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O pacto da branquitude. Cida Bento.
A descrição que a autora faz da atuação profissional de Moema demonstra uma atitude que ela classifica como racismo
Folha de São Paulo
A respeito dessa imagem, e a partir de seus conhecimentos sobre o Tribunal, considere as afirmações a seguir:
I. A foto traz à tona um problema histórico de baixa representatividade da população feminina na composição do Tribunal.
II. A foto retrata a ausência total de pessoas indígenas ou negras, de cor preta ou parda, que nunca tiveram assento no tribunal, desde sua criação.
III. A presença do Procurador-Geral da República, como chefe do Ministério Público Federal, nessa foto oficial, foi alvo de críticas por quebrar, em certa medida, a isonomia entre as partes nos julgamentos, já que outras figuras, como o Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, nela não figura.
É correto o que se afirma em
“ (...) se há uma tensão mais emblemática e persistente na elaboração e na execução das ações de difusão das artes nas instituições de educação do país, podemos citar as disputas em torno dos gostos culturais como um grande destaque. Até pouco tempo e ainda muito presente, viam-se como inquestionáveis a presença de orquestras sinfônicas, corais e grupos de teatro como expressões legítimas e centrais das artes produzidas no âmbito da educação superior. Tomadas como verdades, tais formas, dentre outros aspectos, relacionavam-se a um cenário de ________________.”
Gomes, E.E. BARBAQUÁ, 1(1), 33–40, 2017. Adaptado.
Assinale a alternativa que preenche, adequadamente, a lacuna:
“Esta é uma grande oportunidade para a Universidade aprimorar a estrutura curricular e melhorar a formação dos nossos alunos. As pessoas que estão se formando hoje precisam de outros conhecimentos, outras habilidades.”
Fonte: Jornal da USP, março/2023.
Sobre esse fato, é correto afirmar que se trata da
“A área da cultura e da extensão deve se orientar, em suma, por uma visão pública das atividades que implementa, resguardando-se, todavia, das apropriações circunstanciais de suas ações. Por se tratar de instituições públicas, as universidades estão envolvidas por compromissos republicanos.”
Arruda, M.A.N. Revista de Cultura e Extensão. SP, n. 4, 2010, p. 14.
Entre os “compromissos republicanos” mencionados no fragmento, no contexto do artigo, a autora se refere ao fato de que as universidades públicas devem
“Pelo território nacional, encontram-se denominações como Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Extensão, Pró-Reitoria de Extensão, bem como existem algumas Pró-Reitorias de Cultura ou outros órgãos vinculados às reitorias, como diretorias ou secretarias de cultura e arte.”
Gomes, E.E. BARBAQUÁ, 1(1), 33–40, 2017. Adaptado.
Nesse trecho, discutindo os desafios da cultura no âmbito da educação superior e suas relações com a extensão universitária nas instituições brasileiras, Elias E. Gomes alerta para a dificuldade de
“A gestão do conhecimento é uma questão de primeira ordem.
Vivendo em um cenário de extrema complexidade, profissionais no mercado corporativo são pressionados para a compreensão dos fenômenos que acontecem no mundo. Transformações nos campos econômicos, políticos e sociais modificam constantemente o ambiente de negócios.
As ferramentas de consulta disponíveis para todas as pessoas não permitem mais a exploração da assimetria de informações como um diferencial para geração de valor.
Para a tomada de decisões que permitam a manutenção da competitividade das organizações, a utilização do conhecimento no estado da arte é cada vez mais relevante.”
Fonte: www.fia.com.br
Ao se referir à assimetria de informação, o texto
Fonte: Livreto Institucional, PRCEU-USP, 2020.
O centro cultural, ligado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, representado na imagem é
“Rousseau (em 1750) fez as seguintes perguntas: há alguma relação entre a ciência e a virtude? Há alguma razão de peso para substituirmos o conhecimento vulgar que temos da natureza e da vida e que partilhamos com os homens e mulheres de nossa sociedade pelo conhecimento científico produzido por poucos e inacessível à maioria? Contribuirá a ciência para diminuir o fosso crescente na nossa sociedade entre o que se é e o que se aparenta ser, o saber dizer e o saber fazer, entre a teoria e a prática? Perguntas simples a que Rousseau responde, de modo igualmente simples, com um redondo não.”
Boaventura de Sousa Santos, “Um discurso sobre as ciências na transição para uma ciência pós-moderna”, Estudos Avançados, 2(2), 1988. Adaptado.
Sobre as perguntas feitas por Rousseau, na visão atual sobre ciência e sobre o papel das universidades públicas brasileiras, é correto afirmar:
“Para o atendimento ao público é fundamental que a organização permita ao “pessoal de linha de frente” agir ____________ de acordo com cada situação, sendo essa uma das condições para o êxito deste tipo de atividade. Essa ____________ demonstra, ao colaborador, credibilidade no seu trabalho e, ao cliente, confiança no serviço prestado.”
“Postura de atendimento: conceitos e práticas” / K.M.A. Ferraz, V.A.S. Zeferino e T.C.C. de Moraes. - -Piracicaba: USP/ESALQ - Divisão de Biblioteca, 2020. Adaptado.
Para passar a ideia correta sobre o atendimento ao público, as lacunas podem ser adequadamente substituídas, respectivamente, por:
( ) Criar mecanismos de engajamento e interação com a sociedade para uma melhor compreensão da ciência;
( ) Transferir conhecimento e tecnologia para o setor produtivo, para o setor público ou para o terceiro setor;
( ) Questionar ou avançar o entendimento de uma área do conhecimento;
( ) Formar recursos humanos qualificados em áreas estratégicas para o país através da prática da produção de conhecimento;
( ) Inspirar jovens talentos para estimular a futura geração de pesquisadores.
A alternativa que relaciona cada uma das atividades ao seu campo prioritário é: