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Qual deve ser a conduta mais adequada após estabilização clínica?
Homem de 52 anos, professor do ensino médio, procura a UBS relatando tristeza persistente, cansaço e (Unidade Básica de Saúde) perda de interesse em atividades prazerosas há cerca de 3 meses. Refere sono irregular, dificuldade de concentração e sensação de estar “sem energia”. Nega uso de medicamentos, não faz psicoterapia e relata consumo social de álcool, sem uso abusivo. Ao aplicar o PHQ-9, o escore total foi 14 pontos. Nega ideação suicida. Exame físico e sinais vitais sem alterações.
Qual é a conduta CORRETA na Atenção Primária à Saúde?
Homem de 30 anos relata histórico de, pelo menos, cinco episódios de dor de cabeça intensa nos últimos meses. Refere que as crises têm início gradual, com dor unilateral, pulsátil, de forte intensidade, durando cerca de 6 a 8 horas, e que pioram com atividade física ou luz intensa. Durante os episódios, sente náuseas e grande desconforto com luz e sons, melhorando ao repousar em ambiente escuro e silencioso. O exame físico é normal.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Qual é a conduta inicial mais adequada na Atenção Primária à Saúde?
Rosa, 73 anos, foi internada em uma Enfermaria de Saúde Mental com queixa de “sensação estranha na boca” e fala monótona. Diagnosticada com Síndrome da Boca Ardente e quadro depressivo, apresentou alterações orofaciais e recusa alimentar. Durante o atendimento, a fonoaudióloga associou técnicas específicas às manifestações emocionais da paciente, compreendendo o sintoma para além do aspecto fisiológico.
Com base nesse contexto e na atuação fonoaudiológica em Saúde Mental, é CORRETO afirmar que:
Considere o Texto IV para a resolução da questão.
Texto IV
Felipe tem 22 anos e trabalha como atendente de . Orientado por um advogado, procurou um serviço de audiologia para a call center realização de exames, porque vem percebendo alguns sintomas auditivos. Ele se queixa de zumbido e dificuldade para discriminar sons, principalmente ao final do expediente. Durante a anamnese, Felipe relatou que fica exposto a ruído contínuo durante 8 horas por dia, utilizando um o tempo todo. Ele percebe que o zumbido aumenta no final do dia. Sente fadiga auditiva, irritabilidade e tem headset dificuldade de entender a fala em ambientes barulhentos, embora consiga ouvir bem em ambientes silenciosos. Não há histórico de problemas auditivos na família nem doenças otológicas anteriores. Com base nesses dados, a hipótese inicial é de perda auditiva induzida por ruído ocupacional (PAIR). Diante do exposto, foram realizados os seguintes exames auditivos:

Conclusão: Perda Auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente. (OMS, 2021 e Silman; Silverman, 1997).
Recomendação: Sugere-se a realização do PEATE para confirmação dos achados, devido à inconsistência de respostas em algumas frequências.
Fonte SILMAN, S.; SILVERMAN, C. A . Auditory Diagnosis: Principles and Applications. San Diego: Academic Press, 1997.
Conclusão: Timpanograma com Curva A com Reflexos Estapedianos parcialmente presentes em ambas as orelhas. (Jerger; Jerger, 1970).
Fonte: JERGER, J.; JERGER, S. Clinical impedance audiometry.Archives of Otolaryngology , Chicago, v. 92, n. 4, p. 311–324, 1970.

Considere o Texto IV, com o caso clínico de Felipe, atendente de call center com exposição contínua ao ruído e queixa de zumbido, cuja avaliação audiológica revelou perda auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente. Com base nos estudos atuais sobre o impacto do zumbido e a indicação do uso de AASI, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- O zumbido, embora frequentemente associado à perda auditiva neurossensorial, pode ocorrer em indivíduos com audição normal, devendo ser considerado um sintoma relevante, pois pode indicar alterações auditivas ainda não detectáveis por métodos convencionais.
PORQUE
II- Todo paciente com zumbido associado à perda auditiva leve deve receber indicação imediata de uso de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), tendo em vista que o uso do dispositivo é considerado tratamento de primeira escolha, independentemente do grau da perda.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Considere o Texto IV para a resolução da questão.
Texto IV
Felipe tem 22 anos e trabalha como atendente de . Orientado por um advogado, procurou um serviço de audiologia para a call center realização de exames, porque vem percebendo alguns sintomas auditivos. Ele se queixa de zumbido e dificuldade para discriminar sons, principalmente ao final do expediente. Durante a anamnese, Felipe relatou que fica exposto a ruído contínuo durante 8 horas por dia, utilizando um o tempo todo. Ele percebe que o zumbido aumenta no final do dia. Sente fadiga auditiva, irritabilidade e tem headset dificuldade de entender a fala em ambientes barulhentos, embora consiga ouvir bem em ambientes silenciosos. Não há histórico de problemas auditivos na família nem doenças otológicas anteriores. Com base nesses dados, a hipótese inicial é de perda auditiva induzida por ruído ocupacional (PAIR). Diante do exposto, foram realizados os seguintes exames auditivos:

Conclusão: Perda Auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente. (OMS, 2021 e Silman; Silverman, 1997).
