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Q3998426 Psiquiatria
São sintomas de abstinência alcoólica:
I- ansiedade, frequência cardíaca acelerada e nervosismo;
II-irritação, cansaço e mau humor;
III- tremores, sudorese, palidez.
Alternativas
Q3990765 Psiquiatria
Com relação às síndromes genéticas, comumente associadas à deficiência intelectual, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990764 Psiquiatria
Em relação ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), assinale a opção correta.
Alternativas
Q3990763 Psiquiatria
No que se refere aos transtornos emocionais e de comportamento, com início na infância e na adolescência, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990762 Psiquiatria
Acerca do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990761 Psiquiatria
Em relação à esquizofrenia, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990760 Psiquiatria
Em relação ao transtorno de personalidade, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990759 Psiquiatria
Com relação às manifestações clínicas dos transtornos de humor, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990758 Psiquiatria
    N.N.L, sexo feminino, 15 anos de idade, compareceu para atendimento acompanhada de sua mãe, que desejava ajudar a filha quanto à timidez que esta demonstrava há tempos. Apesar de bastante reservada durante o atendimento, a adolescente afirmou que se sentia constantemente tensa. Acrescentou que a ansiedade era “muito forte” há vários anos e que era frequentemente acompanhada por episódios de tontura e choro. De modo geral, não conseguia falar em nenhuma situação fora de casa ou durante as aulas. Recusava-se a sair de casa sozinha por medo de ser forçada a interagir com alguém. Ficava particularmente ansiosa na companhia de outros adolescentes, mas também havia se tornado “nervosa demais” para falar com vizinhos adultos que ela conhecia há anos. Disse que achava impossível entrar em uma padaria e fazer pedido a um “estranho do outro lado do balcão”, por medo de passar vexame. Ao longo de toda a vida, a menina tentou esconder sua ansiedade incapacitante dos pais, geralmente falando para eles que “simplesmente não tinha vontade” de sair. A adolescente acrescentou que contemplava o suicídio “o tempo todo”. 
Com relação à prevenção ao suicídio, assinale a opção que apresenta a conduta adequada para o caso clínico precedente. 
Alternativas
Q3990757 Psiquiatria
    F.R.L, mulher com 27 anos de idade, casada e com dois filhos, é enfermeira em uma unidade materno-infantil. Foi levada ao hospital por seu marido porque estava muito eufórica e verborrágica. Depois de discutir com seu marido 4 dias antes, saiu de casa irritada para a igreja protestante que frequentava esporadicamente e permaneceu em vigília durante toda a noite. Na manhã seguinte, foi para a casa de sua mãe, onde permaneceu desde então. Seguiu muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis, alegando ter o dom de “falar em línguas”. O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas, acusando-as de serem “pecadoras”, ordenando-as a orar consigo. Sua mãe chamou o marido e disse que ela era responsabilidade dele. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física. Pelo histórico pessoal, consta que, aos 22 anos, a paciente teve um longo episódio depressivo ao final de seu primeiro casamento. Estava triste e insegura, permaneceu isolada e recusava qualquer iniciativa de contato social. Tinha dificuldade para dormir, despertava muito cedo e sentia-se cansada diuturnamente; associado, não tinha vontade de comer e perdeu bastante peso. Apesar dos sintomas, decidiu continuar no trabalho, ainda que com prejuízo no desempenho laboral e, por isso, foi afastada por poucos dias. Não consultou médico à ocasião e, depois de alguns meses, gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade. Ao ser admitida no pronto-socorro de psiquiatria, a paciente mostrava-se inquieta e irritada e gritava agressivamente. Falava incessantemente e sua fala era difícil de compreender porque era demasiadamente rápida, mudando de um tema para outro. Dizia-se superior aos demais, que estavam com inveja de si, por sua voz e sua beleza. Sua inteligência era igualmente superior ao normal e sentia-se mais forte e saudável do que nunca. Distraia se com facilidade, mas estava globalmente orientada auto e alopsiquicamente. Não mostrava prejuízo na memória ou outras funções cognitivas. Os resultados dos exames físico e neurológico e dos exames laboratoriais foram normais. 
Considerando o caso clínico precedente, assinale a opção que apresenta a conduta adequada em relação à paciente. 
Alternativas
Q3990756 Psiquiatria
   M.C.V., mulher, 20 anos de idade, solteira, acompanhada por duas amigas, procurou atendimento em UPA 24 horas, queixando-se de mal-estar, inquietação, dificuldade para deambular e relatando crise convulsiva 2 horas antes do atendimento, logo após discussão com o namorado. Durante a consulta, relatou não estar sentindo as pernas e apresentou choro motivado por sentimento de decepção com o namorado. Foi submetida a exames físico, neurológico e complementares, cujos resultados foram normais.
Com base no caso clínico apresentado, assinale a opção que apresenta o mecanismo de defesa do ego expressamente envolvido na manifestação da paciente. 
Alternativas
Q3990755 Psiquiatria
   R.S.O., 37 anos de idade, técnica de enfermagem há 12 anos, deu entrada em um Centro de Trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitórax direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes; queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos 2 anos seguintes, viveu em outro estado da federação, com identidade alterada por meio do Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex - marido, pai de uma de suas filhas e ex-policial, fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, a paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas. 
Considerando o caso clínico precedente, assinale a opção correta em relação a elementos que devem ser prioritariamente considerados e desenvolvidos para o sucesso da abordagem em psicoterapia. 
Alternativas
Q3990754 Psiquiatria

