Questões de Concurso Público INEP 2024 para Letras - Português e Espanhol
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RAMA, Á. Transculturación narrativa en América Latina. México: Siglo XXI, 1987. p. 143 (adaptado).
Uno de los exponentes del fenómeno transculturador en nuestra literatura es el peruano José María Arguedas, quien, en su famoso discurso “No soy un aculturado”, declara en una parte: “Yo no soy un aculturado; yo soy un peruano que orgullosamente, como un demonio feliz habla en cristiano y en indio, en español y en quechua”.
Considerando que Arguedas representa la figura del sujeto transculturado, o sea, que entre la tradición y la modernidad se ubica en un punto intermedio, es correcto afirmar que
Lacrar – verbo transitivo direto
1. aplicar lacre em; selar ou fechar com lacre; alacrar.
Ex.: lacrar uma correspondência.
LACRAR. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009 (adaptado).
O professor, então, perguntou à turma se o significado da palavra “lacrar”, no trecho extraído da rede social, era igual ao registrado no verbete do dicionário. Após um breve debate sobre as possíveis acepções dessa palavra, a classe afirmou que “lacrar”, no trecho do Facebook, tinha o sentido de “arrasar/abafar/mandar bem em discussões”, ou seja, um significado diferente do atestado no Dicionário Houaiss. A partir disso, o professor pediu aos alunos que registrassem, em seu caderno, os dois sentidos do verbete analisado por eles.
Com relação ao seu trabalho pedagógico, o docente, nessa situação,
[...] os olhos do homem parecem sãos, a íris apresenta-se nítida, luminosa, a esclerótica branca, compacta como porcelana. As pálpebras arregaladas, a pele crispada da cara, as sobrancelhas de repente revoltas, tudo isso, qualquer o pode verificar, é que se descompôs pela angústia. Num movimento rápido, o que estava à vista desapareceu atrás dos punhos fechados do homem, como se ele ainda quisesse reter no interior do cérebro a última imagem recolhida, uma luz vermelha, redonda, num semáforo. Estou cego, estou cego, repetia com desespero enquanto o ajudavam a sair do carro, e as lágrimas, rompendo, tornaram mais brilhantes os olhos que ele dizia estarem mortos. Isso passa, vai ver que isso passa, às vezes são nervos, disse uma mulher. [...] A mulher que falara de nervos foi de opinião que se devia chamar uma ambulância, transportar o pobrezinho ao hospital, mas o cego disse que isso não, não queria tanto, só pedia que o encaminhassem até à porta do prédio onde morava, Fica aqui muito perto, seria um grande favor que me faziam. E o carro, perguntou uma voz. Outra voz respondeu, A chave está no sítio, põe-se em cima do passeio. Não é preciso, interveio uma terceira voz, eu tomo conta do carro e acompanho este senhor a casa. Ouviram-se murmúrios de aprovação. O cego sentiu que o tomavam pelo braço, Venha, venha comigo, dizia-lhe a mesma voz. Ajudaram-no a sentar-se no lugar ao lado do condutor, puseram-lhe o cinto de segurança, não vejo, não vejo, murmurava entre o choro, Diga-me onde mora, pediu o outro. Pelas janelas do carro espreitavam caras vorazes, gulosas da novidade.
SARAMAGO, J. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1995 (adaptado).
A partir da situação apresentada, é uma alternativa possível para o professor
Nesse contexto, a realização dessa atividade é adequada para a sala de aula, pois o podcast
Ao propor a produção do vídeo, a professora estimula as produções orais em sala de aula, uma vez que
Disponible en: unlp.edu.ar. Acceso en: 14 mayo 2024.
La imagen anterior es parte del resultado del proyecto didáctico Del pergamino al blog: leer para escribir. En él, se solicitó a los estudiantes que reescribieran las aventuras de Don Quijote y Sancho Panza, considerando no sólo la obra base, sino también aspectos de la novela de caballería.
Teniendo en cuenta la enseñanza de la literatura, se puede afirmar que la propuesta en cuestión
O uso de caracteres como x (como, por exemplo, em “amigx”), @ (como, por exemplo, em “amig@”) e o uso de e (como, por exemplo, em “amigue”) fechando substantivos e adjetivos é, de fato, uma estratégia de neutralização de gênero, em que se propõe o emprego de uma terceira marca, além da masculina e da feminina. A oposição, nesse caso, não seria privativa nem equipolente, mas gradual, nos termos da Escola de Praga.
