Questões de Concurso Comentadas para univali

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Q4035917 Pedagogia
A primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil, possui finalidades e objetivos específicos que a diferenciam das etapas seguintes, com foco no desenvolvimento integral da criança. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei 9.394/96), a finalidade da Educação Infantil é o desenvolvimento da criança em múltiplos aspectos, complementando a ação da família e da comunidade. Sobre as especificidades dessa etapa educacional, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A LDB define que a finalidade da Educação Infantil é o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social.
(__)A avaliação na Educação Infantil deve ocorrer mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento, com o objetivo de promoção para o Ensino Fundamental, incluindo a aplicação de provas e a atribuição de notas.
(__)As práticas pedagógicas na Educação Infantil, conforme a BNCC, devem ter como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
(__)A frequência na pré-escola (para crianças de 4 e 5 anos) é obrigatória, sendo exigida uma frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas letivas para aprovação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4035911 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  

Cortes abruptos no consumo "afetariam" gravemente a agricultura.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:

Alternativas
Q4035910 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
No auge, o Império Persa se estendia da Líbia "à Índia", e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase: 
Alternativas
Q4035909 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
 O texto aborda a situação crítica enfrentada pelo Irã devido ao afundamento do solo, que ameaça importantes sítios históricos, como Persépolis.
De acordo com o texto base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035908 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035907 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O fenômeno, quase imperceptível, só "se torna" visível quando surgem rachaduras nas construções.
A colocação pronominal destacada na frase denomina-se: 
Alternativas
Q4035905 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q4035904 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície.
Quanto à concordância verbal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035903 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.
Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q4035902 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa


As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.  
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectiva
Alternativas
Q4035901 Direito Financeiro
A Controladoria Geral do Município elabora relatório sobre cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), que define regras de gestão fiscal responsável com planejamento, transparência e limites de despesa, endividamento e operações de crédito. Sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4035900 Administração Financeira e Orçamentária
A Secretaria de Planejamento Municipal elabora instrumentos de planejamento orçamentário previstos no artigo 165 da CF/88, que integram o ciclo de gestão fiscal do setor público. Sobre planejamento e execução orçamentária, analise as afirmativas a seguir:
I.O planejamento orçamentário é composto pelo PPA, LDO e LOA, conforme o art. 165 da CF/88. O PPA define diretrizes, objetivos e metas de governo para quatro anos (§1º); a LDO estabelece metas e prioridades, orienta a LOA e dispõe sobre alterações tributárias (§2º); e a LOA estima receitas e fixa despesas, abrangendo orçamentos fiscal, de investimento e da seguridade social (§5º).
II.As receitas públicas classificam-se em correntes (tributos, contribuições, receitas patrimoniais, industriais, de serviços e transferências correntes) e de capital (operações de crédito, alienação de bens, amortização de empréstimos e transferências de capital), conforme art. 11 da Lei nº 4.320/64, observando princípios como legalidade, anterioridade e não vinculação de impostos, salvo exceções constitucionais.
III.As despesas públicas dividem-se em correntes (custeio e transferências correntes) e de capital (investimentos, inversões financeiras e transferências de capital), conforme art. 12 da Lei nº 4.320/64, devendo observar os estágios de empenho, liquidação e pagamento (arts. 58 a 70), assegurando controle e transparência.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035899 Direito Tributário
A Procuradoria Fiscal Municipal elabora parecer sobre o Código Tributário Municipal (CTM), instituído por Lei Complementar Municipal nº 001/1998, que regula o sistema tributário local e os tributos de competência municipal — IPTU, ITBI, ISSQN, taxas, contribuição de melhoria e COSIP. O CTM deve observar as normas do CTN, da CF/1988, da Constituição Estadual e os princípios constitucionais tributários. Analise as afirmativas a seguir:
I.O CTM, instituído por lei complementar municipal, regula o sistema tributário local, definindo fatos geradores, bases de cálculo, alíquotas, isenções, obrigações acessórias, lançamento e fiscalização dos tributos municipais, observando o CTN, a CF, a Constituição Estadual e os princípios tributários.