Caso clínico 5A01


    A.J.L., homem, 48 anos de idade, viúvo, pessoa em situação de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras após se queimar com cachimbo de crack. Relatou que trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido”. Após a morte de sua esposa, perdeu tudo, passando a viver nas ruas. Foi quando começou a cheirar cola e, quando esta não dava mais “um barato”, aderiu ao crack para “disfarçar a fome” – usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura, apresentando, já nos primeiros dias, humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir-se inúmeras vezes da unidade hospitalar. Afirmava, a todo o tempo, que precisava sair para resolver problemas pessoais, tendo sido flagrado uma ou duas vezes usando cigarro nas escadas de incêndio. 

Ainda com relação ao caso 5A01 e considerando os transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas, assinale a opção correspondente ao mecanismo admitido pela dependência de crack
Alternativas
Q3990753 Psiquiatria

Caso clínico 5A01


    A.J.L., homem, 48 anos de idade, viúvo, pessoa em situação de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras após se queimar com cachimbo de crack. Relatou que trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido”. Após a morte de sua esposa, perdeu tudo, passando a viver nas ruas. Foi quando começou a cheirar cola e, quando esta não dava mais “um barato”, aderiu ao crack para “disfarçar a fome” – usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura, apresentando, já nos primeiros dias, humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir-se inúmeras vezes da unidade hospitalar. Afirmava, a todo o tempo, que precisava sair para resolver problemas pessoais, tendo sido flagrado uma ou duas vezes usando cigarro nas escadas de incêndio. 

Considerando o caso clínico 5A01, após a internação, o diagnóstico mais provável desse paciente é 
Alternativas
Q3990752 Psiquiatria
    C.R.M., mulher, 75 anos de idade. É viúva e vive sozinha. Foi admitida no serviço de ortopedia e traumatologia após fratura de fêmur por queda da própria altura durante o banho. Foi submetida a procedimento cirúrgico para osteossíntese com desfechos peri e intraoperatório satisfatórios. Ao ser chamado, o médico plantonista foi informado de que a paciente estava apresentando quadro de inquietação psicomotora e confusão. Pelo relato da enfermagem, em tom de bastante desagrado para com a paciente, esta permanecia caminhando pela unidade de traumatologia durante a noite, incomodando outros pacientes. O quadro teve início pouco tempo após alta de recuperação pós anestésica e admissão na enfermaria. À abordagem da equipe, demonstrava não recordar o que havia sucedido, tampouco o motivo da internação. Durante o dia, demonstrava leve agitação, sem motivo aparente. Não conseguia ler ou assistir à televisão e nem sempre reconhecia familiares que a visitavam. Por vezes, afastava os profissionais de enfermagem e fisioterapeutas a empurrões, quando queriam mobilizá-la para prestar os cuidados requeridos. Foi vista conversando com pessoas imaginárias e mirando fixamente um ponto no teto. Entre os episódios de agressividade, a paciente acalmava-se e chegava a dormir por curtos períodos (em média meia hora). Mas, à noite, parecia não conseguir repousar e sua agitação aumentava. Enquanto os outros pacientes adormeciam, ela vagava pelos corredores e os despertava. Entrava em outras enfermarias e deitava no leito de outros pacientes. Por várias vezes, tentou sair do hospital com vestes hospitalares, tendo sido impedida e trazida novamente a seu leito. Antes da cirurgia, a paciente comportava-se normalmente e seus filhos não haviam percebido prejuízos significativos em sua memória ou concentração. Ao exame psíquico sumário, a paciente foi encontrada sentada em seu leito, mussitando. Mostrava-se perplexa e não cooperativa. Estava globalmente desorientada e apresentava hipoprossexia. Não foi possível aplicar qualquer teste cognitivo. Não se notou qualquer alteração do humor ou afeto. Ao exame físico, incluindo neurológico, não foram identificadas alterações, apesar de ter sido incompleto pela falta de cooperação da paciente. Níveis pressóricos normais, no limite inferior. Hemograma e transaminases hepáticas mostraram-se normais. O eletrocardiograma mostrou infarto pequeno antigo.
Considerando o caso clínico apresentado, é correto afirmar que disfunção predominante é causada pelo neurotransmissor 
Alternativas
Q3990655 Psiquiatria

