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CAZO. Em um futuro próximo. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-em-um-futuro-proximo/>.
Na fala do personagem na charge acima, а expressão "em uma barra de rolagem infinita" tem o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
"Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva."
A palavra destacada acima, nas duas ocorrências no trecho, apresenta o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
"Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda."
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, estão sendo empregadas em sentido:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola!
Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.
E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.
É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.
Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.
Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.
Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.
Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)
PRATA, Mário. A bola! Disponível em
<https://marioprata.com.br/a-bola/>
Com base no caso descrito, a prática pedagógica apresentada caracteriza predominantemente:
Considerando a situação e os princípios da avaliação previstos na legislação educacional, assinale a alternativa correta.
Considere as assertivas:
I. A comparação das fotografias favorece a construção de noções de mudança e permanência no tempo histórico.
II. Os relatos dos moradores podem ser utilizados como fontes, desde que sejam analisados considerando perspectivas, contextos e limites.
III. O mapa pode contribuir para o desenvolvimento de conhecimentos relacionados à representação e localização espacial.
IV. Para garantir objetividade histórica, o professor deve substituir os relatos por um único texto didático que apresente a interpretação correta sobre o passado local.
Assinale a alternativa correta.
Um estudante concluiu:
“A água é suficiente para a planta se desenvolver normalmente, porque as sementes do Grupo II também cresceram.”
Considerando uma abordagem investigativa de Ciências nos Anos Iniciais, qual intervenção docente é mais adequada?
Considerando a função educativa da mediação de conflitos e a proteção da dignidade da criança, assinale a alternativa incorreta:
Para uma atividade, a escola possui 186 folhas de papel. Cada grupo receberá 8 folhas. A turma possui 24 grupos. Há folhas suficientes para que todos os grupos recebam a mesma quantidade prevista?
Um estudante realizou: 186 ÷ 8 = 23, resto 2 e respondeu: “Sim, porque dá 23 e ainda sobram 2.”
Outro estudante realizou: 24 × 8 = 192 e respondeu: “Não. Faltam 6 folhas.” Ao discutir as soluções, a professora pretende explorar o raciocínio matemático, e não apenas identificar quem efetuou corretamente uma operação.
Analise as afirmativas:
I. O primeiro estudante realizou um cálculo aritmeticamente compatível com os números envolvidos, mas interpretou inadequadamente o quociente em relação à pergunta.
II. O segundo estudante utilizou estratégia adequada ao comparar a quantidade necessária com a disponível.
III. O erro do primeiro estudante demonstra necessariamente que ele não domina o algoritmo da divisão.
IV. A comparação das duas estratégias constitui oportunidade para discutir a relação entre multiplicação e divisão e a importância de interpretar resultados no contexto do problema.
Está correto o que se afirma em:
Proposta 1: abordar o tema em diferentes componentes curriculares: em Ciências, estudar o ciclo da água; em Geografia, analisar formas de abastecimento; em Matemática, construir gráficos de consumo; e, em Língua Portuguesa, produzir textos de conscientização. As atividades seriam realizadas separadamente e reunidas, ao final, em uma exposição.
Proposta 2: partir de um problema relacionado ao uso da água na comunidade, levando os estudantes a formular questões, levantar e analisar dados, realizar entrevistas, mobilizar conhecimentos de diferentes componentes curriculares e elaborar propostas fundamentadas para posterior comunicação à comunidade.
Proposta 3: suspender temporariamente os objetivos de aprendizagem previstos para o período e permitir que os estudantes escolham livremente quaisquer atividades relacionadas à água, de acordo com seus interesses individuais.
Proposta 4: desenvolver aulas expositivas sobre os principais conteúdos relacionados à água e, ao final da sequência, solicitar que os estudantes produzam cartazes em grupos, caracterizando essa etapa como metodologia ativa.
Proposta 5: manter o planejamento habitual de cada componente curricular, inserindo situações e exemplos relacionados à água nas atividades, sem estabelecer um problema comum de investigação ou relações sistemáticas entre os conhecimentos trabalhados.
Considerando os princípios da interdisciplinaridade e das metodologias ativas de aprendizagem, assinale a proposta que melhor integra investigação, participação intelectual dos estudantes e articulação significativa entre conhecimentos de diferentes componentes curriculares.
I. A professora da classe comum mantém os objetivos de aprendizagem previstos para a turma e planeja formas acessíveis de participação, utilizando, quando necessário, materiais táteis, descrição verbal e outros recursos.
II. O professor do AEE assume o ensino dos conteúdos de Ciências para a estudante, enquanto a professora regente desenvolve a atividade regular com os demais alunos.
III. Professora regente e profissional do AEE podem articular estratégias e recursos que eliminem barreiras, sem que o AEE substitua a escolarização desenvolvida na classe comum.