SCHWINDT, L. C. Sobre gênero neutro em português brasileiro e os limites do sistema linguístico. Revista da ABRALIN, [S. l.], v. 19, n. 1, p. 1 - 23, 2020 (adaptado).
O texto traz uma análise do uso da linguagem neutra, que pretende questionar a hegemonia patriarcal e aumentar as possibilidades de representação de indivíduos que se identificam como pessoas não binárias, por exemplo.
Considerando-se as reflexões apresentadas sobre o uso do gênero neutro, é possível afirmar que
Quando interagimos com outras pessoas por meio da linguagem, seja a linguagem oral, seja a linguagem escrita, produzimos certos textos que, com poucas variações, se repetem no conteúdo, no tipo de linguagem e na estrutura. Esses textos constituem os chamados gêneros do discurso ou gêneros textuais e foram historicamente criados pelo ser humano a fim de atender a determinadas necessidades de interação verbal.
CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Português: linguagens. 9. ed. v. 1. São Paulo: Ática, 2013. p. 32 (adaptado).
O trecho acima, retirado de um livro didático de Português aprovado no PNLD 2015 e destinado a turmas do 1º ano do Ensino Médio, fundamenta-se na
Un ejemplo notable de lo anterior es la escritura de la poeta afrocolombiana Mary Grueso Romero en un extracto del poema Negra soy, donde dice:
[…] Yo tengo mi raza pura
y de ella orgullosa estoy
de mis ancestros africanos
y del sonar del tambó.
Yo vengo de una raza que tiene
una historia pa’contá
que rompiendo las cadenas
alcanzó la libertá […]
GRUESO ROMERO, M. El otro yo que si soy yo: poemas de amor y mar. Buenaventura: Marymar, 1997. p. 56.
Con base en el texto, es correcto afirmar que
Diante dessa situação, um critério para selecionar essas obras da literatura infantojuvenil deve ser
Basándose en el caso presentado, se concluye que la actividad favorece
Cómo convertir a su hijo en un hombre machista
BURUNDARENA, M. Cómo convertir a su hijo en un hombre machista. Todas las mujeres
alteradas. 2. ed. Barcelona De Bolsillo_Random House Mondadori, 2007. p. 128. En ese contexto, el abordaje más apropiado para la actividad con las viñetas sería solicitar a los estudiantes que
Com base no contexto apresentado, para a condução dessa problemática da forma mais adequada, a professora deverá
Organizador: Djalma Moraes Cavalcante. Adaptadora: Célia Cristina Alves Lima. Ilustrador: José Rodrigues da Silva. Contos em quadros. Juiz de Fora: Editora UFJF; Musa Editora, 2002. p. 64.
Na sequência, abriu um diálogo sobre a história lida e passou-lhes o texto original do conto, solicitando que identificassem situações narradas no texto escrito que, eventualmente, não estariam presentes nos quadrinhos. Além disso, pediu que, depois, os discentes discutissem os efeitos dessa adaptação na apreensão do enredo.
Nessa situação, a importância da atividade está em
Teniendo en cuenta los pasos pedagógicos de enseñanza comunicativa de la pronunciación, la actividad propuesta por el profesor corresponde al paso de la
Nesse conto, a menina Zaíra, filha de uma família pobre, dá-se conta de uma figurinha perdida, a sua preferida, e sai à procura do seu brinquedo pelos becos da comunidade. Cheio de emoção, o conto constrói um retrato social da periferia à medida que traz à tona as complexas condições de sobrevivência da família e das crianças pobres, sobretudo negras, que vivem na comunidade sob grande vulnerabilidade social.
Ao concluir a leitura do conto, feita de modo compartilhado pelos alunos, a professora percebeu a intensidade da emoção e da indignação que a história despertou na turma, que se identificou muito com o tema, e decidiu redirecionar o planejamento pensado para aquela aula. A princípio, a ideia era refletir sobre o gênero conto e sobre as características da produção literária de Conceição Evaristo, mas a docente, sabendo que o planejamento é flexível, sugeriu a escrita de um texto sobre a temática da violência social contra crianças negras para circulação no jornal da escola, de modo que o posicionamento dos estudantes sobre o tema pudesse ser conhecido pela comunidade escolar e de modo que os próprios alunos reconhecessem a escrita como prática social e meio de exercício da cidadania.
Sabendo que a professora baseou-se na concepção de escrita como prática social, interlocução e espaço de dizer, a proposta de produção de texto adequada à situação comunicativa descrita é a do gênero
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).
