Ao pensar em ensinar e aprender com as tecnologias digitais de informação e comunicação, uma professora
planejou uma sequência didática, constituída de dez aulas, referente ao componente curricular Língua
Portuguesa, voltada ao 9º ano do Ensino Fundamental. O resultado desse planejamento era a produção de
um vídeo sobre a polêmica da criminalização do funk no Brasil. Essa proposta estava baseada na perspectiva
de metodologias ativas (sala de aula invertida), bem como na Base Nacional Comum Curricular, e integrou
a tecnologia em sala de aula aos conteúdos pedagógicos, promovendo nos discentes a motivação para
aprender e viabilizando uma aprendizagem de qualidade.
Ao propor a produção do vídeo, a professora estimula as produções orais em sala de aula, uma vez que