Considerando a perspectiva da educação inclusiva, está correto o que se afirma em
A média das notas foi considerada satisfatória pela escola. Apesar disso, a professora concluiu que seria necessário retomar determinados aspectos do conteúdo antes de avançar, um colega discordou: “Se a média foi suficiente, a avaliação já cumpriu sua função. Retomar agora atrasaria o planejamento anual.”
A partir dos dados apresentados e dos princípios da avaliação formativa, é correto afirmar que a professora
Estudante I: escreveu “BT” para bota, “CVL” para cavalo e “PT” para pato. Estudante II: escreveu convencionalmente a maior parte das palavras, mas demonstrou dificuldade para explicar por que cachorro é escrito com “rr” e casa com apenas um “s”. Estudante III: recusou-se inicialmente a escrever e afirmou: “Eu não sei escrever porque não sei todas as letras”.
A professora pretende utilizar essas informações para planejar intervenções, mas deseja evitar tanto a aplicação de atividades idênticas a toda a turma quanto a transformação da alfabetização em exercícios descontextualizados de cópia. Considerando os processos de alfabetização e letramento e a função diagnóstica da atividade, assinale a alternativa que apresenta a intervenção pedagogicamente mais adequada.
Durante a discussão, um dos profissionais afirma que a escola deveria concentrar seus esforços exclusivamente na transmissão dos conteúdos curriculares, pois questões relacionadas à convivência, respeito à diversidade, participação da comunidade e formação para a cidadania ultrapassariam as finalidades próprias da educação escolar.
Outro integrante da equipe discorda e sustenta que a atuação da escola deve considerar o desenvolvimento do educando de maneira mais ampla, articulando aprendizagem, exercício da cidadania, respeito às diferenças e participação da comunidade escolar.
Considerando os princípios e fins da educação nacional estabelecidos pela Lei nº 9.394/1996 (LDB), analise as afirmativas a seguir.
I. A concepção de educação apresentada pelo segundo profissional é mais compatível com a LDB, pois a educação escolar não se limita à transmissão de conteúdos e relaciona-se também ao pleno desenvolvimento do educando e ao seu preparo para o exercício da cidadania.
II. O respeito à diversidade e a garantia de condições de acesso e permanência integram princípios que devem orientar a educação, razão pela qual diferenças entre estudantes não justificam práticas de exclusão das atividades escolares.
III. A participação da comunidade escolar pode integrar a organização da educação pública, especialmente no contexto da gestão democrática, não devendo ser considerada elemento necessariamente estranho ao processo educacional.
IV. A preocupação com a formação cidadã permite que a escola deixe de priorizar a aprendizagem dos conhecimentos escolares, pois desenvolvimento social e aprendizagem acadêmica constituem finalidades incompatíveis entre si.
Está correto o que se afirma em:
Considere as seguintes condutas:
I. Acolher a fala da estudante com atenção, evitando culpabilizá-la ou realizar interrogatório.
II. Prometer sigilo absoluto para preservar a confiança estabelecida entre monitora e estudante.
III. Comunicar a situação pelos canais institucionais e de proteção adequados, considerando a possibilidade de violação de direitos.
IV. Evitar confrontar diretamente o possível agressor por iniciativa própria, especialmente de maneira que possa aumentar o risco para a estudante.
Está correto o que se afirma em:
A partir das duas situações apresentadas, assinale a alternativa correta.
“Era apenas uma brincadeira”
Nas últimas semanas, um monitor percebeu que Lucas, aluno de 12 anos, passou a permanecer sozinho durante os intervalos. Antes participava regularmente das atividades com os colegas, mas começou a evitar a quadra e a pedir para ficar próximo aos adultos.
Durante o recreio, o monitor observou três estudantes escondendo a mochila de Lucas e fazendo comentários sobre sua aparência. Ao aproximar-se, ouviu um deles dizer: “É brincadeira, ele sabe”. Lucas recuperou a mochila e respondeu que estava tudo bem.
Mais tarde, porém, procurou o monitor e disse: — Eu finjo que não ligo porque, quando reclamo, eles fazem mais. Não quero que você conte que eu falei. O monitor percebeu que não estava diante de uma discussão isolada entre colegas. Ao mesmo tempo, sabia que precisava agir com cuidado para não expor Lucas nem aumentar sua vulnerabilidade.
Com base no caso descrito e considerando proteção integral, convivência escolar, mediação de conflitos e as atribuições do Monitor Escolar, qual das alternativas apresenta a conduta mais adequada?
Considerando desenvolvimento infantil, cuidado e promoção da autonomia, qual conduta apresenta melhor equilíbrio entre proteção e desenvolvimento?