Questões de Concurso
Comentadas sobre geriatria em medicina
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A fratura mais comum na coluna cervical do idoso é a fratura
Paciente do sexo feminino, de 78 anos, portadora de diabetes e insuficiência cardíaca classe funcional III da New York Heart Association (NYHA). Faz uso de caverdilol, aspirina, furosemida e enalapril em dosesalvo. Ao exame físico, apresenta FC de 60 BPM, PA de 110 x 70 mmHg, ritmo cardiaco regular e sem galope, pulmoes sem ruidos adventicios. A ureia e de 57 mg/dL, o potássio de 3,3 mEq/L e a creatinina de 1,3 mg/dL.
Nesse caso, qual modificação deve ser feita nas suas medicações no momento?
Mulher, de 70 anos, com diagnóstico de osteoporose há quatro anos e em uso de alendronato 70 mg/semanal, carbonato de cálcio 1.200 mg associado à vitamina D3 800 ui. A densitometria óssea de controle não mostrou melhora da osteoporose. Queixou-se de dor lombar e realizou radiografia de coluna vertebral, que identificou fratura de T12.
Nesse caso, a conduta terapêutica é:
Paciente do sexo masculino, de 69 anos, oito anos de escolaridade, foi levado à consulta pela filha, que relatou ser o pai uma pessoa tímida e reservada, porem há oito meses estava evoluindo com muita apatia, alternando períodos de agressividade, alterações do juízo crítico como falar alto, dizer inconveniências, andar nu pela casa e comer em demasia. Obteve 28 pontos no MEEM. Nega doenças previas e uso regular de medicamentos. Exame físico sem achados anormais. Foi solicitada ressonância magnética do crânio.
Nesse caso, o provavel diagnóstico e os achados na ressonância são, respectivamente:
Professora aposentada, de 75 anos, realizou o teste Get Up and Go cronometrado (TGUG ou teste do “levantar e andar”) em um tempo de 28 segundos.
Essa avaliação mostra que a paciente apresenta elevado risco de
Paciente do sexo masculino, de 67 anos, estava com câncer de pulmão metastático. Fez uma promessa para melhorar e se dispunha a nunca mais ir a festas, dançar (que gostava tanto), beber e fumar, além de doar mensalmente 20% de sua aposentadoria a um abrigo de idosos.
Esse senhor, de acordo com as fases do luto de Elizabeth Kübler-Ross, encontra-se na fase de
Homem, de 78 anos, hipertenso, com capacidade cognitiva prévia normal, apresenta comportamento anormal há 15 dias, com apatia, deficiência de memória, desorientação, dificuldade para vestir-se sozinho e desequilíbrio. Relata envolvimento em acidente automobilístico ha três meses. Na ocasião, a tomografia de crânio foi normal.
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Paciente do sexo feminino, de 76 anos, fazia uso de galantamina para a demência; valsartana, associada à hidroclorotiazida em um comprimido e amlodipina para hipertensão; metformina para diabetes; sinvastatina para dislipidemia; sertralina para depressão e clonazepam para insônia.
Essa situação descrita é considerada polifarmácia devido ao uso de
Enfermeira aposentada, de 81 anos, queixa-se de deficiência de memória, dificuldades para fazer compras e manusear dinheiro. Obteve as seguintes pontuaçoes nas escalas de avaliaçao funcional e cognitiva: Questionario de Pfeffer para Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD): 24 pontos (dependente), Índice de Barthel para as Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD): 100 pontos (independente), Mini-exame do Estado Mental (MEEM): 16 pontos.
Baseando-se na história e nos instrumentos de avaliaçao aplicados, estabelece-se o diagnóstico de
Como ferramentas de avaliação da massa muscular, na indisponibilidade dos métodos de eleição — Bioimpedância (BIA) e Absorciometria por Raios X de Dupla Energia (DXA) —, a fórmula de Lee pode ser utilizada como alternativa de triagem em pacientes com índice de massa corporal inferior a 30 kg/m². Para o cálculo estimativo da massa muscular esquelética por meio da fórmula de Lee, são utilizadas todas as variáveis abaixo, à exceção de uma. Assinale-a.
Na alta hospitalar, foi orientado a procurar um geriatra para dar seguimento ambulatorial, após relato de familiares de quedas recorrentes e declínio cognitivo. Na consulta geriátrica, os familiares reportaram que o paciente apresentava, há muitos meses, lentificação para andar e falar, além de ter tido múltiplos episódios de quedas, caindo sempre para trás. O idoso acreditava que estava caindo por conta de déficit visual. Apesar de não notarem esquecimento, referiam que o paciente apresentava dificuldade de fechar os botões da camisa e repetia com frequência as últimas palavras que lhe foram ditas. O paciente sempre trabalhou com marcenaria e evoluiu com dificuldade em martelar os pregos, sempre martelando seus próprios dedos. Há alguns meses, passou a precisar de ajuda para comer, pois as mãos ficaram trêmulas.
Ao exame, apresentava importante apatia, bradicinesia bilateral de membros superiores e inferiores, rigidez de tronco, marcha rígida, de base alargada e apraxia palpebral. Não apresentava hipotensão postural, nem demais alterações no exame do aparelho cardiovascular. Miniexame do estado mental com pontuação de 22 para escolaridade de 10 anos. Nas atividades básicas de vida precisa de auxílio para comer, se vestir e tomar banho. Foi solicitada ressonância de crânio e iniciado tratamento com Levodopa na ocasião.
O paciente retornou dentro de 1 mês com o resultado do exame e familiares informaram que não haviam notado nenhuma melhora com o uso da medicação.
Baseado na principal hipótese diagnóstica desse caso, assinale a opção que indica um achado útil na ressonância, que poderia corroborar com tal suspeita.