II.O CTM deve respeitar as normas gerais do CTN, a competência tributária constitucional dos municípios e os princípios como legalidade, anterioridade, irretroatividade, isonomia, capacidade contributiva e vedação de confisco.
III.Dispositivos do CTM que contrariem a CF, o CTN ou princípios constitucionais são inconstitucionais ou ilegais, devendo ser afastados pelo controle difuso ou concentrado de constitucionalidade, garantindo a supremacia da Constituição e a proteção do contribuinte.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035898 Direito Administrativo
O departamento jurídico municipal analisa a validade de atos administrativos praticados pela fiscalização tributária. O ato administrativo é manifestação unilateral da Administração Pública, com atributos como presunção de legitimidade, imperatividade, autoexecutoriedade e tipicidade, e elementos de validade como competência, forma, finalidade, motivo e objeto, podendo ser vinculado ou discricionário conforme a margem de escolha legal. Sobre os atos administrativos, analise as afirmativas a seguir:
I.O ato administrativo é manifestação unilateral da Administração com atributos de legitimidade, imperatividade, autoexecutoriedade e tipicidade, permitindo imposição de obrigações e execução direta sem autorização judicial, salvo exceções legais.
II.Os elementos do ato são competência, forma, finalidade, motivo e objeto, sendo que vício em qualquer deles pode gerar nulidade ou anulabilidade, cabendo à Administração anular atos ilegais e revogar atos inconvenientes mediante autotutela.
III.Atos vinculados seguem requisitos legais sem margem de escolha, como o lançamento tributário; atos discricionários envolvem conveniência e oportunidade, devendo respeitar legalidade, moralidade, razoabilidade e proporcionalidade, sujeitos a controle judicial nesses aspectos.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035896 Direito Tributário
A Procuradoria Fiscal Municipal analisa a constitucionalidade de projeto de lei que cria nova taxa municipal, considerando as limitações constitucionais ao poder de tributar previstas nos Artigos 145 e 150 a 152 da Constituição Federal de 1988 (CF/88), que impedem abusos e asseguram proporcionalidade, legalidade e distinção entre espécies tributárias. Sobre as limitações constitucionais ao poder de tributar, analise as afirmativas a seguir:
I.As limitações dos Artigos 150 a 152 da CF/88 restringem o poder de tributar, e o Artigo 145, §2º, proíbe que taxas tenham base de cálculo igual à de impostos, garantindo distinção entre espécies tributárias.
II.O Artigo 150, IV, da CF/88 veda o tributo com efeito de confisco, exigindo tributação proporcional; o Supremo Tribunal Federal (STF) considera confiscatório o tributo que absorve parte substancial da renda ou do patrimônio do contribuinte.
III.O Artigo 150, §6º, da CF/88 determina que isenções, anistias e benefícios fiscais só podem ser concedidos por lei específica, vedando concessões genéricas e assegurando transparência e controle.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035894 Direito Tributário
A assessoria técnica legislativa municipal está analisando projeto de lei sobre instituição de nova taxa, considerando que a competência tributária é poder conferido pela Constituição Federal de 1988 (CF/88) para instituir tributos mediante lei, sendo indelegável, inalterável e irrenunciável. A CF/88 reparte competências nos artigos 153 a 156, definindo os tributos que cada ente pode instituir, além de permitir a todos instituir taxas e contribuições de melhoria conforme o artigo 145. Sobre a competência tributária constitucional, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)A competência tributária é poder conferido pela Constituição Federal (CF/88) aos entes políticos para instituir tributos por lei, sendo privativa, indelegável e irrenunciável. A CF/88, nos artigos 153 a 156, define os tributos de cada ente: União (II, IE, IR, IPI, IOF, ITR, IGF), Estados e DF (ITCMD, ICMS, IPVA) e Municípios (IPTU, ITBI, ISS).
(__)Todos os entes federativos podem instituir taxas em razão do poder de polícia ou da utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis, bem como contribuição de melhoria decorrente de obras públicas, conforme artigo 145 da CF/88.
(__)A competência tributária difere da capacidade tributária ativa: a primeira é indelegável e pertence ao ente que a recebeu da CF/88; a segunda, delegável por lei, permite cobrança e arrecadação por outra pessoa jurídica de direito público, como o INSS.
