Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo feminino, de...
Paciente do sexo feminino, de 42 anos, chega ao prontosocorro com sangramento agudo de origem uterina, com moderada quantidade e estável hemodinamicamente. Tem antecedentes de hipertensão arterial grave e diabetes tipo 2 sem controle adequado. A ultrassonografia é normal, com endométrio de 1 mm e B-hCG negativo.
Diante deste quadro, a primeira opção terapêutica é o
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Em sangramento uterino agudo, com paciente hemodinamicamente estável, beta-hCG negativo e sem causa estrutural evidente ao USG, a escolha inicial entre as alternativas deve considerar as comorbidades; como há hipertensão arterial grave e diabetes tipo 2 mal controlado, o anticoncepcional oral combinado fica inadequado pela presença de estrogênio, e o ácido tranexâmico se destaca como opção hemostática eficaz e mais segura nesse cenário.
- No sangramento uterino agudo com paciente estável, a escolha do fármaco depende da segurança frente às comorbidades.
- Hipertensão grave é um forte limitador para anticoncepcional combinado com estrogênio.
- Entre uma opção hemostática não hormonal e uma opção hormonal com estrogênio em paciente de maior risco cardiovascular/metabólico, tende a prevalecer a não hormonal.
- Ultrassonografia sem causa estrutural evidente e beta-hCG negativo ajudam a enquadrar o caso, mas a decisão farmacológica depende da segurança clínica.
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