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Q3883921 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Um pai autoritário


    No romance Paradiso, o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho.

    Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos, na vida e na literatura. Carta ao pai, de Franz Kafka, é um dos exemplos notáveis de pai repressivo, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal.

    É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode ser uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração do pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimentos e humilhações, imposta por um homem prepotente e autoritário. Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos; sua fidelidade é com a força das palavras que é capaz de escrever.


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, р. 204)

Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos.


A frase acima ganha nova, correta e coerente redação em:

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Q3883920 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Um pai autoritário


    No romance Paradiso, o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho.

    Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos, na vida e na literatura. Carta ao pai, de Franz Kafka, é um dos exemplos notáveis de pai repressivo, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal.

    É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode ser uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração do pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimentos e humilhações, imposta por um homem prepotente e autoritário. Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos; sua fidelidade é com a força das palavras que é capaz de escrever.


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, р. 204)
No parágrafo final, o autor do texto considera que
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Q3883919 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Um pai autoritário


    No romance Paradiso, o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho.

    Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos, na vida e na literatura. Carta ao pai, de Franz Kafka, é um dos exemplos notáveis de pai repressivo, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal.

    É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode ser uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração do pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimentos e humilhações, imposta por um homem prepotente e autoritário. Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos; sua fidelidade é com a força das palavras que é capaz de escrever.


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, р. 204)
Há emprego de linguagem figurada no segmento
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Q3883918 Português
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Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.


(Leodegário Corsi, a editar)
É adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
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Q3883917 Português
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Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.


(Leodegário Corsi, a editar)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase: 
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Q3883916 Português
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Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.


(Leodegário Corsi, a editar)
No segundo parágrafo, analisa-se a forma de vaidade cuja manifestação
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Q3883915 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.


(Leodegário Corsi, a editar)
Ao tratar das duas formas pelas quais a vaidade opera, o autor do texto as distingue claramente,
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Q3883914 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.


Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.


(Leodegário Corsi, a editar)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q3879984 Direito Administrativo
De acordo com a sistemática de simplificação do atendimento prestado aos usuários dos serviços públicos, na forma estabelecida pelo Decreto nº9.094/2017, que regulamenta a Lei nº 13.460/2017,
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Q3879983 Administração Geral
No processo decisório no âmbito das organizações, a tomada de decisão pode ocorrer de variadas formas, resultando em determinados tipos de decisão, entre as quais a decisão
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Q3879982 Administração Pública
A Administração Pública contemporânea cada vez mais vem sendo cobrada a apresentar uma gestão pública eficiente, eficaz e efetiva, sendo que

I. eficiência diz respeito à capacidade de prestar os serviços com o menor e melhor uso possível de recursos.
II. a efetividade refere-se ao impacto das ações considerando o atingimento dos objetivos públicos almejados.
III. eficácia é o mesmo que economicidade e significa a relação custo-benefício para a Administração.

Está correto o que se afirma APENAS em 
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Q3879981 Administração Geral
O Balanced Scorecard - BSC está entre as metodologias mais comumente utilizadas pelas organizações no âmbito do planejamento estratégico e gestão e, de acordo com as características que lhe são inerentes,
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Q3879980 Gerência de Projetos
Considere que uma organização que adote gestão por projetos baseada na metodologia do Caminho Crítico - Critical Path Method (CPM) esteja considerando substituir o referido método, passando a aplicar o denominado Program Evaluation and Review Technique - PERT. Tendo em mente as características dessas duas metodologias, caso operada a substituição aventada,
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Q3879979 Gestão de Pessoas
No que concerne ao tema gestão de conflitos, é certo que a visão da importância e a forma de tratar o conflito vêm mudando ao longo dos anos e, nesse contexto, a
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Q3879978 Gestão de Pessoas
Uma entidade que pretenda aplicar os conceitos de gestão por competências deve adotar, entre outras medidas, o mapeamento de competências, o que significa, em termos concretos,
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Q3879977 Gestão de Pessoas
Suponha que o dirigente de uma determinada empresa pública pretenda proceder à avaliação de desempenho dos membros de sua equipe, valendo-se de alguma metodologia de avaliação comumente utilizada no setor privado, ponderando os pontos positivos e negativos presentes nas diferentes opções. Entre as possíveis alternativas, insere-se
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Q3879976 Administração Geral
O processo organizacional envolve diversas atividades, entre as quais se incluem planejamento, direção, coordenação, comunicação, controle e avaliação. Nesse contexto, o mecanismo denominado ajuste espontâneo
Alternativas
Q3879975 Administração Geral
Entre os diferentes tipos de estrutura organizacional, tem-se que a estrutura matricial se diferencia do tipo divisional, entre outros aspectos, em face da
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Q3879974 Direito Administrativo
Considere.

I. Encerradas as fases de julgamento e habilitação, e exauridos os recursos administrativos, o processo licitatório será encaminhado à autoridade superior, que poderá, dentre outras hipóteses, proceder à anulação da licitação, de ofício ou mediante provocação de terceiros, sempre que presente ilegalidade insanável.
II. Nos casos de anulação e revogação da licitação, deverá ser assegurada a prévia manifestação dos interessados.
III. O motivo determinante para a revogação do processo licitatório deverá ser resultante de fato superveniente devidamente comprovado.

Com relação ao encerramento da licitação, em conformidade com a Lei nº 14.133/2021, está correto o que se afirma em
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Q3879973 Direito Penal
Marcos é membro do Poder Judiciário; Carlos é agente público que, de forma transitória, serve o Poder Público exercendo a função não remunerada de conciliador no Poder Judiciário; Luiz é membro do Ministério Público Federal; Francisco é membro do Tribunal de Contas de um Estado. Com base apenas nas informações fornecidas, em conformidade com a Lei nº 13.869/2019, podem ser sujeitos ativos do crime de abuso de autoridade Marcos, assim como
Alternativas
Respostas
1661: E
1662: D
1663: A
1664: B
1665: D
1666: D
1667: E
1668: B
1669: A
1670: C
1671: D
1672: A
1673: E
1674: E
1675: A
1676: A
1677: B
1678: D
1679: C
1680: E