levado à emergência com tosse seca, taquidispneia moderada, tiragens intercostais, acianótico em ar ambiente e com sibilos difusos à ausculta pulmonar.
Esse paciente deve ser medicado com: 
Alternativas
Q3511935 Medicina

Um paciente de 36 anos, com cerca de 80 quilos, é levado para a emergência com quadro agudo de dispneia. Ele relata panturrilha inchada e dolorida e refere história de embolia pulmonar há 5 anos. É anticoagulado por 2 anos. Sua pressão arterial é de 80 x 60 mmHg e a frequência cardíaca de 105 bpm. Após hidratação adequada, sua pressão sobe para 105 x 85 mmHg e sua Sat O2 é de 92% em ar ambiente.

Enquanto o paciente aguarda a angiotomografia, o tratamento mais adequado é:

Alternativas
Q3511933 Medicina
O diagnóstico do caso anterior foi realizado. O tratamento proposto mais adequado é para: 
Alternativas
Q3511932 Medicina

Um paciente, previamente saudável, apresenta-se no ambulatório com queixa de tosse seca persistente há 2 meses, associada a fadiga, dor torácica leve e dispneia aos leves esforços. Refere perda ponderal de 4 quilos no último mês, sem febre. Nega tabagismo ou história ocupacional. Apresenta tatuagem antiga onde nota haver local endurecido recentemente. Alguns gânglios são palpáveis na região cervical. A radiografia de tórax mostra adenomegalia hilar bilateral acompanhada de infiltrado intersticial em terços médios de ambos os pulmões.

O exame mais adequado para confirmar o diagnóstico dessa doença, levando-se em consideração o contexto clínico-radiológico, é:

Alternativas
Q3511931 Medicina

Um paciente de 45 anos internou-se no andar para tratamento de pneumonia comunitária. Após antibioticoterapia adequada, evoluiu, depois de alguns dias, com febre e estabilização em níveis elevados de parâmetros inflamatórios no sangue (proteína C reativa).

Nesse contexto, a realização de uma tomografia computadorizada é necessária para:

Alternativas
Respostas
2161: D
2162: C
2163: A
2164: E
2165: A
2166: B
2167: C
2168: D
2169: D
2170: D
2171: D
2172: D
2173: C
2174: C
2175: E
2176: D
2177: C
2178: B
2179: A
2180: C