Questões de Concurso Comentadas sobre pedagogia
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
AYOUB, E.; Ginástica para todas, todes e todos. Revista Conexões, v. 20, p. e022040, 2022. Disponível em: https:// periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8671772. Acesso em: 12 out. 2023.
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1ed.Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v. , p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
1- Deficiência Visual.
2- Deficiência Física.
3- Deficiência Auditiva.
( ) Basquetebol e handebol adaptados: Sugere-se utilizar as próprias cadeiras da sala de aula (sem braço) ou cadeiras de plástico que estiverem à disposição do professor, pois elas têm praticamente a mesma altura de uma cadeira de rodas, e a intenção é que o aluno possa experienciar as dificuldades de arremesso da bola de basquete na tabela (idêntica à do basquete convencional) e do arremesso ao gol de handebol (a quadra é a mesma do esporte convencional). (p.101)
( ) Futebol de cinco: A bola de futsal dispõe de um guizo para que possa emitir som ao se movimentar, sendo possível adaptar a própria bola de futsal dentro de uma sacola plástica, pois, ao rolar no chão, fará barulho que orientará sua localização pelos jogadores. As regras são parecidas com as do futsal, mas a bola não sai no fundo da quadra e nas laterais, que dispõem de paredes que limitam o espaço. São necessários alunos para auxiliar na segurança dos que estão jogando. (p.101)
( ) Futsal de três pernas, em duplas: Os alunos deverão se abraçar e terão uma de suas pernas unidas à do parceiro por meio de fita adesiva ou panos. Dessa forma, os alunos terão dificuldades de se movimentar e, ainda, dependerão da sincronia com o parceiro para se deslocar pela quadra. O jogo é realizado como um jogo de Futsal, sendo que os goleiros também estarão em duplas e unidos pelas pernas. (p.101)
( ) Atividades de sensibilização, que poderão anteceder a prática esportiva: Caminhadas guiadas em duplas, com um dos alunos com os olhos vendados, pela quadra e escola; amarrar barbantes pela quadra, na altura da cintura, utilizando os gols, postes de voleibol e outras estruturas para simular caminhos a serem percorridos pelos alunos vendados; brincadeira de cabra-cega. (p.101)
( ) Os quatro esportes tradicionais (basquetebol, futsal, handebol e voleibol) são passíveis de adaptação: Basta propor a proibição da fala durante a participação, estipulando alguma sanção no caso do descumprimento. Na adaptação no futsal, os alunos sentem dificuldade quando estão livres de marcação e querem pedir o passe, mas não podem falar. (p.105)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
ALEXANDRE, M. G.; KAWASHIMA, L. B. A inclusão social de pessoas com deficiência como tema das aulas de Educação Física do IFMT. In: KAWASHIMA, L. B.; GODOI, M.; MARTINS, E. (Org.). Educação Física no Ensino Médio Integrado da Rede Federal: compartilhando experiências. 1. ed. Cuiabá: EdUFMT Digital, 2021, v., p. 91- 108. Disponível em: https://www.edufmt.com.br/product-page/educa%C3%A7%C3%A3o-f%C3%ADsica-noensino-m%C3%A9dio-integrado-da-rede-federal-compartilhando-exp. Acesso em: 03 out. 2023.
BAGNARA, I. C. ; BOSCATTO, J. D. A EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO A PARTIR DOS MARCOS LEGAIS: da negação às possibilidades. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 38, p. p. e26736,-p. e26736, 2022. Disponível em:< https://www.scielo.br/j/edur/a/hhqPjd5Ky8gzxgzxfg9k9Gg/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 31 set. 2023.
( ) Os aspectos referidos possuem enorme potencial para conferir à Educação Física um caráter essencialmente instrumental e prático, vinculando-a às dimensões físico-biológicas do corpo ou técnico-táticas de determinadas modalidades esportivas, perspectiva desconectada das intencionalidades da escola e que tem sido alvo de questionamentos nos últimos anos.
