Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as doenças às suas características.
Coluna 1
1. Tuberculose.
2. Rinite alérgica.
3. Bronquiolite viral aguda.
4. Bronquiectasia.
Coluna 2
( ) A tosse é caracterizada por ser persistente, com mais de 2 semanas de duração e com piora progressiva. Não há períodos de melhora ou melhora gradativa. Na ausculta pulmonar, podem ser ouvidos ruídos adventícios.
( ) A tosse surge 2 a 3 dias após o quadro inicial, associada a taquipneia leve, chegando a dispneia, gemência ou batimento de asa do nariz. Na ausculta respiratória, pode apresentar sibilos, estertores, aumento do tempo expiratório ou até mesmo ruído de transmissão da via aérea superior.
( ) Espirros em salva, prurido nasal intenso, coriza clara e abundante e obstrução nasal.
( ) Persistente produção de escarro, pneumonias frequentes, crepitantes na ausculta pulmonar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O distúrbio que a paciente apresenta é:
O diagnóstico etiológico mais provável dessa complicação é:
Considerando esse fato, a melhor opção na abordagem da paciente é:
O resultado com melhor prognóstico para esse procedimento foi:
Tabagista de 40 anos-maço. HAS em uso de losartana 50 mg de 12 em 12 horas. Nega DM, hepatites e alergias. Ao exame físico: lúcida, orientada, hidratada, acianótica e afebril. PA 130 x 90 mmHg, FR 18 irpm, FC 80 bpm. AP: MV diminuído sem ruídos adventícios. Sat 02 95% em ar ambiente, sem esforço respiratório em repouso. Realizou espirometria, que revelou CVF normal, VEF1/CVF 66% pós-BD e VFE1 de 52%. Prova broncodilatadora negativa.
Nesse cenário clínico, a classificação de gravidade, segundo os critérios do GOLD, levando em consideração os parâmetros espirométricos, é:
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a principal suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história laboral associada aos achados clínicos, radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Diante da história clínica e dos achados radiológicos, é correto afirmar que:
Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é:
Esse paciente deve ser medicado com:
Um paciente de 36 anos, com cerca de 80 quilos, é levado para a emergência com quadro agudo de dispneia. Ele relata panturrilha inchada e dolorida e refere história de embolia pulmonar há 5 anos. É anticoagulado por 2 anos. Sua pressão arterial é de 80 x 60 mmHg e a frequência cardíaca de 105 bpm. Após hidratação adequada, sua pressão sobe para 105 x 85 mmHg e sua Sat O2 é de 92% em ar ambiente.
Enquanto o paciente aguarda a angiotomografia, o tratamento mais adequado é:
Um paciente, previamente saudável, apresenta-se no ambulatório com queixa de tosse seca persistente há 2 meses, associada a fadiga, dor torácica leve e dispneia aos leves esforços. Refere perda ponderal de 4 quilos no último mês, sem febre. Nega tabagismo ou história ocupacional. Apresenta tatuagem antiga onde nota haver local endurecido recentemente. Alguns gânglios são palpáveis na região cervical. A radiografia de tórax mostra adenomegalia hilar bilateral acompanhada de infiltrado intersticial em terços médios de ambos os pulmões.
O exame mais adequado para confirmar o diagnóstico dessa doença, levando-se em consideração o contexto clínico-radiológico, é:
Um paciente de 45 anos internou-se no andar para tratamento de pneumonia comunitária. Após antibioticoterapia adequada, evoluiu, depois de alguns dias, com febre e estabilização em níveis elevados de parâmetros inflamatórios no sangue (proteína C reativa).
Nesse contexto, a realização de uma tomografia computadorizada é necessária para: