Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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Paciente de 57 anos é admitido no pronto-socorro após politrauma com sinais de ferimento penetrante, taquicardia de 132bpm, sudoreico e pressão sistólica menor que 70 mmHg.
O plantonista deve solicitar ao banco de sangue hemácias, plasma e plaquetas na seguinte proporção:
Paciente do sexo masculino, de 25 anos, sofreu trauma torácico fechado e foi trazido ao serviço de emergência com cianose, taquipneia intensa e dor torácica à direita, sem escuta do murmúrio vesicular. Após 30 minutos da admissão, evoluiu com parada cardiorrespiratória.
Nesse caso, qual procedimento poderia ter evitado a parada cardiorrespiratória desse paciente?
Paciente vítima de acidente motociclístico, com traumatismo cranioencefálico, deu entrada no serviço de emergência. Ele está inconsciente, apresenta movimentos de extensão dos membros aos estímulos dolorosos. Está com os olhos fechados, abrindo-os em resposta à dor, e produz sons ininteligíveis.
Sua pontuação, na escala de coma de Glasgow, é:
Dentre as medidas iniciais que devem ser realizadas, julgue os itens a seguir e marque a alternativa correta:
I - A adrenalina é a única medicação que reduz a mortalidade e hospitalização
II - A dose de adrenalina deve ser de 0,3-0,5mg (dose máx.) para adolescentes/adultos е 0,01 mg/kg (apresentação de 1:1000 1mg/ml) até o máximo de 0,3 mg na criança IM no vasto lateral da coxa.
III - Pode-se repetir em 5 a 15 minutos o uso de adrenalina, porém via endovenosa, considerando a maior rapidez de ação.
IV - Assim, todos os pacientes hipotensos devem ser colocados na posição de Trendelemburg ou decúbito dorsal com elevação de MMII, se tolerável, o que pode prevenir a progressão para o choque anafilático e a chamada Síndrome do Ventrículo vazio.
A terapia primária para o Tromboembolismo Pulmonar (TEP) inclui trombólise ou remoção do embolo através de embolectomia; porém, é uma terapêutica indicada apenas em casos selecionados. O paciente que se beneficiaria com a trombólise em caso de TEP é:
PA – Pressão arterial; PVC-Pressão venosa central (VR 8-12mmHg); PAP-Pressão sistólica de artéria pulmonar (VR < 30x12mmHg); POAP-Pressão ocluída de artéria pulmonar (VR 2-12mmHg); IC-Índice cardíaco (DC/sup. Corporal – VR 2,8 a 4,2); FC-Frequência cardíaca.
A – Embolia Pulmonar
B – Infarto Agudo do Miocárdio
C – Tamponamento Cardíaco
D – Choque Séptico
E – Hemorragia
Estava em regular estado geral, corado, hidratado e afebril. Dispneia ao repouso com agitação. PA 100x70mmHg, FR 32irpm com tiragem intercostal e saturação de 72% em ar ambiente.
Sua ausculta pulmonar revelava murmúrios vesiculares diminuídos globalmente com roncos esparsos. Demais exame físico não tinha alteração.
Solicitado uma gasometria arterial em ar ambiente, Rx de tórax, hemograma, função renal e eletrólitos. Iniciado oxigenioterapia com cateter nasal a 2L/min, prescrito salbutamol 8 gotas + ipratrópio 35 gts via inalatória, além de 60mg de metilprednisolona endovenosa.
Após 1 hora da conduta inicial, o paciente persistia queixando-se de dispneia e agora apresentava-se sonolento, mas ainda responsivo e foi solicitado nova gasometria arterial.
1º Gasometria arterial (em ar ambiente): pH 7,22, PaO2 45mmHg, PaCO2 69mmHg, HCO3 29mEq/L, BE + 4,5, SatO2 73%.
2º Gasometria arterial (com CNO2 2L/min): pH 7,1, PaO2 91mmHg, PaCO2 87mmHg, HCO3 30mEq/L, BE + 5,7, SatO2 96%.
Qual seria uma justificativa para a piora clínica e das trocas gasosas exibida pelo paciente no momento da coleta da segunda gasometria arterial?