Caso clínico 4A2-I


    V. H.P, sexo feminino, 11 anos de idade, comunicativa, hígida. Mora com a mãe, o padrasto e seu irmão. As queixas da mãe são direcionadas para dificuldade acadêmica e excesso de tempo necessário para conclusão das atividades acadêmicas domiciliares. Pelo relato da mãe, é uma garota dócil e gentil. A realização das tarefas acadêmicas é o momento mais aversivo do dia para a criança e motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação harmoniosa que a genitora tanto preza com seus filhos. Consta que a paciente tem dificuldade tanto na atenção sustentada quanto na aquisição do conhecimento, porém com predomínio do primeiro aspecto. A mãe acrescenta que sua filha frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e, com frequência, é observada inclinação para omitir comportamentos e situações que possam desagradar os pais. Mas, no momento, as mentiras são o fator de maior preocupação da família, porque estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. Em reunião da equipe multiprofissional, o médico foi questionado acerca do diagnóstico de transtorno de déficit de atenção.  

Ainda com relação ao caso clínico 4A2-I, a prescrição do estimulante para a criança também foi motivo de questionamento da equipe. Nesse contexto e considerando o processo de revisão da conduta pelo médico, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3990654 Psiquiatria

Caso clínico 4A2-I


    V. H.P, sexo feminino, 11 anos de idade, comunicativa, hígida. Mora com a mãe, o padrasto e seu irmão. As queixas da mãe são direcionadas para dificuldade acadêmica e excesso de tempo necessário para conclusão das atividades acadêmicas domiciliares. Pelo relato da mãe, é uma garota dócil e gentil. A realização das tarefas acadêmicas é o momento mais aversivo do dia para a criança e motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação harmoniosa que a genitora tanto preza com seus filhos. Consta que a paciente tem dificuldade tanto na atenção sustentada quanto na aquisição do conhecimento, porém com predomínio do primeiro aspecto. A mãe acrescenta que sua filha frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e, com frequência, é observada inclinação para omitir comportamentos e situações que possam desagradar os pais. Mas, no momento, as mentiras são o fator de maior preocupação da família, porque estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. Em reunião da equipe multiprofissional, o médico foi questionado acerca do diagnóstico de transtorno de déficit de atenção.  

