Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Com relação as ondas predominantes, é correto afirmar que
Paciente do sexo masculino, 52 anos, em tratamento para insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida de etiologia hipertensiva (fração de ejeção do ventrículo esquerdo = 29%), sem sinais de congestão pulmonar ou sistêmica, comparece ao atendimento ambulatorial em classe funcional II (NYHA). Ao exame físico, PA = 110/70 mmHg e FC = 72 bpm. Exames laboratoriais dentro da normalidade. ECG: ritmo sinusal com bloqueio de ramo esquerdo (duração do complexo QRS = 110 ms). Atualmente em uso de sacubitril/valsartana, metoprolol e espironolactona.
Qual a conduta terapêutica adicional a ser instituída?
Paciente do sexo feminino, 42 anos, com dispneia aos moderados esforços e antecedente de febre reumática na infância. Apresenta turgência jugular, edema de membros inferiores e sopro diastólico em ruflar no foco mitral. Ecocardiograma transesofágico: área mitral de 1,2 cm², gradiente mitral máximo de 22 mmHg e médio de 14 mmHg, escore de Wilkins-Block = 7, sem insuficiência mitral ou trombos.
Qual a conduta terapêutica a ser adotada nesse caso?
Paciente masculino, 65 anos, apresenta sopro sistólico de baixa frequência, audível na base e no foco aórtico, com componente de alta frequência no foco mitral, sem irradiação.
Qual é a valvopatia associada a essa descrição do sopro?
Paciente masculino, 55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, em tratamento irregular com enalapril e espironolactona, é admitido no prontosocorro com quadro de edema agudo de pulmão, turgência jugular patológica, hepatomegalia congestiva e edema de membros inferiores. Ao exame físico constam: ritmo cardíaco irregular (fibrilação atrial) com B3, PA = 100/80 mmHg, FC = 90 bpm, saturação de O₂ = 91% e tempo de enchimento capilar = 3 segundos. Exames laboratoriais dentro dos limites da normalidade.
Qual medicação é contraindicada nesse caso?
Paciente com dor torácica tipo queimação, de início súbito, localizada em região retroesternal e epigástrica, associada a bradicardia, náuseas, vômitos, sudorese fria, iniciados há 3 horas. Ao eletrocardiograma, bloqueio AV de primeiro grau com supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em DII, DIII e aVF, com infradesnivelamento em DI e aVL.
Qual o diagnóstico do caso descrito?
Paciente masculino, 40 anos, com queixa de dispneia aos esforços, dor torácica tipo anginosa e episódios de pré-síncope aos esforços. Não faz uso de medicamentos. Ao exame físico, apresenta pulso parvo e tardus e sopro sistólico ejetivo rude em foco aórtico, com irradiação para as carótidas. PA = 110/80 mmHg; FC = 70 bpm. O ecocardiograma evidencia estenose aórtica importante, com área valvar aórtica de 0,9 cm², velocidade máxima do jato transvalvar de 4,5 m/s e gradiente médio de 45 mmHg, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (60%).
Qual a conduta terapêutica a ser indicada nesse caso?
Paciente masculino, 65 anos, apresenta sopro sistólico de baixa frequência, audível na base e no foco aórtico, com componente de alta frequência no foco mitral, sem irradiação.
Qual é a valvopatia associada a essa descrição do sopro?
Paciente masculino, 55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, em tratamento irregular com enalapril e espironolactona, é admitido no prontosocorro com quadro de edema agudo de pulmão, turgência jugular patológica, hepatomegalia congestiva e edema de membros inferiores. Ao exame físico constam: ritmo cardíaco irregular (fibrilação atrial) com B3, PA = 100/80 mmHg, FC = 90 bpm, saturação de O₂ = 91% e tempo de enchimento capilar = 3 segundos. Exames laboratoriais dentro dos limites da normalidade.
Qual medicação é contraindicada nesse caso?
Paciente com dor torácica tipo queimação, de início súbito, localizada em região retroesternal e epigástrica, associada a bradicardia, náuseas, vômitos, sudorese fria, iniciados há 3 horas. Ao eletrocardiograma, bloqueio AV de primeiro grau com supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em DII, DIII e aVF, com infradesnivelamento em DI e aVL.
Qual o diagnóstico do caso descrito?
Paciente masculino, 40 anos, com queixa de dispneia aos esforços, dor torácica tipo anginosa e episódios de pré-síncope aos esforços. Não faz uso de medicamentos. Ao exame físico, apresenta pulso parvo e tardus e sopro sistólico ejetivo rude em foco aórtico, com irradiação para as carótidas. PA = 110/80 mmHg; FC = 70 bpm. O ecocardiograma evidencia estenose aórtica importante, com área valvar aórtica de 0,9 cm², velocidade máxima do jato transvalvar de 4,5 m/s e gradiente médio de 45 mmHg, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (60%).
Qual a conduta terapêutica a ser indicada nesse caso?
Segundo a Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência de 2025, o exame que trará mais subsídios para a determinação da etiologia nesse caso é
Caso clínico 10A1-II
Paciente do sexo feminino, com 58 anos de idade, sem antecedentes patológicos, refere, em consulta médica, palpitações taquicárdicas de início súbito há quatro horas, após ingesta abusiva de álcool no dia anterior. Nega outros sinais ou sintomas. Ao exame físico, mostra-se eupneica e acianótica, em bom estado geral, com pressão arterial de 118 mm/Hg × 74 mm/Hg, frequência cardíaca de aproximadamente 138 bpm e ritmo cardíaco irregular em dois tempos e sem sopros. O restante do exame físico não revela anormalidade. O seguinte eletrocardiograma (com calibração padrão) foi realizado na chegada ao pronto-socorro.

Caso clínico 10A1-II
Paciente do sexo feminino, com 58 anos de idade, sem antecedentes patológicos, refere, em consulta médica, palpitações taquicárdicas de início súbito há quatro horas, após ingesta abusiva de álcool no dia anterior. Nega outros sinais ou sintomas. Ao exame físico, mostra-se eupneica e acianótica, em bom estado geral, com pressão arterial de 118 mm/Hg × 74 mm/Hg, frequência cardíaca de aproximadamente 138 bpm e ritmo cardíaco irregular em dois tempos e sem sopros. O restante do exame físico não revela anormalidade. O seguinte eletrocardiograma (com calibração padrão) foi realizado na chegada ao pronto-socorro.