Recomendação: Sugere-se a realização do PEATE para confirmação dos achados, devido à inconsistência de respostas em algumas frequências.
Fonte SILMAN, S.; SILVERMAN, C. A . Auditory Diagnosis: Principles and Applications. San Diego: Academic Press, 1997.
Conclusão: Timpanograma com Curva A com Reflexos Estapedianos parcialmente presentes em ambas as orelhas. (Jerger; Jerger, 1970).
Fonte: JERGER, J.; JERGER, S. Clinical impedance audiometry.Archives of Otolaryngology , Chicago, v. 92, n. 4, p. 311–324, 1970.

O atendente de call center Felipe do Texto IV, relata sintomas auditivos relacionados ao uso contínuo de headset durante o trabalho. A avaliação audiológica inicial revelou perda auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente.
Fontes: LLOYD, L. L.; KAPLAN, H. Audiometric interpretation: A manual of basic audiometry. Baltimore: University Park Press, 1978.
OMS (Organização Mundial da Saúde). World Report on Hearing. Geneva: World Health Organization, 2021.
Com base nesses parâmetros e considerando as normas de saúde auditiva do trabalhador, a respeito da orientação fonoaudiológica mais adequada a ser dada no caso de Felipe, é CORRETO afirmar que:
Fonte: SILVA, F. C.; RAMOS, L. de A.; SOUZA, B. O.; MEDEIROS, A. de M.; GAMA, A. C. C. Tempo ideal de vibração sonorizada de língua em crianças disfônicas. Distúrbios da Comunicação, v. 29, n. 4, p. 673-682, out. 2017. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/32498/24531. Acesso em: 20 jun. 2024.
Com base nesse contexto é CORRETO afirmar que:
Considere o Texto II como referência para a resolução da questão.
Texto II
Autismo: debate reforça defesa de políticas públicas mais efetivas
No último 02/04/2025, Dia da Conscientização sobre o Autismo, o Senado Federal promoveu um debate sobre a necessidade de aperfeiçoar as políticas públicas voltadas às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O encontro reuniu parlamentares, especialistas, familiares e representantes de instituições, que destacaram a importância da inclusão, do diagnóstico precoce e da oferta de serviços adequados de saúde, educação e assistência social.
Entre os temas abordados, ressaltou-se a urgência de ampliar o acesso à reabilitação multiprofissional, incluindo o trabalho do fonoaudiólogo, essencial para o desenvolvimento da comunicação e da linguagem de pessoas com TEA. Também foram enfatizados os desafios enfrentados por famílias e profissionais diante da falta de integração entre as políticas públicas e a aplicação efetiva da legislação já existente, como a Lei nº 12.764/2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
O debate reforçou que a capacitação de profissionais, a articulação intersetorial e o financiamento adequado das ações públicas são fundamentais para que o Brasil avance na garantia dos direitos e na promoção da qualidade de vida das pessoas com TEA.
Fonte: AGÊNCIA SENADO. Autismo: debate reforça defesa de políticas públicas mais efetivas. 02 abr. 2025.
O Texto II destaca a importância da integração entre saúde e educação para garantir o desenvolvimento da comunicação e da aprendizagem de crianças com autismo. Diante disso, em todos os municípios brasileiros, faz-se necessário que a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Educação trabalhem juntas para desenvolver um projeto intersetorial para acompanhar alunos com TEA matriculados na rede pública. Entre os profissionais envolvidos, o fonoaudiólogo educacional tem papel fundamental.
Com base neste contexto, nas diretrizes da Fonoaudiologia Educacional e considerando as iniciativas de inclusão na escola sobre o papel desse profissional, é CORRETO afirmar que:
I- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é subtraído da pontuação total (ECG).
II- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é somado à pontuação total (ECG).
III- Escala de Coma Glasgow de pode ser adaptada para a idade.
IV- Uma mulher de 50 anos, vítima de queda em casa, abre os olhos quando a equipe a chama em voz alta, (E=3), e quando perguntada qual o seu nome, responde de forma confusa: “o café está quente!” (V=4); por fim, não obedece a comandos, mas afasta a mão quando recebe um estímulo no dedo (M=2). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
V- Um homem de 40 anos, vítima de acidente de carro grave. Não abre os olhos, nem ao chamado nem ao estímulo doloroso (E=1). Emite apenas gemidos baixos (V=2). Motor: Apresenta flexão anormal dos braços (decorticação) quando submetido a um estímulo doloroso (M=3). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Explorar e estimular a plasticidade neural – a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões para compensar a área lesionada.