( ) As possibilidades de atuação em forma de “práticas” de Educação Física, apresentadas por esses documentos legais, podem limitar as oportunidades de aprendizagem que este componente curricular oferece aos estudantes, na medida em que a contratação de profissionais com notório saber e experiências restritas a uma atuação prática supostamente substituiria a contratação de profissionais com formação específica em nível superior.
( ) O desenvolvimento da Educação Física próxima da ideia de clube ou oficina, apesar de oportunizar o acesso dos estudantes a determinadas práticas corporais, pode restringir sobremaneira as possibilidades de produção de conhecimentos e saberes multidimensionais inerentes ao universo da cultura corporal de movimento, que está na base conceitual da concepção da Educação Física no Ensino Médio Integrado.
( ) A preparação e organização das equipes esportivas e dos distintos grupos necessita, no entanto, estar articulada com as particularidades da instituição escolar e não ser confundida com o treinamento realizado nos clubes e escolas especializadas. Para isso, é necessário prever, na própria organização dos tempos e espaços institucionais, momentos específicos para o desenvolvimento destas atividades em horários alheios às aulas de Educação Física, e não restringir a atuação pedagógica da Educação Física a essa perspectiva de ensino.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
BAGNARA, I. C.; BOSCATTO, J. D. A EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO INTEGRADO A PARTIR DOS MARCOS LEGAIS: da negação às possibilidades. EDUCAÇÃO EM REVISTA (ONLINE), v. 38, p. p. e26736,-p. e26736, 2022. Disponível em:< https://www.scielo.br/j/edur/a/hhqPjd5Ky8gzxgzxfg9k9Gg/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 31 set. 2023.
COFFANI, M. C. R. S.; KAWASHIMA, L. B. ; MOREIRA, E. C . Juventudes e Ensino Médio: desafios da contemporaneidade para a Educação Física Escolar. In: MOREIRA, E. C.; ALBUQUERQUE, D. I. P.; SOUZA JÚNIOR, O. M. (Org.). Educação Física na Educação Básica: diálogos com professores(as) pesquisadores(as). 1ed.Curitiba: Appris, 2023, v. 1, p. 247-264.
I - É fundamental que os/as professores/as assumam o papel de protagonistas na gestão do currículo, pois, sem isso, essa “parte” da reforma pode conduzir a Educação Física ao ostracismo curricular.
II - No caso específico das aulas de Educação Física no ensino médio, há uma carência de experiências pedagógicas que superem as limitadas e excludentes práticas de ensino de esportes.
III - A legitimidade da Educação Física no ensino médio ocorrerá motivada pela sua relevância social, por meio do incentivo ao esporte, à formação de atletas e à ocupação do tempo dos jovens em situação de vulnerabilidade social.
IV - Garantia do direito de participação e aprendizagem de todos/as, com aulas inclusivas, igualitárias, sem exclusão social, de gênero ou deficiência; isto é, aulas em que todos/as possam conhecer e compreender as mais diversas práticas corporais.
V - É necessária a construção de um projeto de Educação Física em que os/as jovens consigam estabelecer relações entre os conhecimentos específicos tematizados nas/sobre as práticas corporais, o seu projeto de vida e o mundo em que vivem.
Assinale a alternativa que contém as assertivas CORRETAS.
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Brasília, 2005. Disponível em: < https:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 04 nov. 2023.
I - Pessoa surda é aquela que utiliza aparelho auditivo e utiliza a Linguagem de Sinais ou a mímica para se comunicar.
II - A Língua Brasileira de Sinais - Libras é disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia.
III - As instituições federais não são obrigadas a ofertar o ensino bilíngue, que tem como proposta a Língua Brasileira de Sinais - Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa escrita como segunda.
IV - Os estudantes com deficiência auditiva e apenas os surdos que tenham domínio da Língua Brasileira de Sinais - Libras têm direito ao Atendimento Educacional Especializado.
V - As instituições federais de ensino devem garantir que seus professores reconheçam e respeitem a singularidade linguística do estudante surdo, adotando formas de avaliação coerentes com a sua especificidade.
Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS:
BRASIL. Lei nº 9394/1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 1996.
FLEITH, D. de S. A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades / Superdotação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007. 80p. Disponível em: < http:// portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/altasha b2.pdf>. Acesso em 06 dez. 2023.
I - O estudante com altas habilidades / superdotação tem recursos intelectuais suficientes para desenvolver sozinho o seu potencial superior.
II - Caso o estudante com altas habilidades / superdotação opte por acelerar os estudos na Educação Básica e Superior, conforme garantido em legislação, ele perde o direito ao Atendimento Educacional Especializado.
III - Para Renzulli, um dos mais importantes estudiosos da área, as pessoas com altas habilidades / superdotação têm três elementos principais característicos: habilidades acima da média, envolvimento com a tarefa e criatividade.
IV - Há diversas formas de aceleração, como: saltar séries escolares; aceleração por disciplina; cursos especiais fora da escola em áreas específicas.
V - São exemplos de atividades de enriquecimento curricular: realizar oficinas de invenções; promover programas que instiguem o pensamento crítico e produtivo; desenvolver projetos em pequenos grupos; organizar atividades embasadas nos interesses dos estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA:
BERSCH, R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Assistiva – Tecnoogia e Educação, Porto Alegre – RS, 2017. 20p. Disponível em: < https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 06 dez. 2023.
CALHEIROS, D. dos S.; MENDES, E. G.; LOURENÇO G. F. Considerações Acerca da Tecnologia Assistiva no Cenário Educacional Brasileiro. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 229-244, jan. / mar. 2018. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/18825/pdf> Acesso em: 06 dez. 2023
I - A Tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento com característica interdisciplinar, permitindo o envolvimento de diferentes profissionais.
II - Toda tecnologia educacional é uma tecnologia assistiva.
III - As órteses e próteses são exemplos de tecnologia assistiva.
IV - A consultoria colaborativa tem sido uma forma de maximizar a utilização da Tecnologia Assistiva nas escolas comuns, devido à falta de formação dos professores na área.
V - O processo de seleção da tecnologia assistiva deve envolver a equipe multiprofissional, a família e o usuário.
VI - A comunicação aumentativa e alternativa não pode ser considerada exemplo de tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que contém as afirmações FALSAS:
MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
Brasil. Resolução nº 4, de 02 de outubro de 2009, institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 2009. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf>. Acesso em: 13 nov. 2023.
FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da Tutoria de Pares para Estudantes com Deficiência Visual no Ensino Técnico e Superior. Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 21, n. 1, p; 39-56, 2015. Disponível em: < https://scielo.br/j/rbee/a/NdbbF87fYFSTdrRwwLB8hWP/?format=pdf&lang= pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MARINS, K.-H. C.; LOURENÇO, G. F. Avaliação de um Programa de Tutoria por Pares na Perspectiva da Educação Inclusiva. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 51, 2021. Disponível em: <https://www.scielo. br/j/cp/a/QDZrqpxh6rFQHrzq94znBFk/?format =pdf&lang=pt>. Acesso em: 06/12/2023.
Brasil. Nota Técnica – SEESP / GAB / nº 11/2010. Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=9937-nota-tecnica-11-2010&Itemid=30192>. Acesso em: 05/12/2023.
I - O AEE pode substituir o ensino da sala comum em alguns casos, pois é ele que atende as necessidades do estudante público-alvo da educação especial.
II - Nos atendimentos do AEE, o professor considera os saberes particulares do estudante, integrando-os à proposta pedagógica da escola.
III - O AEE tem como principal função desenvolver o reforço escolar dos conteúdos ministrados em sala de aula comum, buscando favorecer a inclusão escolar do estudante.
IV - Para facilitar a acessibilidade e participação dos estudantes, o docente responsável pelo AEE deve estabelecer parceria com a família.
V - O AEE pode ocorrer em qualquer sala da escola, não necessitando de espaço próprio para esse atendimento.
VI - O AEE pode ocorrer de forma individual ou em pequenos grupos.
