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Q3331655 Técnicas em Laboratório
Para a identificação e quantificação de um vírus que tenha como material genético o RNA, o método apropriado seria:
Alternativas
Q3331620 Técnicas em Laboratório
As células T regulatórias (Tregs) representam 5 a 10% dos linfócitos T CD4+ do sangue periférico e constituem uma subpopulação de células T, essencial para a regulação da resposta imune a antígenos próprios e estranhos. De acordo com as opções abaixo, o fator de transcrição que é fundamental para o desenvolvimento, sobrevivência e função efetora dessas células é: 
Alternativas
Q3331618 Técnicas em Laboratório
Durante a análise do ciclo celular, o iodeto de propídio também pode se ligar ao RNA, causando diversas interferências. Para evitar interferências, o seguinte reagente pode ser utilizado:
Alternativas
Q3331616 Técnicas em Laboratório
Para a marcação do conteúdo de DNA, podem ser utilizados fluoroforos que se ligam ao DNA e emitem fluorescência, quando excitados pelo comprimento de onda correspondente. Entre estes pode-se citar:
Alternativas
Q3331614 Técnicas em Laboratório
O CD157 é uma molécula responsável por reconhecer dois tipos de linhagens celulares que são afetadas pela HPN. Das linhagens citadas abaixo, esta molécula reconhece:
Alternativas
Q3331613 Biomedicina - Análises Clínicas
A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma expansão clonal causada por uma mutação somática do gene PIG-A que codifica para uma enzima crítica na formação de glicosil-fosfatidil-inositol (GPI). Dos marcadores citados abaixo, a proteína ancorada a GPI que é recomendada para definir melhor os clones HPN de hemácias do tipo I, II e III é:
Alternativas
Q3331612 Biomedicina - Análises Clínicas
Em relação à análise de consistência para as subpopulações linfocitárias, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3331606 Técnicas em Laboratório
Geralmente, os fluorocromos estão conjugados a um anticorpo monoclonal que se liga ao seu epítopo específico na célula ou a qualquer outro composto biológico. Os anticorpos monoclonais podem se dividir em simples e compostos. Um exemplo de anticorpo monoclonal composto é: 
Alternativas
Q3331604 Biomedicina - Análises Clínicas
A especificidade, seleção e captação adequada dos sinais luminosos são controladas por um conjunto de sistema óptico integrado e composto por filtros que podem ser permissivos ou não a certos comprimentos de onda da luz emitida. De acordo com o referido, a frase que melhor se aplica é:
Alternativas
Q3331602 Técnicas em Laboratório
Um tubo contendo células em suspensão é colocado no citômetro de fluxo e a amostra é aspirada por uma força a vácuo até a câmara de fluxo. Esta câmara tem a função de fazer com que a suspensão de células passe por uma lâmina de fluxo contínuo e seja revestida por uma solução isotônica. Esta câmara é conhecida como:
Alternativas
Q3331599 Técnicas em Laboratório
O tratamento de eleição em muitas neoplasias hematológicas malignas, imunodeficiência e erros inatos do metabolismo é o transplante de células tronco hematopoiéticas (TCTH). Dentro desse contexto, quando se fala de quantificação de CD34, a precisão é um dos critérios mais importante para a tomada de decisões clínicas. Para a quantificação de células CD34 a classe de anticorpo que deve ser, obrigatoriamente, utilizada é: 
Alternativas
Q3331598 Biomedicina - Análises Clínicas
A apoptose faz parte da morte celular programada, que pode ser caracterizada como:
Alternativas
Q3331593 Técnicas em Laboratório
Os ensaios de proficiência possibilitam ao laboratório analisar a contribuição do erro sistemático para o processo, assim como seu erro total. O ensaio de proficiência proporciona: 
Alternativas
Q3331592 Técnicas em Laboratório
Os movimentos dos leucócitos do espaço vascular para o sítio ativo da infecção envolvem diapedese, ou seja, a passagem dos neutrófilos que rolam e se aderem à superfície das células endoteliais. O marcador que está envolvido na adesão leucocitária é:
Alternativas
Q3331589 Técnicas em Laboratório
São antígenos relacionados à imaturidade celular e expressos comumente em células blásticas:
Alternativas
Q3331586 Técnicas em Laboratório
Os antígenos CD3, CD19 e CD33 são expressos respectivamente nas células:
Alternativas
Q3331497 Técnicas em Laboratório
Em relação à infraestrutura necessária à pesquisa biotecnológica, o nível de biossegurança requerido para o laboratório vai depender da Classificação de Risco do microrganismo patogênico manipulado. A elaboração e a atualização da classificação dos agentes biológicos com potencial risco à saúde humana é uma atribuição da Comissão de Biossegurança em Saúde (CBS), do Ministério da Saúde. A classificação de risco dos agentes biológicos oficial foi aprovada por meio da publicação da Portaria GM/ MS n° 3.398, de 07 de dezembro de 2021, no Diário Oficial da União, e classifica os microrganismos em classes de 1 a 4, sendo a classe 1 a de menor risco e a classe 4 a de maior risco. Em relação a Classificação de Risco, supracitada, avalie as afirmativas abaixo:

I. Classe de risco 1: risco individual e para a comunidade é baixo, ou seja, são microrganismos que têm baixa probabilidade de provocar infecções no homem ou em animais, como por exemplo o Bacillus subtilis.

II. Classe de risco 2: risco individual é moderado e para a comunidade é limitado. São microrganismos que podem provocar infecções, porém, dispõe-se de medidas terapêuticas e profiláticas eficientes, sendo o risco de propagação limitado, como por exemplo Vírus da Febre Amarela e Schistosoma mansoni.

III. Classe de risco 3: risco individual é alto e para a comunidade é moderado. O patógeno pode provocar infecções no homem e nos animais graves, podendo se propagar de indivíduo para indivíduo, porém existem medidas terapêuticas e de profilaxia, como por exemplo o vírus Marburg.

IV. Classe de risco 4: risco individual e para a comunidade é alto. São microrganismos que representam sério risco para o homem e para os animais, sendo altamente patogênicos, de fácil propagação, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas, como por exemplos o Vírus da Encefalite Equina Venezuelana e Mycobacterium tuberculosis. 

Sobre as afirmativas é correto afirmar que são corretas, apenas:
Alternativas
Q3331485 Técnicas em Laboratório
O vírus da dengue, com seus quatro sorotipos, pode causar manifestações clínicas graves como a Dengue Hemorrágica. A vacina QDENGA, da empresa TAKEDA PHARMA, é uma vacina tetravalente licenciada que utiliza uma abordagem inovadora. Este imunizante se baseia no vírus da Dengue sorotipo 2 atenuado e, por meio de modificações genéticas, incorpora sequências dos sorotipos 1, 3 e 4. Se um pesquisador desenvolver uma vacina similar com a inserção das sequências dos sorotipos 1, 2 e 4 no vírus da Dengue sorotipo 3 selvagem, considerando a Classificação de Risco dos Agentes Biológicos do Ministério da Saúde, os vírus recombinantes resultantes serão da Classe de Risco:
Alternativas
Q3331483 Técnicas em Laboratório
A Biotecnologia desempenha um papel crucial no desenvolvimento de métodos diagnósticos, vacinas e fármacos para enfrentar doenças emergentes, contribuindo significativamente para a melhoria da Saúde Pública. O uso de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) vem se tornando essencial para o desenvolvimento de kits de diagnóstico, vacinas e fármacos nas Instituições de Ciência e Tecnologia, e precisa ser regulado tanto pela Comissão Interna de Biossegurança (CIBio), como pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Abaixo são descritas algumas etapas, fundamentais, de acordo com o arcabouço legal vigente no Brasil para o início das atividades envolvendo OGMs:

I. Solicitação e obtenção do Certificado de Qualidade de Biossegurança (CQB) institucional.
II. Constituição da CIBio na Instituição.
III. Início das atividades de pesquisa com manipulação de OGMs.
IV. Submissão e aprovação de projeto OGM junto a CIBio e/ou CNTBio.

Considerando que uma Instituição se prepara para iniciar atividades com OGM, pela primeira vez, a alternativa que indica a sequência correta de atividades a serem realizadas é: 
Alternativas
Q3331471 Técnicas em Laboratório
As cabines de segurança biológica (CSB) são equipamentos de proteção coletiva essenciais ao trabalho em laboratório clínico e de pesquisa, que realizam manipulação de microrganismos. Durante a pandemia de COVID-19 foram fundamentais para realização de pesquisas com manipulação de SARS-CoV-2 para avaliar, por exemplo, a eficácia de imunizantes contra este vírus. As CSB são classificadas de acordo com o seu funcionamento e utilização. A classificação de uma CSB que funciona hermeticamente fechada e que apresenta 100% exaustão é: 
Alternativas
Respostas
2701: E
2702: B
2703: D
2704: D
2705: C
2706: B
2707: D
2708: B
2709: C
2710: B
2711: C
2712: A
2713: A
2714: E
2715: E
2716: D
2717: D
2718: B
2719: C
2720: E