II- Utilizar a Terapia de Movimento Induzido por Restrição (TMIR), levando a restrição da mão e do braço paréticos (direito) que são restringidos com uma luva ou tipoia, forçando o uso intensivo dos membros saudáveis (esquerdo) por várias horas seguidas.
III- Utilizar Tecnologias de Suporte como Neurofeedback e Realidade Virtual, que fornecem um feedback imediato e gratificante, o que aumenta a liberação de dopamina, um neurotransmissor crucial para a plasticidade sináptica e o aprendizado.
IV- Utilizar o Treinamento Orientado à Tarefa, que não é apenas benéfico ao Sr. Sicrano, é essencial. Ele traduz os ganhos de força e amplitude de movimento em uma recuperação funcional real, restaurando a sua capacidade de interagir com o mundo e viver de forma independente, explorando ao máximo o potencial de plasticidade de seu cérebro.
V- Utilizar padrões e técnicas de irradiação e somação. Os conceitos de irradiação e somação são pilares da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva. A irradiação se refere ao aumento da força de contração muscular que ocorre quando um estímulo (ou vários estímulos) é aplicado de forma repetitiva e rápida, e a somação é um princípio que descreve a propagação de uma resposta neuromuscular de músculos fortes para músculos mais fracos, quando é aplicado um estímulo de resistência máxima.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Manterá a Imobilização do braço com uma tipoia por cerca de 30 dias para reduzir a dor e proteger a reparação, e iniciará as sessões somente após o período de imobilização de cerca de 30 dias.
II- Controlará a dor, fortalecerá os músculos e recuperará a mobilidade, durante o processo de reabilitação, que pode levar vários meses, com a frequência das sessões diminuindo gradualmente.
III- Informa que a recuperação completa pode levar, geralmente, mais de 4 meses, dependendo da gravidade da lesão e do nível de atividade do paciente.
IV- “Recomenda que não mexa o seu braço" (Restrição passiva): O paciente não deve tentar usar a musculatura do ombro direito para levantar, empurrar, puxar ou realizar qualquer movimento.
V- “Informa que não vai mover o braço do paciente além do permitido" (Restrição ativa): O fisioterapeuta, ou qualquer outra pessoa (enfermeiro, familiar), não deve movimentar o braço do paciente além dos limites muito específicos e seguros estabelecidos pelo protocolo pós-operatório e pela prescrição médica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A dor intensa e persistente do paciente Sicrano, desproporcional aos achados clínicos, é um sinal clássico de sensibilização central. Seu cérebro aprendeu a interpretar qualquer carga sobre o joelho como uma ameaça grave, gerando uma resposta de dor exagerada como mecanismo de proteção.
II- Após meses sentindo dor, Sicrano desenvolveu um medo profundo de apoiar o pé no chão e ficar em pé. Seu cérebro associa essa posição a perigo. A abordagem moderna prioriza educá-lo sobre a neurociência da dor, explicando que a dor não significa necessariamente novo dano tecidual. Isso reduz o pânico e o ajuda a se reconectar com seu corpo de forma mais segura.
III- No caso de Sicrano, em vez de um comando simples, o tratamento se concentra em exercícios graduais e seguros (como apoio parcial de peso), sempre respeitando seu limite de conforto para reduzir o medo. O objetivo final é transformar Sicrano no protagonista ativo da sua própria recuperação.
IV- O fisioterapeuta vai focar no que realmente importa para Sicrano: recuperar as atividades da vida dele. Em vez de só medir a dor, a avaliação será prática e personalizada. O que será feito: Identificar tarefas específicas que o Sicrano não consegue fazer por causa da dor.
V- O fisioterapeuta vai focar exclusivamente no joelho como uma estrutura danificada e tratar a dor como um simples sinal de lesão tecidual.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A Restauração da amplitude de movimento (ADM) dentro dos limites funcionais é um critério subjetivo mensurável.
II- Redução significativa da dor, medida por escalas, é um critério objetivo.
III- O paciente relata sentir-se melhor, mais confiante e seguro para realizar suas atividades, tornando-se uma autopercepção de melhora subjetiva.
IV- Retorno às atividades desejadas, quando o paciente relata sucesso no retorno às suas atividades esportivas, laborais, de lazer e sociais sem restrições significativas, é um critério objetivo.
V- Retorno às atividades da vida diária (AVDs) e laborais sem auxílio ou com auxílio mínimo, utilizando escalas apropriadas à análise da capacidade funcional, é um critério objetivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base na RESOLUÇÃO COFFITO Nº 619/2025, tendo como fonte o Art. 6º, é CORRETO afirmar que:
Com base na RESOLUÇÃO COFFITO nº 424/2013, Art. 10, é CORRETO afirmar que: