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Durante um atendimento extra-hospitalar, um adulto do sexo masculino é encontrado inconsciente, sem respiração normal e sem circulação aparente.
Após chamar o serviço de emergência e iniciar compressões torácicas de alta qualidade, chegou um desfibrilador externo automático (DEA). Após posicionar os eletrodos corretamente e seguir as instruções vocais, o aparelho recomenda choque.
Assinale a opção que apresenta a conduta mais alinhada às diretrizes atuais de suporte básico de vida para adultos.
Considerando os achados clínicos e as recomendações mais recentes para o manejo de escabiose na Atenção Primária, analise as alternativas abaixo e assinale a conduta CORRETA.
Com base nas diretrizes mais atuais, avalie as afirmações abaixo.
I- Dor intensa, fotofobia importante, redução da acuidade visual ou halos indicam gravidade.
II- Conjuntivite viral apresenta secreção mucopurulenta densa e dor intensa.
III- Pterígio/pinguécula relacionam-se à exposição crônica à radiação ultravioleta.
IV- Conjuntivite alérgica cursa com prurido intenso e secreção aquosa.
V- Olho vermelho sem dor e com visão preservada exclui doença corneana.
É CORRETO o que se afirma em:
Considerando as diretrizes de Atenção Primária, manejo de disfonia e critérios de encaminhamento precoce, a conduta mais adequada nesse momento é:
Diante desse quadro, qual conduta inicial mais adequada na APS (Atenção Primária à Saúde)?
Diante deste quadro, como conduzir a consulta?
Um médico de família realiza avaliação domiciliar de uma paciente idosa de 78 anos, que mora sozinha. Durante a consulta, ele observa se a paciente consegue realizar tarefas básicas como banho, vestir-se, usar o banheiro e alimentar-se sozinha, e também verifica capacidade de gerenciar tarefas mais complexas, como preparar refeições, fazer compras, administrar medicamentos e lidar com questões financeiras. Essa avaliação tem o objetivo de identificar níveis de independência e necessidade de suporte para manter autonomia e qualidade de vida.
Qual ferramenta ele pode usar de forma mais adequada para avaliar as atividades básicas da vida diária, e qual avalia as atividades instrumentais mais complexas?
Um paciente hipertenso e diabético de longa data procura a UBS para avaliação periódica. Ele apresenta (Unidade Básica de Saúde) exames estáveis e não há sinais de complicações. O médico decide reavaliar cuidadosamente a necessidade de cada medicação, evitar exames desnecessários e explicar os riscos de procedimentos invasivos que não trariam benefício adicional.
Qual princípio da Medicina de Família e Comunidade está sendo aplicado?
Qual princípio da Medicina de Família e Comunidade está descrito nessa situação?
Paciente homem de 27 anos, vendedor ambulante, procura a UBS com febre alta há 3 dias, dor de cabeça (Unidade Básica de Saúde) intensa, dor retro orbitária, mialgia e artralgia. Refere também mal-estar geral, náusea leve e inapetência. O paciente relata que nos últimos dias vários vizinhos e colegas de trabalho apresentaram sintomas semelhantes, mas nega uso de medicamentos contínuos, comorbidades crônicas ou uso de AAS. Afirma consumo de álcool social nos finais de semana. Ao exame físico: paciente em bom estado geral, hidratado, afebril no momento, sem sinais de hemorragia (sangramentos gengivais ou petéquias ausentes). Pressão arterial e frequência cardíaca normais. Ausência de dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou hepatomegalia.
Considerando o quadro clínico e a classificação da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual conduta inicial deve ser tomada?
Qual deve ser a conduta mais adequada após estabilização clínica?
Homem de 52 anos, professor do ensino médio, procura a UBS relatando tristeza persistente, cansaço e (Unidade Básica de Saúde) perda de interesse em atividades prazerosas há cerca de 3 meses. Refere sono irregular, dificuldade de concentração e sensação de estar “sem energia”. Nega uso de medicamentos, não faz psicoterapia e relata consumo social de álcool, sem uso abusivo. Ao aplicar o PHQ-9, o escore total foi 14 pontos. Nega ideação suicida. Exame físico e sinais vitais sem alterações.
Qual é a conduta CORRETA na Atenção Primária à Saúde?
Homem de 30 anos relata histórico de, pelo menos, cinco episódios de dor de cabeça intensa nos últimos meses. Refere que as crises têm início gradual, com dor unilateral, pulsátil, de forte intensidade, durando cerca de 6 a 8 horas, e que pioram com atividade física ou luz intensa. Durante os episódios, sente náuseas e grande desconforto com luz e sons, melhorando ao repousar em ambiente escuro e silencioso. O exame físico é normal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Qual é a conduta inicial mais adequada na Atenção Primária à Saúde?
Uma criança apresenta dor abdominal importante e com diagnóstico de giardíase.
A partir do caso apresentado, qual deve ser a primeira opção de tratamento?