Considerando o caso clínico 4A2-I e os aspectos a ele relacionados, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3990653 Psiquiatria
    Paciente com 13 anos de idade, sexo masculino, compareceu à consulta psiquiátrica pela primeira vez, por encaminhamento da escola. Apresentava queda atual no rendimento escolar, associada à distratibilidade, tinha envolvimentos em conflitos no recreio e escassa aceitação de regras disciplinares em sala de aula. Em casa, sua mãe relatou que ele tinha comportamento desafiador, mau humor e queixas frequentes de náusea e cefaleia. Era o capitão do time de futebol da rua onde morava até o ano anterior, mas atualmente se recusa a realizar qualquer atividade desportiva. Os pais referem que começaram a perceber essas alterações há aproximadamente um ano, após a transferência da família do interior para o Rio de Janeiro. 
O quadro clínico desse paciente reúne mais critérios para a hipótese diagnóstica principal de 
Alternativas
Q3990652 Psiquiatria
    F.R.L, mulher com 27 anos de idade, casada e com dois filhos, é enfermeira em uma unidade materno-infantil. Foi levada ao hospital por seu marido porque estava muito eufórica e verborrágica. Depois de discutir com seu marido 4 dias antes, saiu de casa irritada para a igreja protestante que frequentava esporadicamente e permaneceu em vigília durante toda a noite. Na manhã seguinte, foi para a casa de sua mãe, onde permaneceu desde então. Seguiu muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis, alegando ter o dom de “falar em línguas”. O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas, acusando-as de serem “pecadoras”, ordenando-as a orar consigo. Sua mãe chamou o marido e disse que ela era responsabilidade dele. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física. Pelo histórico pessoal, consta que, aos 22 anos, a paciente teve um longo episódio depressivo ao final de seu primeiro casamento. Estava triste e insegura, permaneceu isolada e recusava qualquer iniciativa de contato social. Tinha dificuldade para dormir, despertava muito cedo e sentia-se cansada diuturnamente; associado, não tinha vontade de comer e perdeu bastante peso. Apesar dos sintomas, decidiu continuar no trabalho, ainda que com prejuízo no desempenho laboral e, por isso, foi afastada por poucos dias. Não consultou médico à ocasião e, depois de alguns meses, gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade. Ao ser admitida no pronto-socorro de psiquiatria, a paciente mostrava-se inquieta e irritada e gritava agressivamente. Falava incessantemente e sua fala era difícil de compreender porque era demasiadamente rápida, mudando de um tema para outro. Dizia-se superior aos demais, que estavam com inveja de si, por sua voz e sua beleza. Sua inteligência era igualmente superior ao normal e sentia-se mais forte e saudável do que nunca. Distraia-se com facilidade, mas estava globalmente orientada auto e alopsiquicamente. Não mostrava prejuízo na memória ou outras funções cognitivas. Os resultados dos exames físico e neurológico e dos exames laboratoriais foram normais.
Em relação ao caso clínico apresentado, o diagnóstico mais provável é de  
Alternativas
Q3990651 Psiquiatria
    M.S.L., 34 anos de idade, escriturário, buscou atendimento no serviço médico psiquiátrico da instituição em que trabalha. Queixa principal: “Tudo começou em 14 de novembro, quando comecei a ver um homem vestido de preto me acompanhando o tempo todo”. No curso da entrevista, afirmou categoricamente que não conseguia trabalhar devido a bloqueio na memória desde o início do mês de novembro. Ao curso da consulta, mediante interesse manifesto pelo médico, descreveu em detalhes a aparência do homem que somente ele vê e o comportamento ameaçador do homem para com ele diariamente. Comentou que quase todos os dias as pessoas ficam o observando com estranheza porque ele pede continuamente para esse homem se afastar. Disse que, no trabalho, esse fenômeno alucinatório fica mais intenso e enfatiza o medo que sente, chegando a tremer-se o corpo todo. Durante a consulta, à medida que foi falando sobre o fenômeno, chegou a cair lentamente no chão e manifestar uma situação que pareceu uma convulsão, com duração de cerca de 10 minutos, com remissão espontânea. Não apresentou ferimentos após cessado o evento e não teve liberação esfincteriana. Após esse evento, mesmo demonstrando pouca colaboração, o paciente fez exame neurológico cujo resultado foi normal. Depois de acalmar-se, sentou-se novamente e seguiu a entrevista. Pediu que lhe fosse conferido afastamento do trabalho. Sua ficha funcional revelou que tem tido problemas frequentes com o chefe e que esteve sob consideração para demissão. 
A respeito desse caso clínico, assinale a opção correta. 
Alternativas
Respostas
5781: D
5782: C
5783: C
5784: B
5785: B
5786: D
5787: A
5788: A
5789: C
5790: A
5791: B
5792: B
5793: D
5794: B
5795: D
5796: C
5797: C
5798: A
5799: A
5800: A