Para uma idosa portadora de síndrome de fragilidade, é indi...
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A questão cobra a distinção entre marcador de fragilidade e gatilho para considerar cuidados paliativos: em idosa frágil, idas recorrentes ao pronto-socorro indicam instabilidade clínica e pior prognóstico global, ao contrário de preensão reduzida, marcha lenta ou dispneia aos esforços isolados, que caracterizam fragilidade ou sintoma, mas não são indicação específica por si sós.
- Primeiro separe 'diagnóstico/gravidade de fragilidade' de 'necessidade de abordagem paliativa'; não são a mesma coisa.
- Valor isolado de preensão manual ou velocidade de marcha aponta vulnerabilidade funcional, mas não define sozinho indicação paliativa.
- Recorrência de pronto-socorro ou de crises clínicas pesa como marcador de pior prognóstico e revisão de objetivos de cuidado.
- Sintoma isolado só favorece cuidado paliativo como resposta da questão quando vier com contexto de refratariedade, grande carga de sofrimento ou doença avançada.
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