Assinale a alternativa que contempla as afirmações CORRETAS:
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA quanto às possibilidades para auxiliar neste caso:
ZERBATO, A. P.; MENDES, E. G. O Desenho Universal para a Aprendizagem na Formação de Professores: da investigação às práticas inclusivas. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo – SP, v. 47, 2021. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/193215>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
LOPES, M. M. Perfil e Atuação dos Profissionais de Apoio à Inclusão Escolar. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, Programa de Pós-Graduação em Educação Especial – PPGEEs, 169p. São Carlos – SP, 2018. Disponível em: <https:// repositorio.ufscar.br/bitstream/handle/ufscar/9899/LOPES_Mariana_2018.pdf?seque ce=4&isAllowed=y>. Acesso em: 15 nov. 2023.
( ) Todos os estudantes com deficiência precisam de profissional de apoio.
( ) O profissional de apoio pode dar suporte às atividades do estudante com deficiência quando necessário.
( ) Deve ser contratado um profissional de apoio para cada estudante com deficiência da turma.
( ) Quando o profissional de apoio não pode ir trabalhar, o estudante com deficiência que ele acompanha deve ser orientado a ficar em casa.
( ) O estudante com deficiência pode realizar atividades diferentes dos colegas de sala.
( ) O profissional de apoio é responsável pela elaboração das atividades que serão desenvolvidas pelo estudante público-alvo da educação especial que ele acompanha.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
NUNES, A. I. B. L.; SILVEIRA, R. do N. Psicologia da Aprendizagem. Editora da Universidade Estadual do Ceará – EdUECE, 3 ed. 122p. Fortaleza – CE: 2015. Disponível em: <https://educapes.capes.gov.br/bitstream/ capes/4316 16/2/Livro_Psicologia%20da%20Aprendizagem.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2023.
I - Piaget afirma que o conhecimento é inato e que sua construção e evolução dependem unicamente da vontade do sujeito para aprender.
II - Wallon sugere que a escola trabalhe com atividades que tenham como foco a socialização da criança, atividades em grupo e que incluam as dimensões motora, afetiva e intelectual, a partir das quais os estudantes poderão construir suas individualidades.
III - Vygotsky defende que, para a criança se desenvolver, ela precisa se apropriar dos conhecimentos e compreender e utilizar signos culturais, como linguagem, símbolos algébricos, escrita, diagramas, desenhos, mapas.
IV - Para Piaget, a evolução do conhecimento depende da interação ativa do sujeito com o meio físico e social, que se dá por meio de um processo contínuo, com estágios sucessivos de organização do pensamento.
V - A teoria de Wallon é conhecida como psicogênese da pessoa completa, pois integra aspectos como a razão, a emoção e as influências histórico-culturais.
VI - Vygotsky defende três tipos de conhecimento (inatos, espontâneos e científicos), que se desenvolvem concomitantemente.
VII - Para Vygotsky, o professor é o mediador do conhecimento, devendo considerar o que o estudante já realiza de forma independente, mas focar o processo de ensino e aprendizagem nas capacidades que podem ser efetivadas a partir da sua intervenção.
Assinale a alternativa CORRETA:
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais /Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000a. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha06.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais / Adaptações Curriculares de Grande Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000b. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
1- Adaptação de grande porte – Temporalidade
2 - Adaptação de pequeno porte – Temporalidade
3 - Adaptação de grande porte – Objetivos
4 - Adaptação de pequeno porte – Objetivos
5 - Adaptação de grande porte – Acesso ao currículo
6 – Adaptação de pequeno porte – Acesso ao currículo
( ) Adaptação do ambiente físico escolar e aquisição de mobiliário especifico.
( ) Cursar os componentes curriculares do 1º ano do Ensino Médio integrado em dois anos.
( ) Utilização do livro de figuras do estudante para comunicação alternativa.
( ) Introdução de objetivos específicos, complementares ou alternativos.
( ) Aquisição de equipamentos, recursos materiais específicos e sistemas alternativos de comunicação.
( ) Priorização de determinados objetivos.
( ) Aumento do tempo para realização de avaliação.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
DOMINGUES, C. dos A.; SÁ, E. D.; CARVALHO, S. H. R.; ARRUDA, S. M. C. de P.; SIMÃO, V. S. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual – baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, v.3, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=7105-fasciculo-3-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 05 dez. 2023.