Mulher de 34 anos, professora, tabagista leve (≈ 3 maços/ano...
Considerando as diretrizes de Atenção Primária, manejo de disfonia e critérios de encaminhamento precoce, a conduta mais adequada nesse momento é:
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: A diretriz AAO-HNSF 2018 orienta avaliação laríngea quando a disfonia não melhora até cerca de 4 semanas, ou antes se houver suspeita de condição grave; na ausência de sinais de alarme, é aceitável manejo conservador inicial. Como a paciente tem 3 semanas de disfonia pós-IVAS, sem hemoptise, dispneia, disfagia, perda ponderal ou massa cervical, a conduta imediata é observação orientada na APS, com medidas conservadoras e reavaliação/encaminhamento se persistir.
- Em disfonia sem red flags, decida pela combinação entre tempo de evolução e sinais de gravidade: o marco relevante é cerca de 4 semanas sem melhora para indicar avaliação laríngea.
- Valorize o contexto clínico: pós-IVAS e piora com uso profissional da voz favorecem manejo conservador inicial, desde que não haja hemoptise, dispneia, disfagia importante, perda ponderal ou massa cervical.
- Não aceite corticosteroide sistêmico nem IBP empírico como rotina para disfonia isolada sem visualização laríngea ou sem indicação clínica específica.
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