Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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Paciente do sexo feminino, de 30 anos, com quadro de dismenorreia intensa e dor pélvica crônica com repercussão social e sexual. Traz exame de ressonância pélvica mostrando endometriose profunda em fundo de saco posterior com infiltração do ligamento uterossacro esquerdo e, superficialmente, na parede do sigmoide. Tem antecedentes de duas cesarianas e laqueadura tubária há três anos.
Diante desde quadro, o tratamento inicial mais adequado é:
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com história de que há cerca de dez anos iniciou quadro de urgência miccional, nictúria, polaciúria e incontinência urinária aos grandes esforços, sendo que, nos últimos anos, estes sintomas têm trazido grande desconforto social. Tem antecedentes de três partos cesarianas, menopausa há 15 anos, sem uso de terapia hormonal. Ao exame físico, apresenta vagina atrófica, sem distopia genital e sem perdas ao esforço.
Diante desde quadro, excluindo-se a infecção urinária, e após o tratamento da vaginite atrófica, a principal hipótese diagnóstica é a
Paciente do sexo feminino, de 35 anos, chega ao prontosocorro com queixa de sangramento uterino aumentado associado à dismenorreia. Informa que estava em amenorreia há cerca de um ano, desde que foi realizado implante de DIU-Levonorgestrel (MIRENA© ). Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, mas com Hb=9,6 g/Dl, dosagem de B-hCG negativo, ultrassonografia mostrando útero e anexos normais, com DIU em fundo da cavidade uterina e endométrio com 2 mm.
Diante deste quadro, a terapêutica adequada, inicial, é:
Paciente do sexo feminino, de 55 anos, cinco anos de menopausa, sem sintomas vasomotores, com inibição do desejo sexual secundária à dispareunia. Além disso, apresenta densitometria óssea mostrando DMO= -2,5 DP em coluna lombar, antecedentes pessoais de histerectomia e familiares de mãe com câncer de mama.
Neste caso, a forma terapêutica adequada é:
Adolescente de 15 anos informa relação sexual consentida sem utilização de preservativo há cerca de um mês. No rastreamento de infecções sexualmente transmissíveis, em relação à sífilis, um teste não treponêmico e outro treponêmico resultaram, respectivamente, em reagente e não reagente.
Diante deste quadro, a conduta correta é:
Paciente do sexo feminino, de 42 anos, chega ao prontosocorro com sangramento agudo de origem uterina, com moderada quantidade e estável hemodinamicamente. Tem antecedentes de hipertensão arterial grave e diabetes tipo 2 sem controle adequado. A ultrassonografia é normal, com endométrio de 1 mm e B-hCG negativo.
Diante deste quadro, a primeira opção terapêutica é o
Paciente do sexo feminino, de 28 anos, procura atendimento com queixa de sangramento de pequena quantidade, há dez dias, com início logo depois do final da última menstruação, associado a dores hipogástricas. Informa que há cerca de três anos está em uso de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre, apresentando menstruações cíclicas, com aumento da quantidade e duração. Nega febre e sintomas gerais. Ao exame ginecológico, observase sangramento discreto, de origem uterina, colo fechado, útero com volume normal com dor ao toque combinado e mobilização do colo.
A dosagem do B-hCG é negativa e a ultrassonografia apresenta útero e ovários normais, com pequena quantidade de líquido de fundo de saco posterior, caracterizando-se, assim, a
Paciente do sexo feminino, de 23 anos, procura atendimento endocrinológico com queixa de acne, oleosidade da pele e aumento de pelos na face, confirmados no exame físico. Refere também que os ciclos menstruais geralmente são irregulares, com intervalos de até 90 dias. Nega doenças crônicas, uso de medicamentos e doenças familiares dignas de nota. Não tem vida sexual. Foi solicitada ultrassonografia pélvica que revelou ovário direito com 12 cm³ e ovário esquerdo com 15 cm³, porém, sem presença de micropolicistos, útero normal. Os níveis séricos dos androgênios testosterona, androstenediona, DHEA e SDHEA se encontravam dentro do limite da normalidade. O médico que a atendeu fez diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos (SOP).
De acordo com os critérios de Rotterdam para o diagnóstico de SOP, essa paciente
Assinale a alternativa com o provável diagnóstico e o nome da lesão.
I. No pós-aborto. II. Na gravidez ectópica. III. No puerpério de uma gestação normal.
Quais estão corretas?