O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.
A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
*Paco se irá [cuando yo llegar].
En función de:
Paco se irá [cuando yo llegue].
La ocurrencia de este tipo de producción en español por alumnos brasileños puede explicarse por medio del concepto teórico llamado
Mensaje de Robert F. Kennedy, Jr.
“Para todos mis pacientes:
Me gustaría llamar su atención con urgencia sobre cuestiones importantes relacionadas con la próxima vacunación contra el Covid-19. Por primera vez en la historia de la vacunación, las llamadas vacunas de ARNm de última generación intervienen directamente en el material genético del paciente y, por lo tanto, cambian el material genético individual, que representa la manipulación genética, algo que ha sido prohibido y hasta ahora considerado criminal.
Ésta intervención se puede comparar con la de los alimentos manipulados genéticamente, lo cual también es muy controvertido.
Incluso si los medios y los políticos actualmente trivializan el problema e incluso claman sin pensar un nuevo tipo de vacuna para volver a la normalidad, esta vacunación es problemática en términos de salud, moral y ética y también en términos de daño genético que, a diferencia del daño causado por las vacunas anteriores ahora será irreversible e irreparable.
Estimados pacientes, después de una vacuna ARNm sin precedentes, ya no podrán tratar los síntomas de la vacuna de forma complementaria. Tendrán que vivir con las consecuencias, porque ya no se pueden curar simplemente eliminando toxinas del cuerpo humano, así como no puedes curar a una persona con un defecto genético como el síndrome de Down, el síndrome de Klinefelter, el síndrome de Turner, la enfermedad cardíaca genética, hemofilia, fibrosis quística, síndrome de Rett etc., ¡porque el defecto genético es para siempre!”
Disponible en: https://radios.ucr.ac.cr/2020/10/doblecheck/vacunas-contra-covid-19-no-podran-modificar-el-adn-de-las-personas/. acceso en: 14 jun. 2024.
El “mensaje” en cuestión es un texto de desinformación sobre la ciencia, con elementos que actualmente han proliferado en las redes sociales. En este ambiente, se han naturalizado palabras como antivacunas. El objetivo del docente, al proponer su lectura, es que los estudiantes desarrollen una visión crítica de los textos que circulan en las redes.
Para lograr su objetivo, el docente, en el aula, debe
Se a linguagem molda a forma como enxergamos, sentimos, pensamos e vivenciamos o mundo, muitos dos problemas enfrentados pelos estudantes indígenas se encontram no fato de que o mundo pensado por eles do ponto de vista cultural e linguístico por si só é um fator que amplifica os obstáculos encontrados em sua permanência na universidade. Ademais, subjaz à política linguística elitista (nem sempre explícita) das universidades a ideologia do déficit linguístico, segundo a qual as línguas autóctones são “primitivas”, cabendo aos indígenas o aprendizado da língua do outro, a língua historicamente hegemônica com todos os seus aparatos ideológicos (escrita, literatura, gramáticas, ciência, leis), sob pena de permanecerem marginalizados.
PONSO, L. C. Letramento acadêmico indígena e quilombola: uma política linguística afirmativa voltada à interculturalidade crítica. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/ view/8653744/18764. Acesso em: 24 abr. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
A Língua Portuguesa invadiu nosso corpo-território, invadiu nosso espaço, a nossa mente. Se a gente foi obrigado a aprender uma língua que não é nossa, a gente foi obrigado a engolir o nosso espírito, a gente foi obrigado a silenciar o nosso ser, silenciar nossa língua, silenciar nossa cosmovisão, a nossa cultura. A gente precisa resgatar as nossas línguas originárias para que a gente possa construir uma linguagem de liberdade. Porque, realmente, é um desafio muito grande a gente decolonizar dentro da própria estrutura colonial que é a Língua Portuguesa. – Lyryca Cunha – artista indígena e psicóloga.
Linguagens Opressoras Étinicoraciais. Ep. 2: Comunicação Com Cuidado. Entrevistados: Lyrica Cunha e Salloma Salomão. Entrevistadora: Aline Rodrigues [S. l.]: Spotify, 01 jul. 2021. Podcast. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/. Acesso em: 4 maio 2024 (adaptado).
Considerando as reflexões apresentadas nos Textos 1 e 2, uma política linguística que tenha como objetivo principal a inclusão e a permanência dos povos originários em contextos escolares e acadêmicos brasileiros deve propor que