A fratura mais comum na coluna cervical do idoso é a fratura 

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Q4153353 Medicina

A fratura mais comum na coluna cervical do idoso é a fratura 

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: O enunciado cobra epidemiologia por faixa etária: no idoso, a fratura cervical mais comum é a do odontoide (C2), o que torna a alternativa C a correta.

Tema central: Fratura odontoide no idoso
Análise das alternativas
A
Errada
A fratura da pars de C2, a chamada fratura do enforcado, também envolve C2, mas não é a fratura cervical mais comum no idoso. A exclusão aqui é por epidemiologia: no trauma cervical geriátrico, o padrão mais frequente é a fratura do odontoide, não a fratura da pars.
B
Errada
Fraturas por compressão tipo A da coluna cervical subaxial podem ocorrer, porém não representam o padrão mais comum no idoso. O erro da alternativa é deslocar o foco para a coluna subaxial, quando o padrão epidemiológico nessa faixa etária é de predomínio de lesões cervicais altas, sobretudo do odontoide.
C
Certa
A alternativa C está correta porque a fratura do odontoide é o padrão epidemiológico mais frequente de fratura cervical no idoso. Esse predomínio decorre da distribuição etária das lesões cervicais, com maior ocorrência de fraturas altas em C1-C2 nessa faixa etária, inclusive em mecanismos de baixa energia. Portanto, entre as opções apresentadas, é a única que corresponde ao padrão clássico de trauma cervical geriátrico.
D
Errada
Fraturas isoladas dos elementos posteriores, como processos espinhosos, não correspondem ao padrão epidemiológico mais frequente de fratura cervical no idoso. A eliminação se faz pelo confronto com a distribuição real das lesões cervicais geriátricas, em que o odontoide é mais prevalente.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre duas fraturas clássicas de C2: fratura do odontoide e fratura do enforcado. Ambas são lembradas em trauma cervical, mas, no idoso, a mais comum é a do odontoide.
Dica para questões semelhantes
  • Se a pergunta trouxer 'no idoso' e 'fratura cervical mais comum', pense primeiro em epidemiologia etária, não em mecanismo isolado.
  • Diferencie lesões de C2: odontoide é o padrão mais frequente no idoso; fratura do enforcado não ocupa esse lugar.
  • Não transporte para a coluna cervical o raciocínio das fraturas compressivas osteoporóticas toracolombares.
  • Quando a questão pedir 'a mais comum', procure o padrão de distribuição das lesões, não a fratura mais conhecida pela nomenclatura.

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