Questões Discursivas

Foram encontradas 4.797 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3915642 Terapia Ocupacional
No acompanhamento de estudantes com deficiência física que utilizam cadeira de rodas, o Agente de Acompanhamento deve observar princípios de ergonomia e acessibilidade funcional. Ao realizar a transposição de obstáculos (como pequenos degraus) ou a assistência no posicionamento à mesa, a conduta técnica que prioriza a segurança do aluno e a preservação da integridade física do profissional é fundamentada no(a):
Alternativas
Q3915641 Pedagogia
Estudantes com altas habilidades ou superdotação (AH/SD) frequentemente apresentam uma assincronia entre o desenvolvimento cognitivo elevado e a maturação emocional. No contexto da Educação Básica Inclusiva, a estratégia pedagógica que visa atender às necessidades desse grupo, permitindo o aprofundamento em temas de interesse sem o isolamento do grupo regular, denomina-se:
Alternativas
Q3915640 Pedagogia
As neurociências aplicadas à Educação Inclusiva destacam que a plasticidade neuronal é a base para a superação de barreiras de aprendizagem em estudantes com deficiência. Quando o Agente de Acompanhamento utiliza estratégias de ensino que ativam múltiplas vias sensoriais para consolidar a memória e a atenção de um aluno, ele está operando tecnicamente sob o conceito de:
Alternativas
Q3915639 Pedagogia
O princípio da equidade no Atendimento Educacional Especializado (AEE) diferencia-se da igualdade formal por pressupor a oferta de recursos proporcionais às barreiras enfrentadas por cada aluno. No contexto organizacional e pedagógico da educação inclusiva, a implementação dessa diretriz por meio de planos individuais de suporte visa assegurar a: 
Alternativas
Q3915638 Pedagogia
No processo de estimulação para o desenvolvimento de crianças com necessidades especiais, o Agente de Acompanhamento deve considerar a plasticidade cerebral e os períodos sensíveis. Quando a intervenção pedagógica foca em potencializar funções cognitivas e motoras a partir de estímulos sensoriais planejados, visando compensar limitações funcionais do sujeito, essa prática fundamentase tecnicamente na:
Alternativas
Q3915637 Pedagogia
No contexto da Educação Inclusiva, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é o serviço que identifica, elabora e organiza recursos de acessibilidade e aprendizagem. Conforme o Decreto nº 7.611/2011, o público-alvo para o qual o sistema de ensino deve garantir este suporte prioritário e transversal compreende estudantes com:
Alternativas
Q3915636 Direitos Humanos
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU/2006) foi ratificada no Brasil com equivalência de emenda constitucional pelo Decreto nº 6.949/2009. Um dos conceitos fundamentais introduzidos por esse marco normativo, que veda a exclusão baseada na deficiência e exige a oferta de apoios necessários para aTutela estatal. participação plena, é o de:
Alternativas
Q3915635 Pedagogia
Historicamente, o atendimento educacional a pessoas com deficiência no Brasil migrou de um modelo de segregação em instituições filantrópicas para a inclusão na rede regular. O documento que, em 2008, consolidou a diretriz de que a educação especial deve ser ofertada preferencialmente no ensino regular, definindo-a como modalidade transversal, denomina-se:
Alternativas
Q3915634 Direito do Trabalho
A Lei Complementar nº 302/2025 estrutura o quadro de pessoal para atender às demandas de inclusão escolar no município. Ao Agente de Acompanhamento Especializado, nos termos da alínea “a”, inciso II, § 5º do art. 3º, compete o suporte direto a alunos com necessidades específicas, sendo a natureza jurídica do seu vínculo de trabalho regida pela: 
Alternativas
Q3915633 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Conforme a Lei Complementar nº 302/2025 de Ibitinga, o ingresso no emprego público de Agente de Acompanhamento Especializado exige, além do Ensino Médio completo, a comprovação de qualificação profissional específica. Segundo o dispositivo legal, esse curso deve possuir uma carga horária mínima de:
Alternativas
Q3915632 Atualidades
Em janeiro desse ano, o governador de _____ sancionou a lei que extingue cotas raciais de instituições que recebem verba estadual. Em dezembro do ano passado, a Assembleia Legislativa de já havia aprovado o projeto de lei. Em explicação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o governo justificativa que o fim das cotas raciais no estado é constitucional e se adéqua à “singularidade demográfica”, que tem a “maior proporção de população branca do país”.

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna:
Alternativas
Q3915631 Administração Pública
O Estado de São Paulo finalizou recentemente o processo de desestatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), em um modelo de privatização que manteve o Estado como acionista estratégico. O principal argumento técnico-político utilizado pelo governo estadual para justificar a operação, visando a universalização dos serviços até 2029, foi a:
Alternativas
Q3915629 Geografia
Ibitinga-SP faz limite a noroeste com o município de:
Alternativas
Q3915628 História
Em 04 de julho de 1890, por força da Lei de número 66, Ibitinga-SP teve a sua emancipação político-administrativa. Essa lei foi assinada pelo então presidente:
Alternativas
Q3915622 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No fragmento "as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano", o termo sublinhado atua como um recurso de modalização e reforço argumentativo. Sob a ótica da morfossintaxe, a classificação da palavra e a circunstância que ela imprime à oração subordinada subsequente são:
Alternativas
Q3915621 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No segmento "o espaço passou a ser também um local de visitação controlada", o verbo "passar" integra uma locução verbal. Sob o aspecto da sintaxe de regência e da predicação verbal neste contexto específico, o verbo destacado constitui uma estrutura de: 
Alternativas
Q3915620 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
A palavra “memória”, utilizada no texto, é acentuada por ser:
Alternativas
Q3915619 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
O termo "catacumbas", utilizado no texto para designar o ossuário parisiense, possui origem etimológica no latim tardio e no grego, sendo composto por elementos que indicam posição inferior e cavidade. Sob a ótica da morfologia e dos processos de formação de palavras na língua portuguesa, esse vocábulo é classificado como uma:
Alternativas
Q3915618 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No trecho "A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada", o termo sublinhado exerce a função de núcleo do sujeito. Do ponto de vista da morfossintaxe, a classificação desse núcleo e o tipo de voz verbal da oração são:
Alternativas
Q3915617 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
No trecho "O espaço ficou célebre não por ser um cemitério 'construído do zero', mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada", a partícula "que" exerce função sintática de:
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: A
4: B
5: C
6: A
7: B
8: A
9: A
10: D
11: B
12: D
13: B
14: D
15: B
16: A
17: C
18: D
19: C
20: A