(__)Os Municípios podem instituir impostos sobre importação, renda, produtos industrializados, operações financeiras, propriedade rural, circulação de mercadorias e transmissão causa mortis, invadindo competências da União e dos Estados quando houver interesse municipal relevante.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4035893 Direito Administrativo
A Controladoria Geral do Município capacita servidores sobre princípios fundamentais do Direito Administrativo, previsto no artigo 37, caput, da Constituição Federal de 1988 (CF/88), que impõe à Administração Pública os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, além de princípios implícitos reconhecidos pela doutrina e pela Lei Federal nº 9.784/1999. Sobre os princípios da Administração Pública, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O Artigo 37, caput, da CF/88 impõe à Administração os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, devendo os atos públicos buscar interesse coletivo, probidade, transparência e resultados eficientes.
(__)Além dos princípios expressos, aplicam-se os implícitos como supremacia e indisponibilidade do interesse público, razoabilidade, proporcionalidade, motivação, autotutela, continuidade dos serviços públicos e presunção de legitimidade dos atos administrativos.
(__)A Lei Federal nº 9.784/1999, artigo 2º, elenca princípios como legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, moralidade, ampla defesa, segurança jurídica e eficiência, aplicáveis subsidiariamente aos processos administrativos municipais.
(__)O princípio da legalidade é idêntico no setor público e no privado, permitindo ao agente público fazer tudo o que não for proibido por lei, tal como o particular em suas relações privadas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4035892 Direito Tributário
O Conselho Municipal de Contribuintes elabora cartilha sobre direitos dos contribuintes no processo administrativo fiscal, previstos na Constituição Federal de 1988 (CF/88), no Código Tributário Nacional (CTN) e na legislação municipal. Esses direitos incluem o contraditório e ampla defesa (art. 5º, LV, CF/88), o devido processo legal (art. 5º, LIV, CF/88), o direito à fundamentação das decisões (art. 93, IX, CF/88), o direito à obtenção de certidões negativas (art. 5º, XXXIV, "b", CF/88 e arts. 205 e 206 do CTN), o direito à não autoincriminação (art. 5º, LXIII, CF/88) e o sigilo fiscal (art. 198 do CTN). Sobre os direitos e garantias dos contribuintes, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4035891 Direito Tributário
A fiscalização tributária é atividade administrativa de verificação do cumprimento de obrigações tributárias pelos contribuintes, regida pelos artigos 194 a 200 do Código Tributário Nacional. Esses dispositivos definem poderes da autoridade fiscal, como examinar documentos, realizar inspeções, apreender provas de infrações e requisitar informações, bem como deveres do contribuinte de colaborar, apresentar documentos e franquear acesso, garantindo documentação e controle de todos os atos fiscais. Assim, analise as afirmações:
I.A fiscalização tributária é atividade de verificação do cumprimento de obrigações tributárias pelos contribuintes, conforme artigos 194 a 200 do CTN, podendo a autoridade fiscal requisitar informações, realizar inspeções, apreender documentos e solicitar auxílio da força pública quando necessário.
II.Segundo o artigo 195 do CTN, o contribuinte deve prestar informações, exibir documentos e permitir acesso aos locais de atividade, não podendo alegar sigilo para impedir a fiscalização, sob pena de penalidades por embaraço à ação fiscal.
III.O artigo 196 do CTN determina que a autoridade fiscal deve lavrar termos de início, intimações e restituição de documentos, assegurando registro formal e rastreabilidade das ações realizadas durante a fiscalização tributária.
Está correto o que se afirma em:  
Alternativas
Q4035890 Direito Administrativo
A Secretaria de Administração elabora manual sobre poderes administrativos, instrumentos conferidos à Administração para garantir o interesse público, constituindo poderes-deveres do gestor. Entre eles, destacam-se o vinculado, discricionário, hierárquico, disciplinar, regulamentar e de polícia. Sobre os poderes da Administração Pública, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1641: A
1642: B
1643: A
1644: C
1645: B
1646: D
1647: C
1648: C
1649: D
1650: A
1651: B
1652: A
1653: C
1654: C
1655: B
1656: D
1657: C
1658: B
1659: B
1660: A