Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
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Criança de 1 ano é trazida pelo SAMU devido apneia. Na admissão em sala de emergência, evolui com parada cardiorrespiratória. Iniciado imediatamente as medidas de reanimação cardiopulmonar e realizada monitorização. O ritmo que aparece no monitor é o abaixo:

Qual é a conduta imediata?
Assinale a alternativa correta sobre a quebra da barreira mucosa e a translocação bacteriana.
Assinale a alternativa correta em relação ao tema.
Assinale a alternativa correta sobre a aplicação do SAPS, APACHE e SOFA.
Na insuficiência respiratória aguda, o suporte ventilatório pode ser oferecido de forma não invasiva, por Ventilação Não Invasiva (VNI), ou invasiva, por Ventilação Mecânica Invasiva (VMI).
Assinale a alternativa correta sobre essas modalidades.
I.O choque cardiogênico caracteriza-se por débito cardíaco elevado e resistência vascular periférica reduzida.
II.O choque hipovolêmico cursa com aumento da pressão venosa central e das pressões de enchimento cardíaco.
III.O choque séptico é um tipo de choque distributivo, com redução da resistência vascular periférica.
Está correto o que se afirma em:
I. A decisão de transferir pacientes sépticos para unidades de maior complexidade deve considerar estabilidade clínica, disponibilidade de equipe treinada e recursos diagnósticos e terapêuticos.
II. Em pacientes com suspeita clínica de sepse, a antibioticoterapia empírica deve ser iniciada o mais precocemente possível, sem aguardar confirmação laboratorial.
III. Em ambientes com poucos recursos, o qSOFA (sensibilidade alta - maior de 80%) deve ser utilizado como ferramenta inicial de identificação de pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, podendo ser empregado isoladamente para excluir sepse.
IV. A ressuscitação volêmica em pacientes sépticos deve ser individualizada e guiada pela resposta clínica, considerando o risco de sobrecarga hídrica, especialmente em contextos com suporte ventilatório limitado.
Paciente do sexo masculino, 68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?